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DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorJakobi, Heinz Rolandpt_BR
dc.contributor.authorBranco, Anadergh Barbosa de Abreupt_BR
dc.contributor.authorBueno, Luis Fernandopt_BR
dc.contributor.authorFerreira, Ricardo de Godoi Mattospt_BR
dc.contributor.authorCamargo, Luís Marcelo Aranhapt_BR
dc.date.accessioned2017-12-07T05:03:13Z-
dc.date.available2017-12-07T05:03:13Z-
dc.date.issued2013-11pt_BR
dc.identifier.citationJAKOBI, Heinz Roland et al. Incapacidade para o trabalho: análise dos benefícios auxílio-doença concedidos no estado de Rondônia. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 18, n. 11, p. 3157-3168, nov. 2013. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232013001100006. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232013001100006&lng=pt&tlng=pt. Acesso em: 13 ago. 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/28923-
dc.description.abstractTrata-se de um estudo epidemiológico descritivo com objetivo de estimar a prevalência e a duração dos benefícios auxílio-doença, concedidos pelo Instituto Nacional de Seguro Social, bem como dos fatores associados à incapacidade para o trabalho entre os trabalhadores empregados em Rondônia em 2008. As prevalências foram apresentadas por 10.000 trabalhadores e estratificadas por sexo, idade, diagnóstico, atividade econômica, espécie e duração dos benefícios. Os homens apresentaram maiores prevalência e duração dos benefícios. Os benefícios previdenciários mostraram-se 2,5 mais prevalentes do que os acidentários e ambos aumentaram com a idade. Os acidentários foram mais prevalentes na faixa etária de 50-59 anos. silvicultura: construção civil e locação de mão de obra: apresentaram as maiores prevalências. Os principais grupos diagnósticos foram lesões; doenças do sistema osteomuscular e doenças do aparelho digestivo: A duração dos benefícios auxílio-doença foi maior entre homens, com > 40 anos e na espécie previdenciária. A atividade econômica é um importante fator de risco para a incapacidade para o trabalho, e precisa ser mais bem explorada como tal visando melhorar a prevenção de doenças e diminuir o impacto na saúde dos trabalhadores decorrentes das condições ambientais e dos processos de trabalho.pt_BR
dc.language.isoptpt_BR
dc.publisherABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletivapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleIncapacidade para o trabalho : análise dos benefícios auxílio-doença concedidos no estado de Rondôniapt_BR
dc.title.alternativeInability to work : analysis of sickness benefits granted in the State of Rondônia-
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.keywordPrevidência socialpt_BR
dc.subject.keywordSilviculturapt_BR
dc.subject.keywordFerimentos e lesõespt_BR
dc.rights.licenseCiência & Saúde Coletiva - (CC BY-NC) - Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons. Fonte: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232013001100006&lng=pt&tlng=pt. Acesso em: 13 ago. 2020.-
dc.identifier.doihttps://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232013001100006pt_BR
dc.description.abstract1This is a descriptive epidemiological study aiming to o estimate the prevalence and duration of sickness benefits granted by the Brazilian Social Security Institute, as well as the clinical causes of inability to work among employees in Rondonia in 2008. The prevalence was submitted by 10,000 workers and stratified by sex, age, diagnosis, economic activity, and type and duration of benefits. Men had a higher prevalence and duration of benefits. Social security benefits were found to be 2,5 times more prevalent than accident benefits and both increased with age. Labor accidents were more prevalent in the age group ranging between 50-59 years, and Forestry, construction and manpower leasing: had the highest prevalence. The main diagnostic groups were injuries, musculoskeletal system disorders and digestive diseases. The duration of the sickness benefits was higher among men, =40 years and in the social security category. The economic activity is an important risk factor for Inability to work, and it needs to be further explored in order to improve sickness prevention and reduce the impact on workers' health arising from environmental conditions and working processes.-
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