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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/38550
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2020_FláviaMartinelliFerreira.pdf11,69 MBAdobe PDFView/Open
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dc.contributor.advisorWiggers, Ingrid Dittrich-
dc.contributor.authorFerreira, Flávia Martinelli-
dc.date.accessioned2020-06-30T17:33:32Z-
dc.date.available2020-06-30T17:33:32Z-
dc.date.issued2020-06-30-
dc.date.submitted2020-02-03-
dc.identifier.citationFERREIRA, Flávia Martinelli. Nos tempos de brincar: por uma etnografia das culturas infantis nos espaços da escola. 2020. 213 f., il. Tese (Doutorado em Educação)—Universidade de Brasília, Brasília, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unb.br/handle/10482/38550-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2020.pt_BR
dc.description.abstractO presente estudo teve como objetivo compreender o cotidiano das crianças a partir das culturas infantis estabelecidas em espaços e tempos escolares da Escola Violeta Dória Lins, em Campinas – SP. Neste sentido, buscamos observar como as crianças conferem significados às práticas corporais, além de examinarmos os significados que envolvem ações e transgressões das crianças que compõem a cultura escolar. O percurso metodológico adotado neste trabalho objetivou a elaboração de uma etnografia com as crianças do primeiro ano do ensino fundamental – para nos auxiliar na compreensão das culturas infantis construídas nesta escola. Com o desenvolvimento da pesquisa, identificamos que os tempos de brincar perpassam todos os espaços escolares, construídos a partir das culturas infantis produzidas e socializadas na escola. Diante desta instituição privilegiada, foi possível compreender as ações e transgressões das crianças que representam suas formas de conferir significados e explicitar seus entendimentos sobre as culturas do mundo social que as constituem. As crianças oferecem resistências a um cenário adverso, forçosamente criando e constituindo uma cultura de pares nos espaços da escola. São os tempos de brincar, de aprender, de práticas corporais e os tempos de festividades vivenciados pelas crianças que garantem a construção das culturas infantis no cotidiano escolar. Ainda que a cultura escolar não esteja orientada a favorecer amplamente estes tempos, são as soluções originais apresentadas pelas crianças que garantem seus próprios direitos quando estes parecem ocultos. Desta forma, as crianças auxiliam na construção de uma cultura escolar para além do previsto no universo adulto: suas práticas corporais e transgressões são incorporadas de diferentes modos dentro de uma cultura escolar que organiza e regulamenta tempo e espaço. Muito embora tenham sido apontadas peculiaridades controversas a respeito das instituições escolares, observamos que, de distintos modos, grande parte episódios relatados referem-se às práticas culturais relacionadas à educação, quer seja pensando os espaços organizados intencionalmente ou as práticas pedagógicas que lá se desenvolvem. Sobretudo, é possível afirmar que as aulas de Educação Física e o recreio se configuram como importantes na construção da experiência corporal das crianças, levando em conta a ênfase em práticas corporais ou práticas educativas relacionadas ao corpo. Por outro lado, coexistem no espaço escolar outras vivências que também atravessam o corpo das crianças, como os espaços de trânsito mencionados neste trabalho. Neste ínterim, almejamos contribuir para que sejam produzidas novas pesquisas nestes espaços, organizados pelos adultos e cotidianamente modificados pelas crianças que os ocupam. Posto isso, as crianças devem ser consideradas protagonistas na constituição das escolas e demais instituições educativas que ocupam.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleNos tempos de brincar : por uma etnografia das culturas infantis nos espaços da escolapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordCriançaspt_BR
dc.subject.keywordEtnografiapt_BR
dc.subject.keywordEducação de criançaspt_BR
dc.subject.keywordEnsino fundamentalpt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1The aim of this work was to understand the daily lives of children, in light of the childhood cultures established by them during school hours at the Violeta Dória Lins School, in Campinas, São Paulo State, Brazil. The strategy adopted was to observe how children attribute meanings to physical practices, examining those meanings that involve actions and transgressions of the children making up the school culture. The methodological approach adopted in this work focused on the elaboration of an ethnographic profile for children of the first year of primary school, in order to assist in understanding the children’s cultures that developed at the school. The research revealed that play activities extended through all the spaces at the school, as a result of the children’s cultures that emerged and were transmitted by social interactions. The work at this institution enabled understanding of the actions and transgressions of the children, which represented their ways of attributing meaning, so that it was possible to explain their understanding of the cultures of the social world in which they were immersed. The children showed resistance to adverse scenarios, forcibly creating and maintaining a peer group structure in the school spaces. The construction of children’s cultures during the daily school routine was especially influenced by the periods of play, learning, physical practices, and festivities. While the regime at the school did not fully favor these periods, the original solutions presented by the children acted to ensure their own rights, even when these seemed to be hidden. In this way, the children helped in the construction of a school culture that went beyond that envisaged in the adult universe: their physical practices and transgressions became incorporated in different ways within a school regime that organized and regulated the use of time and space. Although controversial peculiarities have been identified concerning educational institutions, we observed that in different ways, most of the reported episodes concerned cultural practices related to education and the intentional organization of the spaces and the pedagogical practices undertaken in them. Above all, it could be concluded that Physical Education classes and recreation are fundamental in forming the body experience of the child, considering the emphasis on physical practices or educational activities involving the body. It should also be noted that other experiences within the school environment also affected the body of the child, such as those found in spaces related to transit. Our aim is to contribute to the development of new research in these spaces that are organized by adults, but are modified every day by the children who occupy them. In summary, children should be considered as protagonists in the constitution of schools and other educational institutions that they occupy.pt_BR
Appears in Collections:FE - Doutorado em Educação (Teses)

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