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2016_JulianaSilvaRochaAguiar.pdf864,05 kBAdobe PDFView/Open
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dc.contributor.advisorSouza, Wânia Cristina de-
dc.contributor.authorAguiar, Juliana Silva Rocha-
dc.date.accessioned2016-04-27T20:32:42Z-
dc.date.available2016-04-27T20:32:42Z-
dc.date.issued2016-04-27-
dc.date.submitted2016-03-21-
dc.identifier.citationAGUIAR, Juliana Silva Rocha. Como crianças reconhecem emoções em faces: o uso da variação da intensidade emocional. 2016. viii, 59 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências do Comportamento)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/20036-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Processos Psicológicos Básicos, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Comportamento, 2016.en
dc.description.abstractA capacidade de reconhecer emoções em faces é uma habilidade essencial à interação humana e fornece informações relevantes, ao permitir predizer comportamentos de outras pessoas. Tal aptidão está presente desde a infância e avança ao longo do desenvolvimento humano. Pesquisas que utilizam a técnica morphing com crianças sugerem haver variação da habilidade de reconhecer emoções em faces em continuum, com algumas necessitando de maior ou menor intensidade da expressão emocional para percebê-las. Portanto, o objetivo deste estudo consistiu em examinar o reconhecimento emocional em faces na infância, utilizando uma tarefa com variação da intensidade emocional, a fim de verificar se o nível de intensidade influencia seu desempenho. Participaram da pesquisa 28 crianças entre 7 e 11 anos, de ambos os sexos, do 1o ao 6o ano do Ensino Fundamental. Queixas comportamentais e QI foram critérios de exclusão. Naquelas selecionadas, foi aplicado um Teste de Reconhecimento de Emoções em Face Infantil, que apresentou 168 imagens manipuladas pela técnica morphing, contendo expressões das seis emoções básicas. Os resultados indicaram idade como tendência de crescimento sobre a probabilidade de acerto no julgamento da emoção avaliada. Bem como taxas mais altas de acerto diante da emoção de alegria, enquanto piores desempenhos perante faces de medo. O principal achado foi que a intensidade emocional previu a probabilidade de acertos, aumentando em 42% a chance de acerto a cada aumento de unidade da intensidade. Tais achados são relevantes porque corroboram que o reconhecimento de emoções em diferentes níveis pode ser mais sensível às diferenças individuais.en
dc.language.isoPortuguêsen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.titleComo crianças reconhecem emoções em faces : o uso da variação da intensidade emocionalen
dc.typeDissertaçãoen
dc.subject.keywordEmoçõesen
dc.subject.keywordDesenvolvimento infantilen
dc.subject.keywordMorphingen
dc.subject.keywordIntensidade emocionalen
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.en
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.26512/2016.03.D.20036-
dc.description.abstract1The ability to recognize emotions in faces is an essential skill to human interaction. This recognition provides relevant information by allowing to predict behaviors of others. Such ability is present since childhood and continues to progress along the human development. Research using the morphing technique with children suggest a change in the ability to recognize emotions in faces on a continuum, and some require greater or lesser intensity to perceive it. Therefore, the aim of this study was to examine the emotional recognition in faces over childhood, using a task with range of emotional intensity to verify that the level of emotional intensity influences their performances. The participants were 28 children between 7 and 11 years of age, of both sexes, students from 1st to 6th grade of elementary school. Measures of IQ and behavioral complaints were used as exclusion criteria. In selected children, it was applied a Test of Facial Emotion Recognition for Children, which presented 168 images manipulated by the morphing technique, containing expressions of the six basic emotions. Results indicated age as a trend of growth over the likelihood of success. As well as higher rates of success on the emotion of happiness, while worst performances before faces of fear. The main finding was that the emotional intensity predicted the likelihood of participants’ successes, increasing by 42% the chance to increase at every unit in intensity. These results are important because they confirm that the recognition of emotions in different intensity may be more sensitive to differences among individuals.-
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