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DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorLeal, Maria do Carmopt_BR
dc.contributor.authorTheme-Filha, Mariza Mirandapt_BR
dc.contributor.authorMoura, Erly Catarina dept_BR
dc.contributor.authorCecatti, José Guilhermept_BR
dc.contributor.authorSantos, Leonor Maria Pachecopt_BR
dc.date.accessioned2017-12-07T05:13:29Z-
dc.date.available2017-12-07T05:13:29Z-
dc.date.issued2015-01pt_BR
dc.identifier.citationLEAL, Maria do Carmo et al. Atenção ao pré-natal e parto em mulheres usuárias do sistema público de saúde residentes na Amazônia Legal e no Nordeste, Brasil 2010. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, Recife, v. 15, n. 1, p. 91-104, jan./mar. 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-38292015000100091&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 29 mar. 2018. doi: http://dx.doi.org/10.1590/S1519-38292015000100008.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/29860-
dc.description.abstractObjetivos: descrever a adequação da atenção à saúde entre as mulheres que fizeram o pré-natal e/ou parto no Sistema Único de Saúde (SUS), nos municípios prioritários para a redução da mortalidade infantil na Amazônia Legal e no Nordeste. Métodos: análise de dados secundários de inquérito de base populacional com mães e crianças menores de um ano de idade que compareceram à Campanha de vacinação em 2010. A amostra estudada foi de 13.205 mulheres com acompanhamento de pré-natal e de 13.044 mulheres com acompanhamento de parto, em 252 municípios prioritários. A adequação do pré-natal e parto foi classificada em conformidade com indicadores de processo propostos pelo Programa Nacional de Humanização do Pré-natal e Nascimento. Resultados: entre as mulheres investigadas 75,4% realizaram seis ou mais consultas de pré-natal, mas somente 3,4% tiveram acesso a um pré-natal classificado como adequado. O acesso à ultrassonografia foi relatado por 96,1% das mulheres, ao exame de HIV por 91,8% e ao teste de sífilis por 68,7%. Apenas 44,2% das mulheres recebeu indicação da maternidade na qual deveria fazer o parto e a internação no local indicado ocorreu em 8,6% dos casos. A atenção ao parto foi considerada adequada para apenas 1% das entrevistadas. Os resultados variaram entre os estados e níveis socioeconômicos das mulheres. Conclusões: foram identificadas falhas na atenção ao pré-natal e parto, que é inadequada e socialmente iníqua nestas regiões, contribuindo para os precários indicadores de saúde materno infantil na Amazônia Legal e no Nordeste do Brasil.pt_BR
dc.language.isoptpt_BR
dc.publisherInstituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueirapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAtenção ao pré-natal e parto em mulheres usuárias do sistema público de saúde residentes na Amazônia Legal e no Nordeste, Brasil 2010pt_BR
dc.title.alternativePrenatal and childbirth care for women using the public health system resident in Amazonia Legal and the Northeast Region of Brazil 2010-
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.keywordServiços de saúde à maternidadept_BR
dc.subject.keywordSaúde maternapt_BR
dc.subject.keywordAcesso aos serviços de saúdept_BR
dc.subject.keywordQualidade da assistência à saúdept_BR
dc.subject.keywordMães - mortalidadept_BR
dc.rights.licenseRevista Brasileira de Saúde Materno Infantil - Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a licença Creative Commons Attribution Non-Commercial, que permite uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que sem fins comerciais e que o trabalho original seja corretamente citado (CC BY NC 3.0). Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-38292015000100091&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 29 mar. 2018.-
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/S1519-38292015000100008pt_BR
dc.description.abstract1Objectives: to describe the adequacy of healthcare among women undergoing prenatal and/or childbirth care in the Brazilian National Health System, SUS, in municipalities that have been earmarked for reduction of infant mortality in Amazonia Legal and the Northeast Region. Methods: secondary data from a populationbased survey involving mothers and children aged under one year of age attended by the 2010 vaccination campaign were analyzed. The sample under study comprised 13.205 women who had received prenatal care and 13,044 whose deliveries had been accompanied, in 252 earmarked municipalities. The adequacy of prenatal and childbirth care was classified according to process indicators proposed by the National Program for the Humanization of Prenatal Care and Childbirth. Results: of the women studied, 75.4% had attended six or more prenatal consults, but only 3.4% had access to prenatal care classified as adequate. Access to ultrasound was reported by 96.1% of the women, an HIV exam by 91.8% and a syphilis test by 68.7%. Only 44.2% of the women were told which maternity hospital they should give birth in and only 8.6% were in fact admitted to the recommended facility. Childbirth care was considered adequate for only 1% of those interviewed. The results varied from one State to another and according to the socioeconomic status of the women. Conclusions: shortcomings were identified in prenatal and childbirth care, which is inadequate and socially unjust in these regions, thereby contributing to poor indicators for maternal and child health in Legal Amazonia and the Northeast Region of Brazil.-
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