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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/29807
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Title: Acolhimento em saúde mental : operando mudanças na atenção primária à saúde
Other Titles: Admission in mental health : working with changes in primary health care
Acogimiento en salud mental : trabajo con los cambios en la atención primaria de salud
Authors: Minóia, Natali Pimentel
Minozzo, Fabiane
Assunto:: Acolhimento
Atenção primária à saúde
Saúde mental
Issue Date: Oct-2015
Publisher: Conselho Federal de Psicologia
Citation: MINÓIA, Natali Pimentel; MINOZZO, Fabiane. Acolhimento em saúde mental: operando mudanças na atenção primária à saúde. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, v. 35, n. 4, p. 1340-1349, out./dez. 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932015000401340&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 5 abr. 2018. doi: http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703001782013.
Abstract: O Movimento da Reforma Psiquiátrica evidencia a necessidade de transformação da atenção em saúde mental. A Atenção Primária à Saúde (APS) configura-se como uma estratégia de política pública que pretende promover a mudança do modelo assistencial predominante. Este artigo objetiva descrever o processo de implantação do acolhimento às pessoas em sofrimento psíquico em uma unidade de APS, no município de Porto Alegre/RS. Tem como participantes a equipe de saúde. Para tal, são apresentadas e analisadas as etapas de implantação do acolhimento, bem como os efeitos desta ação no trabalho da equipe. Discute-se o acolhimento como um operador da integralidade em saúde. Como resultados desta experiência, destaca-se a apropriação de toda a equipe de saúde pelo acolhimento dos casos de saúde mental, assim como a criação de espaços coletivos de troca entre os profissionais, para discussão dos casos complexos. Conclui-se que o acolhimento às demandas de saúde mental pelas equipes de APS auxilia na reorganização do processo de trabalho no que se refere à atenção em saúde mental, a partir de uma lógica usuário centrada, possibilita a criação de novos modos de agir e intervir da equipe e impulsiona a corresponsabilização pelas várias dimensões do adoecer e do sofrimento psíquico.
Abstract: The psychiatric reform movement highlights the need to transform mental health care practices. Primary health care (PHC) was designed as a public policy strategy that seeks to promote changes in the predominant model of care. The objective of this article is to describe the implementation of the admission process for those who suffer from psychiatric distress in a PHC unit, in the municipality of Porto Alegre/RS. A team of healthcare providers will participate in this process. The implementation stages of the admission process are presented and analyzed as well as the effects of this action in the work carried out by the team of healthcare providers. Admission is discussed as a component of healthcare. The results of this experience highlight the need to incorporate the entire team of health care providers in the admission process and creation of a collective space designated for professional exchange amongst team members to discuss complex cases. In conclusion, the needs of the PHC teams pertaining to the mental health admission process will support the reorganization of the work pertaining to mental health care, which is centered on the patient. This will enable the creation of new methods of operation and intervention by the team, allowing for shared responsibility across the different aspects of both physical and psychological care.
Resumen: El Movimiento de la Reforma Psiquiátrica pone en evidencia la necesidad de transformación de la atención en salud mental. La Atención Primaria de Salud (APS) se configura como una estrategia de política pública que pretende promover el cambio del modelo asistencial predominante. Este artículo tiene el objetivo de describir el proceso de implantación del acogimiento de personas con sufrimiento psíquico en una unidad de APS en el municipio de Porto Alegre/RS. Cuenta con la participación del equipo de salud. Para ello, se presentan y analizan las etapas de implantación del acogimiento, así como los efectos de esta acción en el trabajo del equipo. Se discute el acogimiento como un operador de la integralidad en salud. Como resultados de esta experiencia se destaca la apropiación de todo el equipo de salud por el acogimiento de los casos de salud mental así como la creación de espacios colectivos de intercambio entre los profesionales, para discutir los casos complejos. Se concluye que el acogimiento de las demandas de salud mental por los equipos de APS auxilia en la reorganización del proceso de trabajo en lo que se refiere a la atención en salud mental. A partir de una lógica centrada en el usuario, hace posible la creación de nuevos modos de actuar e intervenir del equipo e impulsa la corresponsabilización por las varias dimensiones del adolecer y del sufrimiento psíquico.
Licença:: Psicologia: Ciência e Profissão - This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution Non-Commercial License, which permits unrestricted non-commercial use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited (CC BY 4.0). Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932015000401340&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 5 abr. 2018.
DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703001782013
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