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dc.contributor.advisorLima, Ricardo Moreno-
dc.contributor.authorGauche, Rafael-
dc.date.accessioned2016-01-06T11:30:51Z-
dc.date.available2016-01-06T11:30:51Z-
dc.date.issued2016-01-06-
dc.date.submitted2015-08-25-
dc.identifier.citationGAUCHE, Rafael. Efeitos de diferentes métodos de treinamento resistido sobre a reatividade da pressão arterial ao estresse mental em mulheres idosas hipertensas. 2015. v, 125 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação Física)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/19087-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física, 2015.en
dc.description.abstractOBJETIVO: Verificar as respostas hemodinâmicas e autonômicas ao exercício resistido em idosas hipertensas medicadas, comparando-se os métodos tradicional e de circuito. METODOLOGIA: Dez mulheres idosas (71,1 ± 5,5 anos; 1,5 ± 0,1 m; 56,1 ± 9,8 kg; 24,2 ± 3,9 IMC) com hipertensão controlada participaram do estudo. As voluntárias foram submetidas a 4 sessões de familiarização e determinação de carga, e a 2 sessões experimentais de exercício resistido (tradicional e circuito). A carga foi determinada por meio da escala de percepção de esforço OMNI-RES, com o protocolo experimental composto por 3 séries de 12 repetições em 7 exercícios. A pressão arterial, a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e a reatividade pressórica ao estresse mental (teste de Stroop) foram avaliadas antes e após as sessões experimentais. Um teste t pareado foi utilizado para as comparações das variáveis hemodinâmicas e autonômicas de repouso e demais características das sessões experimentais. Análises de variância de medidas repetidas foram executadas para verificação dos efeitos dos dois métodos de exercício resistido na pressão arterial, VFC e reatividade da pressão arterial ao estresse mental. A significância estatística adotada foi de p < 0,05. RESULTADOS: O exercício resistido não promoveu alterações na pressão arterial pós-exercício para dos métodos estudados, em relação aos valores de repouso. Uma depressão vagal foi observada durante 15 minutos para a análise realizada no domínio de frequência da VFC, não confirmada por análise no domínio de tempo. A complexidade da frequência cardíaca foi reduzida por 45 minutos após o exercício, sem diferença entre as sessões. Pela primeira vez, foi verificada uma atenuação na reatividade da pressão arterial ao estresse mental após o exercício resistido, sem diferença entre os métodos estudados. Essa atenuação pode ser justificada, em parte, por uma redução na ativação simpática durante o estresse mediada pelo exercício. CONCLUSÕES: O exercício resistido é uma ferramenta eficaz na redução da reatividade pressórica ao estresse mental, o que pode estar associado a uma redução aguda no risco cardiovascular. Esses resultados apresentam implicação clínica de relevância, e se agregam a evidências prévias que recomendam essa modalidade de treino como importante componente de um programa de treinamento físico para idosos e para portadores da HA.en
dc.language.isoPortuguêsen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.titleEfeitos de diferentes métodos de treinamento resistido sobre a reatividade da pressão arterial ao estresse mental em mulheres idosas hipertensasen
dc.title.alternativeEffects of different methods of resistance training on blood pressure reactivity to mental stress in elderly hypertensive womenen
dc.typeDissertaçãoen
dc.subject.keywordStress mentalen
dc.subject.keywordExercícios físicos para idososen
dc.subject.keywordMulheres idosasen
dc.subject.keywordPressão arterialen
dc.subject.keywordHipertensãoen
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.en
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.26512/2015.08.D.19087-
dc.description.abstract1OBJECTIVES: Verify the hemodynamic and autonomic responses to resistance exercise in elderly hypertensive women in use of medication, comparing traditional vs circuit-weight methods. METHODOLOGY: Ten elderly women (71,1 ± 5,5 years; 1,5 ± 0,1 m; 56,1 ± 9,8 kg; 24,2 ± 3,9 BMI) with controlled hypertension participated in the study. Volunteers were subjected to 4 familiarization and load determination sessions, and to 2 resistance exercise experimental sessions (traditional and circuit). Load was determined with the perceived exertion OMNI-RES scale, with the experimental protocol consisting in 3 series of 12 repetitions in 7 exercises. Blood pressure, heart rate variability (HRV) and blood pressure reactivity (Stroop color-word test) were evaluated before and after experimental sessions. A paired t-test was used for comparison of hemodynamic and autonomic variables at rest, and for further experimental sessions characteristics. Repeated analysis of variance were utilized to verify the effects of the 2 resistance exercise methods employed on blood pressure, HRV and blood pressure reactivity to mental stress. Significance level was set at p < 0.05. RESULTS: No changes on blood pressure were observed after exercise in any resistance exercise method employed, in relation to rest values. A vagal depression was observed during 15 minutes by frequency domain analysis of HRV, not confirmed by analysis in time domain. Heart rate complexity was reduced by 45 minutes post-exercise, with no difference between sessions. It was demonstrated, for the first time and similarly for both methods, that resistance exercise attenuated blood pressure reactivity to mental stress. This attenuation may be justified, in part, by an exercise-mediated reduction in sympathetic activation during stress. CONCLUSIONS: Resistance exercise is an effective tool to reduce blood pressure reactivity to mental stress, which could therefore be associated with an acute reduction on cardiovascular risk. This result presents relevant clinical implications, joining previous evidence that recommend this training modality as an important component of an exercise program designed for the elderly and hypertensive subjects.-
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