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ARTIGO_EncarceramentoGeneroPanorama.pdf318,01 kBAdobe PDFView/Open
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DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorRoza Pinel, Walace-
dc.contributor.authorRêses, Erlando da Silva-
dc.date.accessioned2019-05-23T10:57:34Z-
dc.date.available2019-05-23T10:57:34Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationROZA PINEL, Walace; RESES, Erlando da Silva. Encarceramento e gênero: um panorama sobre a penitenciária feminina do Distrito Federal como espaço educativo. Impulso, Piracicaba, v. 28, n. 72, p. 139-150, maio-ago. 2018. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/impulso/article/view/3815/2277. Acesso em: 23 maio 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/34656-
dc.description.abstracto O texto procura debater as políticas públicas que ofertam no espaço penitenciário a Educação e o acesso à formação profissional como direito da pessoa humana. Ambas um direito assegurado pela Constituição Federal de 1988 – no artigo 205 – bem como, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (n. 9.394/96). Segundo a Lei de Execução Penal (n. 7.210/84), o trabalho tem a finalidade educativa e produtiva e nesse sentido emerge a Educação de Jovens e Adultos como modalidade constituída a partir do legado e influência direta dos movimentos de cultura e Educação Popular. Entendemos ainda a educação e o trabalho nas prisões sob a perspectiva crítica, humanista, libertária e dialética, devendo ser ressignificado no tempo presente, com vistas a proporcionar a tomada de decisões autônomas e conscientes; que possibilitem a instrumentalização e a emancipação de mulheres e trabalhadoras críticas, uma educação em que o direito ao sonho e à liberdade de pensamento durante o cumprimento de sua pena possibilite uma humanização dessas mulheres, dentro do espaço prisional, repercutindo quando de sua reintegração à sociedade.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherFaculdade de Ciências Humanas da Universidade Metodista de Piracicabapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEncarceramento e gênero : um panorama sobre a penitenciária feminina do Distrito Federal como espaço educativopt_BR
dc.title.alternativeJail and gender : a panorama on the feminine penitentiary of the Federal District as educational spacept_BR
dc.title.alternativeEncarceramiento y género : un panorama sobre la penitenciaria femenina del Distrito Federal como espacio educativopt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.keywordGêneropt_BR
dc.subject.keywordEnsino profissionalpt_BR
dc.subject.keywordPrisõespt_BR
dc.subject.keywordEducação popularpt_BR
dc.subject.keywordEducação de jovens e adultospt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.15600/2236-9767/impulso.v28n72p139-150pt_BR
dc.description.abstract1The text seeks to discuss the public policies that offer education in the penitentiary space and access to professional training as a human right. Both are a right guaranteed by the Federal Constitution of 1988 – in article 205 – as well as by the Law of Directives and Bases of Education (n. 9.394/96). According to the Penal Execution Law (n. 7.210/84), the work has the educational and productive purpose and in this sense emerges Youth and Adult Education as a modality constituted from the legacy and direct influence of the movements of culture and Popular Education. We also understand education and prison work from a critical, humanist, libertarian, and dialectical perspective, and must be re-dimensioned in the present time, with a view to providing autonomous and conscious decision-making; that make possible the instrumentalization and emancipation of critical women and workers, an education where the right to dream and freedom of thought during the fulfillment of their sentence make possible a humanization of these women within the prison space, repercussions when their reintegration into society of the grids.pt_BR
dc.description.abstract2El texto trata de debatir las políticas públicas que ofrecen en el espacio penitenciario la Educación y el acceso a la formación profesional como derecho de la persona humana. Ambas un derecho asegurado por la Constitución Federal de 1988 – en el artículo 205 – así como por la Ley de Directrices y Bases de la Educación (n. 9.394/96). Según la Ley de Ejecución Penal (n. 7.210/84), el trabajo tiene la finalidad educativa y productiva y en ese sentido emerge la Educación de Jóvenes y Adultos como modalidad constituida a partir del legado e influencia directa de los movimientos de cultura y Educación Popular. Entendemos también la educación y el trabajo en las prisiones bajo la perspectiva crítica, humanista, libertaria y dialéctica, debiendo ser resignificado en el tiempo presente, con miras a proporcionar la toma de decisiones autónomas y conscientes; que posibiliten la instrumentalización y la emancipación de mujeres y trabajadoras críticas, una educación donde el derecho al sueño y la libertad de pensamiento durante el cumplimiento de su pena posibiliten una umanización de estas mujeres, dentro del espacio prisional, repercutiendo cuando su reintegración a la sociedad fuera de las rejas.pt_BR
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