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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/2874
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Title: Lévinas e o giro ontológico : axioma e utopia na ética do outro
Authors: Borges, Gabriela Lafetá
Orientador(es):: Milovic, Miroslav
Assunto:: Ética contemporânea
Ontologia
Ética
Filosofia
Issue Date: 2007
Citation: BORGES, Gabriela Lafetá. Lévinas e o giro ontológico: axioma e utopia na ética do outro. 2007. 101 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia)-Universidade de Brasília, Brasília, 2007.
Abstract: O presente estudo pretende expor a possibilidade mesma da moralidade, entre o fascínio e o fato, às voltas com a linguagem que, inevitavelmente, a configura e a põe à prova. Nos caminhos do filósofo Franco-Lituano, Emmanuel Lévinas (1906-1995), é proposto um confronto com a ontologia como resposta última à questão do ser – seu jogo temporal de devires e consumações como obra da verdade -, trazendo à tona, em seu lugar, a integridade do rosto como linguagem original: começo e fim de uma consideração extrema e de uma responsabilidade como convocação irredutível. É desse confronto com toda uma tradição na filosofia e num período da história que constrangeu drasticamente a expansão do homem, que Lévinas nega um conceito ao ‘homem’ para lançar-se à esfera do direito pela via ética. Do arrebatamento em ser nas mãos de um sujeito que diz “Eu”, Lévinas põe a questão do meu direito em ser, evocando, assim, a intriga filosófica por excelência e a vida mesma do espírito, qual seja, o acontecimento ético que coloca o Outro à cena do mundo. _____________________________________________________________________________________________ RÉSUMÉ
L’étude présente a comme but exposer la possibilité même de la moralité, entre la fascination et le fait, dans ce qui se rapporte au langage, lequel inévitablement la configure et la juge. A partir du philosophe Franc-Lituanien, Emmanuel Lévinas (1906-1995), une confrontation s’impose entre ses idées et l’ontologie. Celle-ci comme la réponse dernière à la question de l’être – son jeu temporel de devenirs et consommations comme l’œuvre de la verité. Ainsi, il éveille, au lieu de l’ontologie, l’intégrité du visage comme langage original: commencement et fin d’une considération extrême et d’une responsabilité comme convocation irréductible. C’est à partir de cette confrontation avec toute une tradition philosophique et dans une période de l’histoire qui contraingnit terriblement l’expansion de l’homme, que Lévinas nie un concept à ‘l’homme’ pour se lancer au domaine du droit par la vie éthique. De l’exaltation en être dans les mains d’un sujet qui dit « Je », Lévinas met la question de mon droit en être, en évoquant l’intrigue philosophique par excellence et la vie même de l’esprit, c’est-à-dire, l’évènement éthique qui place l’Autre dans la scène du monde.
Description: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Humanidades, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Gradução, 2007.
Appears in Collections:FIL - Mestrado em Filosofia (Dissertações)

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