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dc.contributor.advisorMachado, Ricardo Bomfim-
dc.contributor.authorRibeiro, Vivian-
dc.date.accessioned2014-12-11T14:57:31Z-
dc.date.available2014-12-11T14:57:31Z-
dc.date.issued2014-12-11-
dc.date.submitted2014-02-14-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Vivian. Biogeografia das aves das savanas sul americanas. 2014. 99 f., il. Dissertação (Mestrado em Ecologia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/17320-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-graduação em Ecologia, 2014.en
dc.description.abstractCom o objetivo de entender a distribuição das espécies no planeta e considerando a clara observação de que a biodiversidade não está distribuída de forma uniforme, a Biogeografia constitui uma das mais abrangentes e multidisciplinares áreas da Biologia (Nelson & Platnick, 1981). A disciplina integra três diferentes eixos essenciais para a compreensão da dinâmica das espécies: o tempo, o espaço e a forma, aspectos que tornam possível a investigação dos padrões de distribuição dos organismos (Humphries, 2000). A Biogeografia se estabeleceu como ciência com o intuito de se testar hipóteses de padrões e processos, sendo os mesmos capazes de explicar como as espécies estão distribuídas no globo (Silva & Garda, 2010). No entanto, principalmente no que diz respeito à busca por processos, estabeleceu-se uma dicotomia, proposta inicialmente em 1820 pelo biogeógrafo Augustin P. De Candolle, onde os processos formadores de padrões biogeográficos seriam históricos ou ecológicos. Candolle, então, nomeou a Biogeografia Histórica e a Ecológica (Nelson, 1978). No entanto, é importante considerar que essa dicotomia tem proporcionado pequenos avanços na elucidação de processos, sendo então cada vez mais interessante considerar uma abordagem que integre processos de menores e maiores escalas temporais e espaciais (Crisci et al., 2006). A importância dos estudos biogeográficos vai desde a compreensão de padrões de distribuição, acusados geralmente a partir da simpatria entre espécies de distribuição restrita, até a identificação de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade (Silva et al., 2004). A ocorrência de áreas simpátricas entre duas ou mais espécies de distribuição restrita foi nomeada como área de endemismo (Morrone, 1994; Hausdorf, 2002). Assim, a identificação de áreas de endemismo representa um passo essencial tanto para estabelecer a relação entre as áreas quanto para gerar cenários propícios para estudos filogeográficos. Tais áreas são frequentemente referidas como as unidades operacionais básicas das pesquisas biogeográficas (Escalante et al., 2009; DaSilva, 2011). Dentre as principais aplicações da identificação das áreas de endemismo, destaca-se a indicação de áreas prioritárias para a conservação, pois estas incluem um número considerável de espécies endêmicas e apresentam informações sobre a história e dinâmica ecológica das regiões onde se localizam (Silva et al., 2004; Echternacht et al., 2011). No entanto, permanecem escassos os trabalhos que buscam a identificação de tais áreas no Neotrópico, principalmente no que diz respeito às formações de vegetação aberta, como o Cerrado (Nogueira et al., 2011). Recentemente, técnicas auxiliares permitiram que a Biogeografia avançasse na busca do entendimento dos padrões de distribuição das espécies. Entre essas técnicas está a modelagem da distribuição de espécies (sensu Stockwell & Noble [1992], Peterson [2001]) e a análise em múltiplas escalas espaciais e temporais. A utilização desses procedimentos na Biogeografia permitiu um avanço na identificação das áreas de endemismo (Escalante et al., 2007) e possibilitou a projeção passada e futura da distribuição dos organismos (Peterson et al., 2002; Araújo 2006; Marini et al., 2009). Alguns estudos sugerem a existência de corredores que conectaram, em algum período, as biotas de diferentes regiões da América do Sul, bem como áreas que serviram e poderão continuar a servir como refúgios da biodiversidade (Werneck et al., 2012). Tais estudos são exemplos de abordagens capazes de integrar biogeografia ecológica e histórica, segundo a proposta de Crisci et al. (2006). Os estudos que investigam os padrões de distribuição das aves endêmicas do Cerrado bem como as conexões entre as savanas sul americanas pouco avançaram desde o proposto por Silva (1995; 1997), mesmo com a melhoria nos métodos, a disponibilidade de programas analíticos e o grande volume de dados de distribuição das espécies. Dessa maneira, há uma oportunidade para novas buscas de padrões comparáveis por meio de um maior aprofundamento metodológico (DaSilva, 2011). Nesse sentido, esta dissertação teve como objetivo investigar a biogeografia das aves do Cerrado, estudando a estruturação dos padrões de distribuição do grupo e identificando as áreas de endemismo; bem como investigando as conexões entre as savanas sul americanas a fim de subsidiar cenários de conservação para o grupo no Cerrado. Essa dissertação foi então divida em dois capítulos, sendo que o capítulo 1 (Identificação das áreas de endemismo com base na distribuição das aves endêmicas do Cerrado) trata da investigação da estruturação das áreas de endemismo por meio da análise da distribuição das espécies de aves endêmicas do Cerrado. Para tal, foram utilizadas diferentes metodologias, escalas e técnicas, com o objetivo de apontar com base nos padrões encontrados, áreas prioritárias para a conservação na região; O capítulo 2 (Conexões biogeográficas do quaternário entre as savanas sul americanas) investigou possíveis paleocorredores climáticos que eventualmente conectaram as savanas sul americanas durante as flutuações climáticas do quaternário.en
dc.language.isoPortuguêsen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.titleBiogeografia das aves das savanas sul americanasen
dc.typeDissertaçãoen
dc.subject.keywordAvesen
dc.subject.keywordAves - América do Sulen
dc.subject.keywordSavanas - América do Sulen
dc.subject.keywordBiogeografiaen
Appears in Collections:ECL - Mestrado em Ecologia (Dissertações)

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