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dc.contributor.authorSantos, Fernando Passos dospt_BR
dc.contributor.authorChalub-Martins, Leilapt_BR
dc.date.accessioned2017-12-07T05:01:04Z-
dc.date.available2017-12-07T05:01:04Z-
dc.date.issued2012-06pt_BR
dc.identifier.citationSANTOS, Fernando Passos dos; CHALUB-MARTINS, Leila. Agroecologia, consumo sustentável e aprendizado coletivo no Brasil. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 38, n. 2, p. 469-484, abr./jun. 2012. DOI: https://doi.org/10.1590/S1517-97022011005000008. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022012000200013&lng=pt&tlng=pt. Acesso em: 22 set. 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/28578-
dc.description.abstractO que acontece quando consumidores e produtores agroecológicos adotam uma prática econômica alternativa ao consumo convencional? O presente artigo analisa e qualifica as comunidades aprendentes existentes no âmbito desse tipo de prática econômica. O estudo de caso do grupo de consumo coletivo de produtos agroecológicos Trocas Verdes, situado em Campinas (SP), no contexto da agricultura familiar no Brasil, mostrou que as trocas econômicas são também trocas de saberes. Além disso, tais trocas constituem uma práxis em educação ambiental. As três dimensões da sustentabilidade - econômica, social e ambiental - são as categorias de análise utilizadas para determinar o potencial pedagógico existente na articulação de uma prática de consumo coletivo. A partir da metodologia da pesquisa participante, observou-se que, na venda direta de produtos agroecológicos a grupos de consumidores organizados de forma autônoma ou que funcionam em regime de autogestão, essa prática econômica também caracteriza um processo de educação ambiental crítica, pois possibilita que se apreenda coletivamente a realidade socioeconômica dos atores envolvidos. As dinâmicas socioeconômicas são objeto de aprendizado dos consumidores e pesquisadores atuantes nas compras e, assim, conclui-se que esse tipo de prática promove um aprendizado coletivo. O presente estudo confirma que um importante fator para a existência de comunidades aprendentes é a autogestão da organização social.pt_BR
dc.language.isoptpt_BR
dc.publisherFaculdade de Educação da Universidade de São Paulopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAgroecologia, consumo sustentável e aprendizado coletivo no Brasilpt_BR
dc.title.alternativeAgroecology, sustainable consumption and collective learning in Brazil-
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.keywordEcologia agrícolapt_BR
dc.subject.keywordSociedade de consumopt_BR
dc.subject.keywordEducação ambientalpt_BR
dc.subject.keywordSustentabilidadept_BR
dc.subject.keywordComunidade de aprendizagempt_BR
dc.rights.licenseEducação e Pesquisa - (CC BY-NC) - Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons. Fonte: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022012000200013&lng=pt&tlng=pt. Acesso em: 22 set. 2020.-
dc.identifier.doihttps://dx.doi.org/10.1590/S1517-97022011005000008pt_BR
dc.description.abstract1What happens when consumers and agro-ecological producers adopt an economic practice alternative to conventional consumption? This article characterizes and analyzes the learning communities which exist within this type of economic practice. The case study of Trocas Verdes (Green Exchange), - a group of collective consumption of agro-ecological products, located in Campinas (SP) - in the context of family farming in Brazil, has shown that economic exchanges are also exchanges of knowledge. Moreover, these exchanges constitute a praxis in environmental education. To determine the educational potential which exists in the articulation of a practice of collective consumption, we have used the three dimensions of sustainability - economic, social and environmental - as categories of analysis. Based on the participatory research methodology, we have observed that in the direct sale of agro-ecological products to groups of consumers that are organized independently or self-managed, this economic practice also characterizes a process of critical environmental education, because it allows learning collectively the socioeconomic reality of the actors involved. The socio-economic dynamics are learnt by the consumers and researchers working in the trade, and thus it is possible to conclude that this practice promotes collective learning. This study confirms that an important factor for the existence of learning communities is the self-management of social organizations.-
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