Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/22716
Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2016_BrunoFonteneleCarvalho.pdf1,25 MBAdobe PDFView/Open
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorLeite, André Ferreira-
dc.contributor.authorCarvalho, Bruno Fontenele-
dc.date.accessioned2017-02-22T19:17:31Z-
dc.date.available2017-02-22T19:17:31Z-
dc.date.issued2017-02-22-
dc.date.submitted2016-12-07-
dc.identifier.citationCARVALHO, Bruno Fontenele. Análise fractal em tomografias computadorizadas de mulheres na pós-menopausa. 2016. 80 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/22716-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2016.en
dc.description.abstractA osteoporose é uma doença caracterizada por uma reduzida resistência óssea e aumento de suscetibilidade a fraturas. É considerada um grande problema de saúde pública, devido aos impactos econômicos e sociais causados pelas fraturas por trauma mínimo. A resistência óssea é refletida pela densidade mineral óssea (DMO) e pela qualidade óssea. Apesar do diagnóstico ser baseado na análise da DMO pela densitometria por dupla emissão de raios X (DXA), alguns pacientes com DMO normal apresentam fraturas, provavelmente relacionadas à fragilidade óssea. A análise da dimensão fractal (DF) pode ser uma ferramenta auxiliar promissora para identificar alterações microarquiteturais ósseas. Poucos estudos analisaram o padrão trabecular em radiografias odontológicas de pacientes com osteoporose, seguindo a metodologia da DF. No entanto, estudos prévios demonstraram que diversas modalidades de imagem podem servir como ferramentas auxiliares para identificar pacientes com baixa DMO. O objetivo principal deste estudo foi comparar a análise da DF em tomografias computadorizadas de feixe cônico (TCFC), em dois sítios ósseos (segunda vértebra cervical e osso trabecular mandibular) de 103 mulheres na pós-menopausa, sendo 51 com diagnóstico de osteoporose e 52 com diagnóstico de DMO normal, de acordo com o exame de DXA da coluna lombar e do fêmur proximal. Além disso, a reprodutibilidade destas medidas foi avaliada. Também foi avaliada a acurácia de ambas as medidas para identificar mulheres com baixa DMO. As seguintes análise estatísticas foram realizadas: coeficientes de correlação, ANOVA e análises de curva ROC. A significância estatística foi considerada para um p-valor menor que 0,05. Duas técnicas distintas de análise da DF foram utilizadas. Portanto, foram duas regiões de interesse (ROI1 e ROI2) e duas formas de análise: tradicional e modificada, totalizando 4 medidas (ROI1t, ROI1m, ROI2t e ROI2m). Não foram encontradas correlações das análises de DF com a DMO da coluna lombar e do fêmur proximal. As medidas demonstraram baixa precisão. Além disso, não houve acurácia das análises de DF para identificar mulheres na pós-menopausa com baixa DMO. Os resultados sugerem que a DF não pode ser utilizada em exames de TCFC, na forma como foi avaliada, para predizer o diagnóstico densitométrico de osteoporose e de baixa DMO.en
dc.language.isoPortuguêsen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.titleAnálise fractal em tomografias computadorizadas de mulheres na pós-menopausaen
dc.typeDissertaçãoen
dc.subject.keywordOsteoporoseen
dc.subject.keywordTomografia computadorizadaen
dc.subject.keywordFractaisen
dc.subject.keywordDensitometria ósseaen
dc.subject.keywordMulheres - saúde e higieneen
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.en
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.26512/2016.12.D.22716pt_BR
dc.description.abstract1Osteoporosis is a disease characterized by reduced bone strength and increased susceptibility to fractures. It is considered a major public health problem due to the economical and social impact caused by the minimal trauma fractures. The bone strength is reflected by the bone mineral density (BMD), and also by bone quality. Although the diagnosis is based on BMD analysis according to dual-energy absorptiometry (DXA), some patients with normal BMD presents fractures, probably related to bone fragility. The fractal dimension (FD) analysis may be a promising tool for identifying bone microarchitectural changes. Few studies have analyzed the trabecular pattern on dental radiographs of osteoporotic patients, following the FD approach. Nevertheless, previous studies have demonstrated that several dental imaging modalities could serve as auxiliary tools for identifying low BMD patients. The aim of this study was to compare FD, measured at two bone sites (second cervical vertebra and on the trabecular bone of the mandible) on cone-beam computed tomography exams of 103 postmenopausal women with normal BMD (52 women) and osteoporosis (51 women), according to DXA at the lumbar spine (L1-L4), and at the proximal femur (femoral neck and total hip). In addition, the reproducibility of such analysis was tested, and also the correlations between BMD at the two bone sites. The accuracy for predicting the densitometric diagnosis was also evaluated. The following statistical analyses were performed: correlations coefficients, ANOVA, and ROC curves. P values less than .05 indicated statistical significance. Two different techniques for analyzing FD were performed. Therefore, at two regions of interest (ROI1 and ROI2), a traditional form of analyzing DF and a modified form of analyzing were used, totalizing four measurements (ROI1t, ROI1m, ROI2t e ROI2m). For all these measurements, no correlations were found with BMD at the lumbar spine and the proximal femur. The measurements presented low precision. In addition, the FD analyses had no accuracy for identifying low BMD of postmenopausal women. The results suggest that FD, with the methodology used in this study, cannot predict the densitometric diagnosis of osteoporosis and low BMD.en
Appears in Collections:PPGCS - Mestrado em Ciências da Saúde (Dissertações)

Show simple item record Recommend this item " class="statisticsLink btn btn-primary" href="/handle/10482/22716/statistics">



Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.