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dc.contributor.advisorMarinho Filho, Jader-
dc.contributor.authorRui, Ana Maria-
dc.date.accessioned2020-05-20T14:21:37Z-
dc.date.available2020-05-20T14:21:37Z-
dc.date.issued2020-05-20-
dc.date.submitted2002-
dc.identifier.citationRUI, Ana Maria. Ecologia de morcegos filostomídeos em floresta atlântica no extremo sul do Brasil. 2002. 65 f. Tese (Doutorado em Ecologia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2002.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unb.br/handle/10482/37811-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ecologia, 2002.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho teve como objetivos estudar a composição da fauna, os hábitos alimentares e a reprodução de espécies de morcegos da família Phyllostoniidae (Mammalia: Chiroptera), no extremo sul do Brasil. O estudo foi realizado no município de Maquine, no Estado do Rio Grande do Sul. em área de Floresta Atlântica sensu strictu (Floresta Ombrófila Densa), no período de maio de 2000 até abril de 2001. Os resultados obtidos demonstram que na área de estudo ocorrem nove espécies de morcegos filostomídeos. Aríibeus liiuratus correspondeu a 60% das capturas, podendo ser considerado uma espécie “muito abundante”, Aríibeus fimbriatus e Stumira liliitm tiveram freqüência de captura de 19% cada uma, e podem ser consideradas “abundantes”, todas as demais espécies ocorrem com baixa freqüência podendo ser consideradas espécies “raras” na área. As espécies de morcegos filostomídeos presentes na área podem ser divididas em três diferentes guildas alimentares: duas espécies são nectarívoras/ onívoras, seis são frugívoras e uma hematófaga. A matriz de nicho construída demonstra que estas espécies podem ser diferenciadas utilizando-se as variáveis tamanho do corpo e hábitos alimentares. As três espécies mais abundantes na área, A. lituratus, A. fimbriatus e S. liliuin, possuem hábito alimentar frugívoro e utilizaram durante o estudo 10 espécies de plantas pertencentes a sete diferentes famílias. Artibeus lituratus utilizou nove plantas e concentra sua alimentação em Cecropia glaziovii e em diferentes espécies da família Moraceae. A. fimbriatus utilizou cinco plantas e 53% de sua dieta foi constituída de Fiais insipida. S. liliuin utilizou oito plantas e 71% de sua dieta consistiu de Piper gaudichaudianum, cujos frutos são intensamente utilizados durante três meses, no restante do ano sua dieta é bastante diversificada. O índice de sobreposição de nicho entre as duas espécies de Artibeus foi alto, indicando semelhanças em suas dietas, e entre as duas espécies de Artibeus e S. lilium foi baixo, indicando diferenciação nas dietas. Os dados lenológicos obtidos das espécies vegetais consumidas pelos morcegos demonstraram que há frutos ao longo de todo o ano na área de estudo. Artibeus lituratus. A. fimbriatus e S. lilium possuem reprodução poliestrica bimodal no extremo sul do Brasil, mantendo ciclos semelhantes aos verificados em outras regiões do país. O nascimento dos filhotes ocorre entre os meses de outubro e fevereiro, o que corresponde ao período de primavera e verão e as temperaturas mais elevadas do ano. Os dados indicam que a atividade reprodutiva dos machos adultos é contínua ao longo de todo o ano. Nas populações das três espécies 5 foram encontrados jovens e subadultos de dezembro até julho, que corresponde ao período de recrutamento dos filhotes.pt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEcologia de morcegos filostomídeos em floresta atlântica no extremo sul do Brasilpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordMorcegos filostomídeospt_BR
dc.subject.keywordMata Atlânticapt_BR
dc.subject.keywordMorcegos - hábitos alimentarespt_BR
dc.description.abstract1The objective of the work reported in this paper was to study the community, feeding habits and reproductive behavior of bats of the family Phyllostomidae (Mammalia: Chiroptera) in the extreme south of Brazil. The study was carried out during May 2000 to April 2001 in an area of Atlantic Forest sensu strictu (Floresta Ombrófíla Densa) in the municipality of Maquiné in the southernmost Brazilian state of Rio Grande do Sul. The results show that nine Phyllostomid species were present, 60% of captures being Artibeus lituratus (which can be considered as a “very abundant” specie). 19% Artibeusfimbriatus and 19% Sturnira lilium (which can be considered as a “abundants” species), the remaining 2% being comprised of species which can be considered “rare" in this study area. The Phyllostomid species found in the area can be divided into three feeding guilds, two nectarivorous/ omnivorous species, six frugivorous species and one hematophagous species. A niche matrix was constructed which showed that these species can be differentiated by their variable body-size and feeding habits. The three most abundant bat species (/A. lituratus. A. fimbriatus and S. I ilium) were frugivorous, being recorded as utilizing ten different plant species belonging to seven different families. Artibeus lituratus fed on nine plant species, concentrating mainly on Cecropia glaziovii and different species of the Moraceae family, while A. fimbriatus used five plants, with 53% of its diet consisting of Ficus insipida. Sturnira lilium led on eight plants, with 71% of its diet being made up of Piper gaudichaudianum whose fruits were intensely used for three months, while for the rest of the year this bats diet was very diversified. The index of niche overlap between the two Artibeus species was very high but low between the Artibeus species and S. lilium, indicating differentiated diets. The phenological data on the plants consumed by these bats demonstrated that fruit was present throughout the year in the area studied. These three bat species showed bimodal polyestry in the extreme south o f Brazil, maintaining cycles similar to those observed in other regions of Brazil. Birth occurred during spring and summer (October to February) when the highest temperatures occur in this region. 6 The data indicate that the reproductive behavior of the adult males continues throughout the year. From December to July (corresponding to the period of recruitment of offspring) juvenile and sub-adult individuals were found in the populations of the three species studied.pt_BR
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