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dc.contributor.authorSoares, Francisco José Passos-
dc.contributor.authorShimizu, Helena Eri-
dc.contributor.authorGarrafa, Volnei-
dc.date.accessioned2017-08-28T15:32:56Z-
dc.date.available2017-08-28T15:32:56Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationSOARES, Francisco José Passos; SHIMIZU, Helena Eri. GARRAFA, Volnei. Código de Ética Médica brasileiro: limites deontológicos e bioéticos. Revista Bioética, Brasília, v. 25, n. 2, p. 244-254, mai./ago. 2017. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-80422017000200244&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 8 ago. 2017. doi: http://dx.doi.org/10.1590/1983-80422017252184.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/24324-
dc.description.abstractA evolução tecnocientífica tem imposto desafios à sociedade e, particularmente, à medicina. Mudanças sociais nas relações médico-paciente e entre profissionais da saúde demandam novas formas de regulação dessas relações. O atual Código de Ética Médica adota o modelo principialista norte-americano como referencial ético, universalista, baseado na autonomia, em descompasso com a emergente bioética latino-americana, que tem como pressupostos teóricos a pluralidade dos sujeitos morais e a prática multi, inter e transdisciplinar, orientada para saúde pública e coletiva e defesa dos mais vulnerados. O texto reflete sobre aspectos históricos conformadores das profissões e seus códigos e as razões do descompasso da evolução da bioética no Brasil e da revisão do Código de Ética Médica. Igualmente, reflete sobre os desafios contemporâneos para o poder médico, que impõem ampliação do debate ético para elaboração de formatos mais democráticos dos códigos profissionais, tendo como eixo estruturante a Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.language.isoInglês-
dc.language.isoEspanhol-
dc.publisherConselho Federal de Medicinapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleCódigo de Ética Médica brasileiro : limites deontológicos e bioéticospt_BR
dc.title.alternativeCódigo de Ética Médica brasileño : límites deontológicos y bioéticospt_BR
dc.title.alternativeThe Brazilian Code of Medical Ethics : Ethical and bioethical limitspt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.keywordBioéticapt_BR
dc.subject.keywordÉtica médicapt_BR
dc.subject.keywordBiomedicinapt_BR
dc.rights.licenseRevista Bioética - This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. (Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)). Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-80422017000200244&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 8 ago. 2017.pt_BR
dc.identifier.doihttps://dx.doi.org/10.1590/1983-80422017252184pt_BR
dc.description.abstract1The technological and scientific evolution has imposed challenges on society and especially on medicine. Changes in the doctor-patient relationship and among healthcare professionals require new regulatory formats to such relationships. The current Brazilian Code of Medical Ethics adopts the principialist North American model as a universal ethical framework, based on autonomy that is out of step with the emerging bioethics in Latin America, whose theoretical assumptions on the plurality of moral subjects and multi-inter- transdisciplinarity are oriented to public health and the defense of the most vulnerable. The text reflects on the historical aspects that organize professions and their codes, and on the reasons for the gap in the evolution of bioethics in Brazil and the revision of the code. Equally, the text considers the contemporary challenges to the medical authority, which imposes the extension of the ethical debate to draft more democratic formats of professional codes, considering the Universal Declaration on Bioethics and Human Rights as the structural axis.pt_BR
dc.description.abstract2La evolución tecnológica y científica le ha impuesto retos a la sociedad y, en particular, a la medicina. Los cambios sociales en la relación médico-paciente y entre los profesionales de la salud requieren nuevos formatos regulatorios para estas relaciones. El actual Código de Ética Médica adopta el modelo norteamericano principialista como marco ético, universalista, basado en la autonomía, fuera de sintonía con la bioética latinoamericana emergente, que tiene como presupuestos teóricos la pluralidad de sujetos morales y las prácticas multi, inter y transdisciplinarias orientadas a la salud pública y colectiva, y a la defensa de los más vulnerables. El texto reflexiona sobre los aspectos históricos configuradores de las profesiones y de sus códigos, sobre las razones de las diferencias en la evolución de la bioética en Brasil y de la revisión del código. Asimismo, reflexiona acerca de los desafíos contemporáneos del poder médico, que imponen la ampliación del debate ético para el desarrollo de formatos más democráticos de los códigos profesionales, basados en la Declaración Universal sobre Bioética y Derechos Humanos.pt_BR
Appears in Collections:DSC - Artigos publicados em periódicos
UnB - Direitos Humanos

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