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2014_KeittyReginaCordeiroDeAndrade.pdf528,07 kBAdobe PDFView/Open
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dc.contributor.advisorPereira, Maurício Gomes-
dc.contributor.authorAndrade, Keitty Regina Cordeiro de-
dc.date.accessioned2014-12-12T18:12:02Z-
dc.date.available2014-12-12T18:12:02Z-
dc.date.issued2014-12-12-
dc.date.submitted2014-11-12-
dc.identifier.citationANDRADE, Keitty Regina Cordeiro de. Incapacidade funcional de adultos no Brasil: prevalência e fatores associados. 2014. 43 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/17352-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciência da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciência da Saúde, 2014.en
dc.description.abstractIntrodução: A incapacidade funcional é definida como a dificuldade ou inabilidade de realizar atividades cotidianas básicas dentro dos padrões normais para o ser humano, o que gera impacto na habilidade de desenvolver atividades típicas e desejáveis na sociedade. Em âmbito nacional, existe escassez de estudos de base populacional sobre a prevalência de incapacidade funcional entre os adultos, sendo oportuno estudá-lo com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Objetivo: Estimar a prevalência da incapacidade funcional de adultos no Brasil e investigar os fatores associados. Métodos: Foram utilizadas as informações do suplemento saúde da PNAD de 2008. A variável dependente foi a incapacidade funcional entre adultos de 18 a 65 anos, mensurada pela dificuldade para caminhar cerca de cem metros. Foram calculados os odds ratios (OR) brutos e seus respectivos intervalos de confiança (IC 95%) e ajustados para variáveis do estudo por meio de regressão logística ordinal seguindo um modelo hierarquizado. Em todos os cálculos foram considerados os pesos amostrais e plano amostral da PNAD. Resultados: Foram incluídas 18.745 entrevistas no estudo. A população era predominantemente feminina, e a maior parte dos adultos tinha entre 50 e 65 anos. Incapacidade funcional foi autorreferida por mais de um terço dos entrevistados. A incapacidade foi significativamente maior entre os homens (OR = 1,17; IC 95%: 1,09–1,27), pessoas com idade entre 35 a 49 anos (OR = 1,30; IC 95%: 1,17–1,45) e 50 a 65 anos (OR = 1,38; IC 95%: 1,24–1,54), indivíduos desocupados (OR = 2,21; IC 95%: 1,65–2,96), adultos que reportaram ter doença cardíaca (OR = 1,13; IC 95%: 1,03–1,24), diabetes mellitus (OR = 1,16; IC 95%: 1,05–1,29), hipertensão arterial (OR = 1,10; IC 95%: 1,02–1,18), e artrite ou reumatismo (OR = 1,24; IC 95%: 1,15–1,34), e participantes que estiveram internados nos últimos doze meses (OR = 2,35; IC 95%: 1,73–3,20). Conclusão: Incapacidade funcional é comum entre os adultos brasileiros, o que demonstra a necessidade de implementação de ações públicas que possam favorecer a redução e/ou retardamento das incapacidades. Tais intervenções devem ser específicas a determinadas faixas etárias, direcionadas ao aumento da escolarização e melhoria da condição econômica e na assistência aos indivíduos hospitalizados, além da prevenção de algumas doenças crônicas, contribuindo na promoção da qualidade de vida dos adultos brasileiros.en
dc.language.isoPortuguêsen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.titleIncapacidade funcional de adultos no Brasil : prevalência e fatores associadosen
dc.typeDissertaçãoen
dc.subject.keywordIncapacidade funcionalen
dc.subject.keywordHabilidade profissionalen
dc.subject.keywordLimitação da mobilidadeen
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.en
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.26512/2014.11.D.17352-
dc.contributor.advisorcoSilva, Marcus Tolentino-
dc.description.abstract1Introdução: Disability is defined as difficulty or inability to perform basic daily activities within normal for humans, which generates impact on the ability to develop typical and desirable in society activity patterns. Nationally, there is paucity of population-based studies on the prevalence of disability among adults, and one should study it with the results of the National Sample Survey (PNAD). Objetivo: To estimate the prevalence of disability in adults in Brazil and to investigate the associated factors. Métodos: The information in the health supplement of the PNAD 2008. The dependente variable was used was functional disability among adults 18 to 65 years measured by difficulty to walk about a hundred yards. Odds ratios (OR) and their respective gross confidence intervals (95% CI)) were calculated and adjusted for study variables by ordinal logistic regression following a hierarchical model. In all calculations we considered the PNAD sample weights. Resultados: 18.745 interviews were included in the study. The population was predominantly female, and most of the adults were between 50 and 65 years. Functional disability was self-reported by more than a third of respondents. The failure was significantly higher among men (OR = 1.17; 95% CI: 1.09-1.27), persons aged 35-49 years (OR = 1.30; 95% CI: 1.17-1.45) and 50-65 years (OR = 1.38; 95% CI: 1,24–1.54), unemployed individuals (OR = 2.21; 95% CI: 1.65-2.96), adults who reported having cardiovascular disease (OR = 1.13; 95% CI: 1.03-1.24), diabetes mellitus (OR = 1.16; 95% CI: 1.05-1.29), hypertension (OR=1.10; 95% CI: 1.02-1.18), and arthritis or rheumatism (OR=1.24; 95% CI: 1.15-1.34), and participants who were hospitalized in last twelve months (OR=2.35; 95% CI: 1.73-3.20). Conclusão: Functional disability is common among Brazilian adults, demonstrating the need for implementation of public actions that may favor the reduction and/or delay disability. Such interventions should be specific to certain age groups, aimed at increasing enrollment and improving the economic condition and care to hospitalized indivuals in addition to prevention of some chronic diseases, contribuiting to promoting the quality of life of Brazilian adults.-
Appears in Collections:FS - Mestrado em Ciências da Saúde (Dissertações)

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