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dc.contributor.authorViola, Eduardo-
dc.contributor.authorFranchini, Matías-
dc.contributor.authorRibeiro, Thaís Lemos-
dc.date.accessioned2018-05-03T13:51:07Z-
dc.date.available2018-05-03T13:51:07Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.citationVIOLA, Eduardo; FRANCHINI, Matías; RIBEIRO, Thaís Lemos. Climate governance in an international system under conservative hegemony: the role of major powers. Revista Brasileira de Política Internacional, v. 55, p. 9-29, 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292012000300002&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 03 maio 2018. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S0034-73292012000300002.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/31759-
dc.description.abstractNos últimos cinco anos, a mudança climática tem se estabelecido como um condutor central de nosso tempo. Como resultado desse desenvolvimento, os mais diversificados processos sociais – bem como os campos científicos que os estudam – têm tido suas dinâmicas alteradas. Em Relações Internacionais, esse duplo desafio pode ser explicado da seguinte maneira: 1) em termos empíricos, a mudança climática impõe um aprofundamento nos níveis de cooperação na comunidade internacional, considerando o caráter comum global da atmosfera; e 2) para as Relações Internacionais enquanto disciplina, a mudança climática demanda da comunidade cientifica uma revisão conceitual das categorias concebidas para abordar o desenvolvimento da governança climática global. O objetivo deste artigo é discutir em ambos termos empírico e conceitual a estrutura da governança em mudança climática global, por meio de uma pesquisa exploratória, com o objetivo de identificar os elementos-chave que permitam entender sua dinâmica. Para isso, levamos em conta o conceito de potências climáticas. Esta discussão está fundamentada sob o seguinte quadro: nós agora vivemos em um sistema internacional sob uma hegemonia conservadora que é incapaz de responder adequadamente aos problemas da interdependência, dentre os quais – e principalmente –, a questão climática.pt_BR
dc.language.isoInglêspt_BR
dc.publisherInstituto Brasileiro de Relações Internacionaispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleClimate governance in an international system under conservative hegemony : the role of major powerspt_BR
dc.title.alternativeA governança climática em um sistema internacional sob a hegemonia conservadora : o papel das grandes potênciaspt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.keywordMudanças climáticaspt_BR
dc.subject.keywordGovernançapt_BR
dc.subject.keywordClimapt_BR
dc.rights.licenseRevista Brasileira de Política Internacional - All the contents of www.scielo.br, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License (Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0)). Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-73292012000300002&lng=en&nrm=iso&tlng=en. Acesso em: 03 maio 2018.pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/S0034-73292012000300002pt_BR
dc.description.abstract1In the last five years, climate change has been established as a central civilizational driver of our time. As a result of this development, the most diversified social processes – as well as the fields of science which study them – have had their dynamics altered. In International Relations, this double challenge could be explained as follows: 1) in empirical terms, climate change imposes a deepening of cooperation levels on the international community, considering the global common character of the atmosphere; and 2) to International Relations as a discipline, climate change demands from the scientific community a conceptual review of the categories designed to approach the development of global climate governance. The goal of this article is to discuss in both conceptual and empirical terms the structure of global climate change governance, through an exploratory research, aiming at identifying the key elements that allow understanding its dynamics. To do so, we rely on the concept of climate powers. This discussion is grounded in the following framework: we now live in an international system under conservative hegemony that is unable to properly respond to the problems of interdependence, among which – and mainly –, the climate issue.pt_BR
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