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2019_MariaLuizaColaçodosSantos.pdf4,38 MBAdobe PDFView/Open
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dc.contributor.advisorHarden, Alessandra Ramos de Oliveira-
dc.contributor.authorSantos, Maria Luiza Colaço dos-
dc.date.accessioned2019-10-24T16:58:22Z-
dc.date.available2019-10-24T16:58:22Z-
dc.date.issued2019-10-24-
dc.date.submitted2019-03-22-
dc.identifier.citationSANTOS, Maria Luiza Colaço dos. 10 Coisas que Eu Odeio em Você: a tradução para o cinema de A megera domada. 2019. 150 f., il. Dissertação (Mestrado em Estudos da Tradução)—Universidade de Brasília, Brasília, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/35656-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, 2019.pt_BR
dc.description.abstractA megera domada (The Taming of the Shrew), peça de William Shakespeare escrita no final do século XVI, figura como um dos grandes textos tragicômicos clássicos e segue firmado como texto atualizado pelas muitas adaptações feitas dessa história. Neste trabalho, o foco está na análise dos elementos que a atualizaram o filme para o público adolescente no 10 Coisas que Eu Odeio em Você (10 Things I Hate About You), do diretor Gil Junger (1999). Para tanto, o filme de Junger (1999) é contrastado com o original de Shakespeare na tradução de Millôr Fernandes (2017) e com o filme homônimo de Franco Zeffirelli, que foi lançado em 1967 e influenciou a produção cinematográfica de temática shakespeariana desde então. Assim, são apresentadas as estratégias empregadas para atualizar a peça no filme de Junger (1999), tendo em vista o público-alvo do filme e os desafios em se adaptar a obra para o contemporâneo. Para relacionar os Estudos da Tradução com os Estudos de Adaptação, lança-se mão do conceito de adaptação segundo Georges Bastin (1998, 2014), da noção de reescritura e patronagem de André Lefevere (2007) e da definição de adaptação local e adaptação global de Mona Baker (2005). Esta investigação pretende, portanto, contribuir para os estudos que consideram a tradução de forma abrangente, como uma transformação do texto de forma a inseri-lo em um novo contexto temporal e espacial.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.title10 Coisas que Eu Odeio em Você : a tradução para o cinema de A megera domadapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordEstudos da traduçãopt_BR
dc.subject.keywordAdaptação cinematográficapt_BR
dc.subject.keywordShakespeare, William, 1564-1616 - crítica e interpretaçãopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1The Taming of the Shrew, a William Shakespeare play written at the end of the 16th century, is a tragicomic classic text which often goes through actualization processes and has been turned into films and soap operas. Here, the focus lies on the analysis of elements which were used to atualize Shakespeare‟s play into the teenager-oriented movie 10 Things I Hate About You, directed by Gil Junger (1999). In order to do so, Junger‟s movie (1999) is compared to both Shakespeare‟s play as translated into Portuguese by Millôr Fernandes (2017) and Franco Zeffirelli‟s The Taming of the Shrew, released in 1967 and influential in the making of films based on Shakespeare since then. The estrategies used in Junger‟s film to actualize the play are discussed, considering the movie‟s target audience, and the challenges found in adapting a classic piece into a film for the present times. To show the relationship between Translation Studies and Adaptation Studies, Georges Bastin‟s concept of adaptation (1998, 2014) is discussed together with André Lefereve‟s (2007) rewriting and patronage, and Mona Baker‟s (2005) definition of local and global adaptation. This piece of research is thus aimed at contributing to the advancement of studies which take a broader view on translation, as a transformation whose purpose is to allow the text into a new context in time and space.pt_BR
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