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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/45731</link>
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    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 22:04:07 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-08T22:04:07Z</dc:date>
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      <title>Avaliação mineralógica e solubilidade de rochas fosfáticas na região de Apuí-AM como potenciais fontes de fosfato para aplicação agronômica</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/57188</link>
      <description>Título: Avaliação mineralógica e solubilidade de rochas fosfáticas na região de Apuí-AM como potenciais fontes de fosfato para aplicação agronômica
Autor(es): Mendes, Douglas Rodrigues
Resumo: O Brasil é o sétimo maior produtor de fosfato do mundo, representando 3% da produção&#xD;
total. Cerca de 20% da produção nacional de fosfato é de origem sedimentar, enquanto 80%&#xD;
é de origem magmática. A crescente demanda por fosfato tem despertado interesse em novos&#xD;
depósitos. No noroeste do Brasil, existe um novo depósito de fosforita na Formação São&#xD;
Benedito, Grupo Alto Tapajós. As amostras no presente estudo foram coletadas na região de&#xD;
Apuí, no estado do Amazonas, que faz parte do Grupo Alto Tapajós. Doze amostras foram&#xD;
coletadas para caracterização mineral, utilizando técnicas de difratometria de raio-x e&#xD;
microssonda eletrônica de varredura, e caracterização química, incluindo a determinação&#xD;
total de elementos maiores e traços por fusão e posterior dissolução. Foi testada a&#xD;
solubilidade em ácido cítrico a 2% e a cinética de liberação de P2O5. Todos os substratos&#xD;
foram analisados por ICP-OES. As rochas são arenitos cinzas compactados com quartzo,&#xD;
fluorapatita e glauconita, e cimento de siderita ocupando os espaços vazios entre os minerais.&#xD;
As amostras apresentaram até 6% de P2O5 e solubilidade acima de 60% em solução de ácido&#xD;
cítrico a 2%. Outros elementos também foram avaliados, juntamente com alguns elementos&#xD;
traço, mas apenas CaO e Fe2O3 apresentaram teores totais acima de 5%. A cinética de&#xD;
extração em ácido cítrico foi realizada em dez intervalos de tempo de até 180 min, revelando&#xD;
a correlação entre os teores solúveis e totais de CaO e P2O5, bem como MgO e Fe2O3.&#xD;
Durante a cinética com em ácido cítrico, os teores solúveis de Fe2O3 e CaO tiveram impacto&#xD;
na dissolução da fluorapatita, reduzindo assim sua solubilidade. Algumas das amostras&#xD;
estudadas apresentaram teores totais e solúveis de P2O5, que atendem às garantias mínimas&#xD;
para fertilizantes fosfatados naturais de acordo com o Ministério da Agricultura do Brasil.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2023.</description>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-10-08T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Petrogenesis of Mafic-ultramafic Intrusions in the southern Goiás Magmatic Arc, Central Brazil</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/57187</link>
      <description>Título: Petrogenesis of Mafic-ultramafic Intrusions in the southern Goiás Magmatic Arc, Central Brazil
Autor(es): Augustin, Cláudia Tharis
Resumo: Os Complexos Americano do Brasil e Mangabal pertencem a um aglomerado de&#xD;
intrusões máfico-ultramáficas neoproterozoicas no sul do Arco Magmático de Goiás, que&#xD;
se encontra na Faixa Brasília. A Faixa Brasília é um Orógeno Neoproterozóico complexo&#xD;
e de longa duração que se formou durante o amalgamento dos crátons São&#xD;
Francisco/Congo, Amazônia e Paranapanema no oeste do Gondwana. Embora deformadas&#xD;
e parcialmente recristalizadas devido ao efeito do metamorfismo regional, as rochas de&#xD;
ambos os complexos ainda preservam texturas ígneas. Ambos os complexos apresentam&#xD;
texturas cumuláticas que variam de adcumulados a ortocumulados. Petrografia,&#xD;
geoquímica, geocronologia e modelagem petrológica foram realizadas para melhor&#xD;
compreender a petrogênese dos complexos.&#xD;
O modelamento petrológico sugere que o magma parental do Complexo Americano&#xD;
do Brasil tinha uma composição picrítica rica em ferro, com assinatura semelhante à OIB,&#xD;
enquanto o modelamento indica que o magma parental do Complexo Mangabal poderia ter&#xD;
sido semelhante a de um basalto toleítico. Considerando as correlações temporais e&#xD;
espaciais, fusão por descompressão da ascensão da astenosfera desencadeada por uma&#xD;
regressão da placa subductante e/ou influência de uma pluma mantélica são fontes&#xD;
plausíveis para explicar a petrogênese dessas intrusões máfico-ultramáficas próximo ao&#xD;
limite leste do arco Arenópolis e parte oeste do Complexo Anápolis-Itauçu. Os complexos&#xD;
foram afetados por um metamorfismo regional com picos indicando pelo menos fácies&#xD;
anfibolito. As rochas de ambos os complexos apresentam alteração posterior associada ao&#xD;
metassomatismo por fluidos ricos em CO2-Ca-S.
