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dc.contributor.advisorPilati, Ronaldo-
dc.contributor.authorFarias, Jéssica Esther Machado-
dc.date.accessioned2018-05-17T17:10:53Z-
dc.date.available2018-05-17T17:10:53Z-
dc.date.issued2018-05-16-
dc.date.submitted2018-02-06-
dc.identifier.citationFARIAS, Jéssica Esther Machado. Influência da manipulação de jeitinho e de privacidade no engajamento em comportamento desonesto. 2018. ix, 60 f., il. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/31893-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2018.pt_BR
dc.description.abstractA presente pesquisa objetivou identificar anúncios brasileiros representativos do jeitinho e investigar se o conteúdo das peças publicitárias selecionadas influenciaria os participantes a se engajarem em comportamento desonesto. No Estudo 1, um total de 211 participantes (128 mulheres, 83 homens, idade média = 26,93 anos, DP = 7,81) assistiu a sete peças publicitárias e respondeu ao Questionário de Avaliação de Vídeos, ao Questionário Contextualizado do Jeitinho Brasileiro e ao inventário de personalidade Big Five. A partir desse estudo, selecionaram-se três peças publicitárias consideradas mais representativas do constructo. No Estudo 2, um total de 200 participantes (125 mulheres, 75 homens, idade média = 20,92 anos, DP = 4,56) participou de um experimento. Aos participantes, contou-se que realizariam um estudo de psicologia do consumidor, avaliariam anúncios publicitários e que concorreriam a um sorteio de um vale presente. Manipularam-se o priming de jeitinho (conteúdo dos vídeos: jeitinho ou neutro), bem como a privacidade do sorteio (com ou sem privacidade). Encontrou-se diferença estatisticamente significativa entre os grupos para manipulação de privacidade, indicando que os participantes que realizaram a tarefa de mensuração de desonestidade com privacidade tenderam a reportar valores menores do que os que realmente obtiveram no sorteio. Implicações são discutidas.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleInfluência da manipulação de jeitinho e de privacidade no engajamento em comportamento desonestopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordPublicidadept_BR
dc.subject.keywordMídiapt_BR
dc.subject.keywordPsicologia culturalpt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This research was aimed at identifying Brazilian advertisements that best represent jeitinho and at investigating if exposition to the selected ads would make participants more prone to engage in dishonest behavior. In the Study 1, a sample composed by 211 participants (128 women, 83 men, mean age = 26.93, SD = 7.81) watched seven advertisements and answered the Video Evaluation Questionnaire, the Contextualized Brazilian Jeitinho Questionnaire and a reduced version of the Big-Five personality inventory. From this study, it was possible to select the three ads that are more representative of the construct. In the Study 2, a sample composed by 200 participants (125 women, 75 men, mean age = 20.92 years-old, SD = 4.56) took part in an experiment. It was necessary to tell a cover story. The participants were told that they would participate in a consumer psychology study, that they would evaluate three advertisements and that they would enter a drawing for a R$ 130 prize. Two independent variables were manipulated: the content of the videos watched (jeitinho vs neutral) and the privacy (with vs without privacy) of the procedure to define the number of tickets received to enter the drawing. A statistically significant difference between groups was found for the privacy manipulation, i.e., participants who performed the dishonest behavior measurement task with privacy reported lower numbers than the ones they actually obtained. Implications are discussed.pt_BR
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