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Title: (De)formation journey in the Elias Canetti autobiography narrative
Other Titles: Viagem (de)formativa na narrativa autobiográfica de Elias Canetti
Viaje (de)formativo em la narrativa autobiográfica de Elias Canetti
Authors: Souza, Rodrigo Matos de
Assunto:: Canetti, Elias
Pesquisa autobiográfica
Viagens
Migração
Issue Date: 31-Mar-2021
Publisher: Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Citation: SOUZA, Rodrigo Matos de. (De)formation journey in the Elias Canetti autobiography narrative. Revista de Estudos em Educação e Diversidade - REED, v. 2, n. 3, 287-297, jan./mar. 2021. DOI: https://doi.org/10.22481/reed.v2i3.8180. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/index.php/reed/article/view/8180. Acesso em: 06 abr. 2021.
Abstract: Este artigo aborda a autobiografia de Elias Canetti a partir de umponto de vista formativo buscando outro significado para o conceito de viagem, no qual desejo e prazer não estão presentes, como seria de se esperar de um passeio turístico ou “mochilão”, mas uma viagem que, involuntária e forçada, atravessa o indivíduo, (de)formando-os. Assim, o refúgio, a fuga, o autoexílio relacionam um caminho de tragédias pessoais que ganha outros significados quando narrado. A narrativa autobiográfica de Elias Canetti está dividida em três volumes -"A língua absolvida", "Uma luz em meu ouvido" e "O jogo dos olhos" -e nos fala das rotas migratórias do autor através de uma Europa que se desmorona sob guerras e regimes totalitários que surgiram na primeira metade do século 20. Seu testemunho é um relato de um mundo que vislumbra as experiências totalitárias e a banalização do mal que marca a história da civilização ocidental. Os escritos de Elias Canetti narram os caminhos que ele teve que percorrer para evitar o contato direto com as Grandes Guerras, e expõe certos aspectos (de)formativos da migração, bem como estas experiências, tão abertas às incertezas e livres de quaisquer garantias, aparecem diante dos olhos de um jovem de uma família rica, cuja mãe tentou proteger dos perigos do mundo. Esta característica é um dos muitos destaques, um elemento sine qua nonem suas histórias, porque é aí que reside todo o terror e dor para aqueles que fogem de sua pátria para se aventurarem em terras estrangeiras em uma tentativa quase instintiva de sobreviver. É neste sentido que trabalhamos o conceito de (de)formação em sua relação com o conceito de viagem.
Abstract: This article addresses the Elias Canetti’s autobiography from a formative point of view searching for another meaning for the trip concept, in which desire and pleasure are not present, as one would expect from a sightseeing tour or trekking, but a journey that, involuntary and forcibly, crosses the individual, (de)forming them. Accordingly, the refuge, the escape, the self-exile, they relate a path of personal tragedies that gains other meanings when narrated. Elias Canetti’sautobiographical narrative is divided in three volumes –“The tongue set free”, “The torch in my ear” and “The play of the eyes” –and tells us about the author’s migratory routes across a Europe crumbling under wars and totalitarian regimes which arose in the first half of the 20thcentury. His testimony is an account of a world that catches a glimpse of totalitarian experiences and the trivialization of evilthat marks the history of Western civilization. Elias Canetti’s writings narrates the roads he had to take to avoid direct contact with the Great Wars, and exposes certain (de)formative aspects of migration, as well as how these experiences, so open to uncertainties and rid of any guaranties, appear before the eyes of a young man from a rich family, whose mother tried to protect from the perils of the world. This feature is one of many highlights, a sine qua non element in his stories, because that is where all the terror and pain lie for those who flee their homeland to venture into foreign lands in an almost instinctive attempt to survive. It is in this sense that we work the concept of (de)formation in its relation with the concept of journey.
Resumen: Este artículo aborda la autobiografía de Elias Canetti desde un punto de vista formativo buscando otro significado para el concepto de viaje, en el que no están presentes el deseo y el placer, como cabría esperar de una visita turística o de un trekking, sino un viaje que, involuntaria y forzosamente, atraviesa al individuo, (de)formándolo. Así, el refugio, la huida, el autoexilio, relatan un camino de tragedias personales que adquiere otros significados al ser narrado. La narración autobiográfica de Elias Canetti se divide en tresvolúmenes -"La lengua absuelta", "La antorcha aloído" y "El juego de ojos"-y nos cuenta las rutas migratorias del autor a través de una Europa que se desmorona bajo las guerras y los regímenes totalitarios surgidos en la primera mitad del siglo XX. Su testimonio es el relato de un mundo que vislumbra las experiencias totalitarias y la banalización del mal que marca la historia de la civilización occidental. Los escritos de Elias Canetti narran los caminos que tuvo que tomar para evitar el contacto directo con las Grandes Guerras, y exponen ciertos aspectos (de)formativos de la migración, así como la forma en que estas experiencias, tan abiertas a las incertidumbres y desprovistas de toda garantía, aparecen ante los ojos de un joven de familia rica, cuya madre trató de proteger de los peligros del mundo. Este rasgo es uno de los más destacados, un elemento sine qua non en sus relatos, porque es ahí donde radica todo el terror y el dolor de quienes huyen de su tierra natal para aventurarse en tierras extranjeras en un intento casi instintivo de sobrevivir. Es en este sentido que trabajamos el concepto de (des)formación en su relación con el concepto de viaje.
Licença:: Revista de Estudos em Educação e Diversidade - REED - (CC BY) - Todo o conteúdo deste periódico está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional. Fonte: https://periodicos2.uesb.br/index.php/reed/about. Acesso em: 06 abr. 2021.
DOI: https://doi.org/10.22481/reed.v2i3.8180
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