Informações adicionais: Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2022.</description>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-10-08T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Espectroscopia, cristaloquímica e inclusões fluidas da esmeralda de Monte Santo, Tocantins, Brasil</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/57186</link>
      <description>Título: Espectroscopia, cristaloquímica e inclusões fluidas da esmeralda de Monte Santo, Tocantins, Brasil
Autor(es): Cavalcanti, Débora Ezequiel
Resumo: A tese teve como objetivo investigar detalhadamente as esmeraldas de Monte Santo do Tocantins por meio de estudos espectroscópicos, cristaloquímicos e de inclusões fluidas, visando estabelecer assinaturas diagnósticas (fingerprints) capazes de identificar sua procedência geográfica e contribuir para a determinação de origem de gemas. Para isso, foram analisadas cerca de 60 amostras provenientes do mesmo depósito, utilizando difração de raios X em monocristal, espectroscopias Raman, FTIR e UV-Vis-NIR, microssonda eletrônica e estudos de inclusões fluidas.&#xD;
Os resultados espectroscópicos mostraram que as esmeraldas de Monte Santo possuem elevado teor de elementos alcalinos, com predominância de moléculas de água do tipo II nos canais estruturais do berilo, indicando ambiente rico em álcalis. Foram identificadas também vibrações associadas a CO₂, além de sinais atribuídos a N₂ em algumas amostras. A espectroscopia Raman evidenciou forte interferência por fotoluminescência causada pelo Cr³⁺, levando ao desenvolvimento de uma metodologia específica para minimizar esse efeito e permitir a obtenção de espectros confiáveis.&#xD;
As análises UV-Vis-NIR demonstraram que a coloração das esmeraldas está relacionada principalmente à presença de vanádio, cromo e ferro, sendo observada uma relação entre a intensidade das bandas espectrais e a tonalidade verde dos cristais. Os resultados indicaram que as esmeraldas de Monte Santo apresentam combinação distintiva de altos teores de V e Cr, acompanhados de baixos a moderados teores de Fe, característica importante para sua diferenciação em relação a outros depósitos.&#xD;
Os estudos cristaloquímicos e químicos revelaram que as amostras são classificadas como esmeraldas ricas em álcalis, com substituições predominantes nos sítios octaédricos da estrutura do berilo. A composição química mostrou que o principal ocupante desses sítios é o alumínio, substituído principalmente por Mg, V, Sc, Cr e Fe. A esmeralda de Monte Santo foi classificada como V-dominante, devido ao maior teor de vanádio em relação ao cromo. Um dos resultados mais relevantes da pesquisa foi a identificação de concentrações excepcionalmente elevadas de escândio (Sc), consideradas a principal assinatura geoquímica do depósito e um critério distintivo frente a outras ocorrências mundiais de esmeralda.&#xD;
&#xD;
As inclusões fluidas registraram sistemas aquosos, carbônicos e aquocarbônicos, com ampla variação de salinidade, composição e proporções de fases. Os dados indicam que os fluidos mineralizantes resultaram da mistura de contribuições magmáticas e metamórficas, em um sistema complexo com múltiplos eventos de remobilização. A presença de CO₂ e CH₄ foi associada à devolatilização durante processos metamórficos, enquanto a coexistência de fluidos de diferentes composições sugere aprisionamento heterogêneo e processos relacionados à ebulição (boiling) e separação de fases.&#xD;
A pesquisa conclui que nenhuma técnica analítica isolada é suficiente para determinar com precisão a origem geográfica de esmeraldas. Entretanto, a integração de dados espectroscópicos, cristaloquímicos, geoquímicos e de inclusões fluidas permite diferenciar com alta confiabilidade as esmeraldas de Monte Santo de outras ocorrências. O depósito é interpretado como resultado de uma gênese complexa envolvendo contribuições tanto magmáticas quanto metamórficas, sendo mais compatível com depósitos tectonometamórficos remobilizados do subtipo IID da classificação de Giuliani. Além disso, o trabalho estabelece uma base de dados inédita para futuras aplicações em gemologia, geologia forense e estudos de proveniência mineral.
