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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/40144
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Title: Avaliação do consumo alimentar de paratletas
Authors: Sasaki, Carolina Amâncio Louly
metadata.dc.contributor.email: carolinanutricionista09@gmail.com
Orientador(es):: Costa, Teresa Helena Macedo da
Assunto:: Dietas alimentares - avaliação
Consumo alimentar
Nutrição esportiva
Desempenho esportivo
Paratletas
Issue Date: 25-Feb-2021
Citation: SASAKI, Carolina Amâncio Louly. Avaliação do consumo alimentar de paratletas. 2020. xix, 130 f., il. Tese (Doutorado em Nutrição Humana)—Universidade de Brasília, Brasília, 2020.
Abstract: As estratégias nutricionais são fatores que desempenham um papel fundamental na melhora do desempenho esportivo em atletas com e sem deficiência. Uma alimentação adequada pode servir como um componente chave na melhora da performance do atleta. Desta forma, a avaliação do consumo alimentar de paratletas é uma estratégia importante para compreender o consumo, padrão alimentar e auxiliar no atendimento nutricional de paratletas, especialmente quando são empregados métodos e técnicas estatísticas apropriadas. Objetivo: Descrever e avaliar o consumo usual de nutrientes e grupos alimentares de paratletas do Distrito Federal/Brasília. Métodos: Estudo observacional do tipo transversal, descritivo-exploratório de abordagem quantitativa, baseada em dados de indivíduos do censo de atletas paralímpicos do Distrito Federal. Foram avaliados 101 paratletas com idade média de 33 ± 9,3 anos, 82 do sexo masculino e 19 do feminino. O consumo alimentar foi obtido de dois dias não consecutivos de recordatório de 24 horas (R24h), mais dois R24h foram coletados em 50% dos atletas. Empregou-se o método do National Cancer Institute (NCI) para estimar a distribuição da ingestão usual de nutrientes (fonte alimentar e suplementar) e grupos alimentares. Os nutrientes e os grupos alimentares foram analisados segundo o tipo de esporte (coletivo ou individual). Na avaliação do consumo de nutrientes, utilizou-se os valores de referência da Dietary Reference Intake (DRI) e Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura/Organização Mundial de Saúde (FAO/OMS). As prevalências de inadequação de micronutrientes foram estimadas utilizando o método da necessidade média estimada (Estimated Average Requirement - EAR) como ponto de corte, conforme proposto pelo Institute of Medicine (IOM). O nível de ingestão máximo tolerável (Tolerable Upper Intake Level – UL) permitiu estimar o percentual da população em risco de toxicidade. Os grupos alimentares foram identificados e analisados o consumo usual das porções de acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira 2008. Os micronutrientes também foram analisados as prevalências de inadequações e excesso, de acordo com o recebimento do auxílio financeiro, Bolsa Atleta. Resultados: O maior consumo de energia (2310 EP 124 kcal/dia) e percentual do valor energético total (VET) de lipídeos (32,6%) foi observado entre os atletas de esportes grupais (p < 0.001). Os paratletas independente do consumo energético, apresentaram um baixo consumo dos grupos de frutas, hortaliças e leite e derivados, e excesso de consumo dos grupos de açúcares e óleos. Os paratletas apresentaram um padrão alimentar de omissões de refeições. Quanto ao recebimento da bolsa atleta, a prevalência da inadequação dos treze micronutrientes analisados foi elevada para oito (60%) e sete (54%) micronutrientes entre os paratletas bolsistas e não bolsistas, respectivamente. A prevalência de risco de deficiência de ferro foi de 29,5% nas paratletas. O consumo de suplementos nutricionais é mínimo nesta população, nenhum dos participantes excederam o nível de ingestão máxima tolerável (UL) para qualquer um dos micronutrientes examinados. Conclusão: Os atletas de esportes grupais são aqueles que apresentam os maiores desvios nutricionais. O recebimento da bolsa atleta não protege os atletas de inadequações nutricionais. A presente tese deixa um amplo material descritivo quanto ao consumo alimentar de macronutrientes, micronutrientes e porções dos grupos alimentares de paratletas. São necessárias mais pesquisas que utilizem métodos apropriados com maior número de paratletas, para uma melhor compreensão dos excessos e inadequação nutricionais em paratletas.
Abstract: Nutritional strategies are fundamental to improve sports performance in athletes with and without disabilities. Adequate food intake can be a key component to improve the athlete's performance. Therefore, the evaluation of the food intake of parathletes is an important strategy to understand the food consumption, food pattern, and to assist the nutritional counseling, mainly if the appropriate statistical methods and techniques are employed. Objective: To describe and evaluate the usual intake of nutrients and food groups of parathletes in the Federal District/Brazil. Methods: A cross-sectional, descriptive-exploratory, quantitative approach observational study based on the census’s data of paralympic athletes in the Federal District. We evaluated 101 para-athletes with a mean age of 33 ± 9.3 years, 82 were male and 19 female athletes. The food consumption was obtained from two non-consecutive days of 24- hour recall (R24h), two more R24h were collected in 50% of the athletes. The method of National Cancer Institute (NCI) to estimate the distribution of the usual intake of nutrients (food source and supplement) and food groups. Nutrients and food groups were analyzed according to the type of sport (team or individual). In the evaluation of nutrient intake, reference values of the Dietary Reference Intake (DRI) and Food and Agriculture Organization of the United Nations/World Health Organization (FAO/WHO) was used. The prevalence of inadequate micronutrient intake was estimated by gender and age group using the Estimated Average Requirements (EAR) as set by the Institute of Medicine (IOM). The Tolerable Upper Intake Level (UL) was used for estimate of the percentage of the population at risk of toxicity. The food groups were identified, and the usual consumption of servings was analyzed according to the 2008 Brazilian Population Food Guide. The micronutrients have also analyzed the prevalence of inadequacies and excess, according to sport scholarship status, Bolsa Atleta. Results: The highest energy intake (2310 SE 124 kcal/day) and the percentage of the total energy value (VET) of lipids (32.6%) was observed among group sports athletes (p < 0.001). The para-athletes, independent of the energy intake, presented low consumption of the groups of fruits, vegetables and milk and derivatives, and excess consumption of the groups of sugars and oils. The para-athletes showed a food pattern of meal omissions. Regarding of sport scholarship status, the prevalence of micronutrient inadequacy of the thirteen nutrients analyzed was increased to eight (60%) and seven (54%) micronutrients among the parathletes receiving the scholarship and non-scholarship, respectively. The prevalence of iron deficiency risk was 29.5% for the female para-athletes. The intake of nutritional supplements is minimal in this population. Thus, none of the participants exceeded the maximum tolerable intake level (UL) for any of the micronutrients examined. Conclusion: Food choices and meal frequency for most para-athletes confirm inadequate intake and dietary pattern. Team athletes showed the highest nutritional deviations. Receiving the sport scholarship does not protect athletes from nutritional inadequacies. This thesis offers a wide range of descriptive material regarding the food intake of macronutrients, micronutrients and food servings of para-athletes. More research is necessary using appropriate methods with larger number of parathletes for a better understanding of nutritional excesses and inadequacies of the parathletes.
Description: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós Graduação em Nutrição Humana, 2020.
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Appears in Collections:NUT - Doutorado em Nutrição Humana (Teses)

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