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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/10105
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Title: Nutrição e a saúde óssea de homens idosos : impacto da ingestão protéica e de micronutrientes na determinação da densidade mineral óssea
Authors: Ferretti, Narjara Miranda
Orientador(es):: Paula, Ana Patrícia de
Assunto:: Osteoporose
Homens
Nutrição
Issue Date: 20-Mar-2012
Citation: FERRETTI, Narjara Miranda. Nutrição e a saúde óssea de homens idosos: impacto da ingestão protéica e de micronutrientes na determinação da densidade mineral óssea. 2011. 121 f. Dissertação(Mestrado em Ciências da Saúde)—Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
Abstract: Introdução: A nutrição adequada tem um papel importante na manutenção da massa óssea e considerado uma ferramenta importante para prevenção de fraturas em indivíduos com osteoporose. A osteoporose em homens permanece subdiagnosticada e todas as estratégias para aumentar a identificação daqueles em maior risco para osteoporose são consideradas importantes para evitar o aumento do número de fraturas nessa população. Objetivo: Correlacionar aspectos alimentares e nutricionais avaliados por recordatório 24 horas dos últimos três dias com os resultados densitométricos avaliados em homens idosos moradores de São Sebastião-DF. Métodos: Foram avaliados 132 homens idosos que assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido da pesquisa. Foram realizadas entrevistas para identificação de fatores de risco para osteoporose e agravos à saúde e para o preenchimento do recordatório 24 horas dos últimos três dias. Foram excluídos pacientes que estavam seguindo orientação nutricional quando foram admitidos no programa. Foram avaliados o peso corporal, estatura, índice de massa corporal (IMC). A densitometria óssea foi realizada no Hospital Universitário de Brasília em aparelho da marca GE modelo DPX-NT. Resultados: Houve correlação positiva entre o valor calórico total da dieta consumida e a densidade mineral óssea do colo femoral. Não houve correlação entre o consumo de macronutrientes e as densidades minerais ósseas. Houve correlações positivas entre o consumo das vitaminas A, B3 e C e a densidade mineral óssea (DMO) do trocânter; de vitamina D com a DMO do rádio ultradistal esquerdo, das vitaminas B2 e C com a DMO do rádio 33%; do consumo diário do cálcio e potássio e a DMO do colo femoral e do rádio ultradistal esquerdo respectivamente. Não houve correlação entre o índice de qualidade da dieta (IDQ) e as DMOs. O peso, o consumo de vitamina A e de zinco explicaram parcialmente a variabilidade da densidade mineral óssea do trocânter. O índice de massa corporal, a idade e o consumo de vitamina C explicaram parcialmente a variabilidade da densidade mineral óssea do quadril total. O selênio explicou parcialmente a variabilidade da densidade mineral óssea da coluna lombar. A idade, o consumo de lipídeos, de vitamina B12 e de ferro possuem razões de chances de 1,048; 1,211; 1,048 e 1,077, respectivamente para o diagnóstico de baixa densidade mineral óssea. O IDQ abaixo de 33,5 prediz o diagnóstico de baixa densidade mineral óssea. Conclusão: Uma alimentação inadequada está associada à menor densidade mineral óssea. O valor do IDQ prediz baixa densidade mineral óssea quando abaixo de 33,5. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT
Introduction: Adequate nutrition plays an important role in maintaining bone mass and is considered an important tool for preventing fractures in osteoporotic individuals. Osteoporosis in men remains underdiagnosed and all strategies to increase the identification of those at increased risk for osteoporosis are considered important to avoid increasing the number of fractures in this population. Objective: To correlate the nutritional aspects evaluated by 24-hour recall of the last three days with the results of bone mineral density of older men living in São Sebatião, DF . Methods: We studied 132 elderly men who signed the informed consent of research. Interviews were conducted to identify risk factors for osteoporosis and diseases and to complete the 24 hours recall the last three days. Were excluded who were following nutritional guidelines. Were evaluated body weight, height, body mass index..All men underwent DXA of the lumbar spine, hip and distal forearm. DXA was performed using a DPX NT, General Eletric. Results: There was a positive correlation between the total caloric content of the diet consumed and bone mineral density (BMD) of the femoral neck. There was no correlation between macronutrient intake and BMD. There were positive correlations between the consumption of vitamins A, B3 and C and BMD, trochanter; vitamin D with the left ultradistal radius BMD, vitamins B2 and C with the BMD of the radius 33% of the daily calcium and potassium and BMD of the femoral neck and radius ultradistal left respectively. There was no correlation between the index of diet quality (IDQ) and BMDs. The weight, consumption of vitamin A and zinc partially explain the variability in bone mineral density of the trochanter. The body mass index, age and consumption of vitamin C partially explain the variability in bone mineral density of the total hip. Selenium partially explained the variability in bone mineral density of the lumbar spine. The age, the consumption of lipids, vitamin B12 and iron have odds ratios of 1.048, 1.211, 1.048 and 1.077, respectively for the diagnosis of low bone mineral density. The IDQ below 33.5 predicts the diagnosis of low bone mineral density. Conclusion: An inadequate diet is associated with lower bone mineral density. The value of the index of diet quality predicts low bone mineral density when below 33.5.
Description: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, 2011.
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