Informações adicionais: Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2023.</description>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/57186</guid>
      <dc:date>2026-10-08T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Comportamento dos elementos terras raras e dos isótopos de Nd e Sr em perfis lateríticos no Brasil central</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/57185</link>
      <description>Título: Comportamento dos elementos terras raras e dos isótopos de Nd e Sr em perfis lateríticos no Brasil central
Autor(es): Freitas, Caroline Araujo
Resumo: Análises de amostras de dois perfis lateríticos, formados a partir de um filito e um arenito,&#xD;
por meio de DRX e ICP e informações sobre suas características texturais foram&#xD;
correlacionadas para investigar os efeitos do intemperismo/lateritização na mobilização e&#xD;
redistribuição de elementos, fracionamentos dos ETR e dos isótopos de Nd e Sr. Ambos&#xD;
os perfis lateríticos são estruturados em saprólito, mosqueado e crosta ferruginosa. A&#xD;
crosta formada a partir do filito (perfil 1) é colunar, com três fácies associadas (brechóide,&#xD;
pisolítica e oolítica) e a formada a partir do arenito (perfil 2) é vermiforme e descontinua&#xD;
lateralmente, além de sobreposta por um latossolo. A análise de componentes principais&#xD;
e associações minerais revelou a evolução contínua da lateritização de forma semelhante&#xD;
nos dois perfis, com diferenças associadas as fases minerais particulares de cada rocha&#xD;
mãe. O progresso do intemperismo promoveu a lixiviação em ambos os perfis de SiO2,&#xD;
MgO, K2O, CaO, Na2O, Ba e Rb devido ao intemperismo de fases primárias como&#xD;
muscovita no perfil 1 e microclínio no perfil 2, em detrimento da concentração de P2O4,&#xD;
As, Cu, Pb, V e Zn associados a formação de goethita + hematita e caulinita. No perfil 2,&#xD;
a hidratação da hematita resultou na remobilização do Fe e na menor concentração dos&#xD;
traços associados aos óxidos de Fe no latossolo. A normalização em relação ao condrito&#xD;
de Taylor e McLennan (1985) revelou que os ETRL são empobrecidos no filito e no&#xD;
arenito e a normalização em relação as rochas mães indicou que o enriquecimento desses&#xD;
elementos no intemperismo. Os ETRP são controlados no perfil 1 pela muscovita e&#xD;
lixiviados com o avanço do intemperismo que associado ao enriquecimento dos ETRL&#xD;
resultando no fracionamento dos ETRL/ETRP. Zircão, rutilo e anatásio no perfil 2 que&#xD;
contém ETRP em sua estrutura, concentram esses elementos no latossolo. O&#xD;
intemperismo da muscovita – illita, principais fases portadoras de K no perfil 1, reflete&#xD;
na menor razão Rb/Sr e 87Sr/86Sr para o topo do perfil, enquanto no perfil 2 está associado&#xD;
ao decréscimo do microclínio, que por ter menor concentração de K comparado a&#xD;
muscovita reflete na menor razão Rb/Sr e assinatura isotópica menos radiogência do&#xD;
perfil 2 comparado ao perfil 1. As razões Sm/Nd e εNd(0) não foram fracionadas durante&#xD;
o intemperismo e junto com as razões Hf/Ta, Zr/Nb e Th/Nb reforçam a origem in-situ&#xD;
dos perfis. Razões εNd(0) e 87Sr/86Sr similares na amostra total e fração argila&#xD;
demonstram que não há diferenças isotópica associadas a fração granulométrica.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2023.</description>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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