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Title: A equação de Cambridge e o Novo Teorema de Pasinetti nos modelos pós-keynesianos de crescimento e distribuição de renda
Other Titles: Cambridge equation and the Neo-Pasinetti Theorem in post-keynesian models of growth and distribution
Authors: Oreiro, José Luís da Costa
Magalhães, Luís Carlos Garcia de
metadata.dc.identifier.orcid: http://orcid.org/0000-0001-8955-8868
http://orcid.org/0000-0001-8790-099X
Assunto:: Renda - distribuição
Equação de Cambridge
Novo Teorema de Pasinetti
Issue Date: 2019
Publisher: Editora 34
Citation: OREIRO, José Luís; MAGALHAES, Luís Carlos G. de. A equação de Cambridge e o Novo Teorema de Pasinetti nos modelos pós-keynesianos de crescimento e distribuição de renda. Brazilian Journal of Political Economy, v. 39, n. 3, p. 485-508, jul./set. 2019. DOI: https://doi.org/10.1590/0101-35172019-2991. Disponível em: http://scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31572019000300485. Acesso em: 23 jan. 2020.
Abstract: Ao longo deste artigo procuramos avaliar a robustez teórica do assim chamado Novo Teorema de Pasinetti, segundo o qual numa economia na qual a diferenciação entre as propensões a poupar a partir dos lucros e dos salários deve-se a natureza da renda empresarial, não a filiação a uma classe social específica; a taxa de lucro ao longo da trajetória de crescimento de Golden Age é independente da propensão a poupar dos trabalhadores, sendo determinada pelo coeficiente de retenção de lucros das firmas, pela fração do investimento que as empresas desejam financiar com recursos de terceiros e pela taxa natural de crescimento.
Abstract: Throughout this article we try to evaluate the theoretical robustness of the so-called New Theorem of Pasinetti, according to which in an economy in which the differentiation between the propensities to save from the profits and the salaries is due to the nature of the business income, not the affiliation to a specific social class; the rate of profit along the Golden Age growth path is independent of workers ‘propensity to save, being determined by the firms’ profit retention coefficient, by the fraction of the investment firms wish to finance with third-party resources and by the natural rate growth.
Licença:: (CC BY)
DOI: https://doi.org/10.1590/0101-35172019-2991
Appears in Collections:ECO - Artigos publicados em periódicos

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