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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/45731</link>
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    <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:43:00 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-04T21:43:00Z</dc:date>
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      <title>Caracterização do processo de inclusão a partir do trabalho docente em uma sala de recursos multifuncional específica para estudantes com deficiência visual</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/55608</link>
      <description>Título: Caracterização do processo de inclusão a partir do trabalho docente em uma sala de recursos multifuncional específica para estudantes com deficiência visual
Autor(es): Braga, Maria Eduarda Rocha
Resumo: A presente dissertação investiga e caracteriza o processo de inclusão escolar de&#xD;
estudantes com deficiência visual. O estudo adota como eixo analítico o trabalho e a&#xD;
percepção de professores especialistas atuantes em uma Sala de Recursos para&#xD;
Deficientes Visuais na rede pública do Distrito Federal, com especial atenção aos&#xD;
desafios atrelados ao ensino de Ciências da Natureza. O problema de pesquisa&#xD;
fundamenta-se na lacuna existente entre as normativas legais da Educação Inclusiva&#xD;
e a sua efetivação no chão da escola. A investigação problematiza como a&#xD;
invisibilização da agência e do perfil dos docentes especialistas mascara entraves&#xD;
pedagógicos, sobretudo diante da alta abstração exigida pelas Ciências da Natureza&#xD;
e das necessidades de adaptação metodológica para discentes cegos ou com baixa&#xD;
visão. Para a realização desse trabalho uma série de autores foram utilizados como&#xD;
por exemplo Vygotsky, Mantoan, Libâneo, Imbernón, Tardif, Pletsch, Raposo, Mól e&#xD;
alguns documentos normativos acerca da Educação Inclusiva no Brasil. De natureza&#xD;
qualitativa, o delineamento metodológico compreendeu um aprofundado&#xD;
levantamento bibliográfico e a análise dos dados obtidos pela observação participante&#xD;
e pela entrevista semiestruturada. A análise dos dados empíricos foi estruturada a&#xD;
partir de três eixos: a caracterização do perfil e dos saberes dos professores&#xD;
especialistas; a compreensão da anatomia e fisiologia da Sala de Recursos para&#xD;
Deficientes Visuais; e a percepção desses educadores frente à dinâmica inclusiva. Os&#xD;
resultados revelam um cenário de fortes contrastes. Por um lado, o processo encontra&#xD;
êxito no engajamento afetivo, ético e na autoformação dos professores do&#xD;
Atendimento Educacional Especializado. Esses profissionais suprem as barreiras&#xD;
comunicacionais por meio da construção empírica de materiais didáticos adaptados&#xD;
(táteis e tridimensionais), fundamentais para a transposição didática das Ciências. Por&#xD;
outro lado, os dados expõem uma severa fragilidade institucional caracterizada pela&#xD;
“terceirização” da inclusão. Os resultados indicam que a SRM ocupa papel&#xD;
estruturante na promoção da acessibilidade, da participação e da aprendizagem de&#xD;
estudantes com deficiência visual. O estudo identifica estratégias pedagógicas que&#xD;
favorecem a autonomia discente, com destaque para a produção e adaptação de&#xD;
materiais didáticos e para o uso de recursos específicos no AEE. Ao mesmo tempo,&#xD;
evidencia desafios persistentes, como a necessidade de ampliar a formação&#xD;
continuada dos professores, fortalecer a articulação entre os profissionais da escola e&#xD;
consolidar um compromisso institucional mais amplo com a inclusão. Conclui-se que&#xD;
a efetivação de uma Educação Inclusiva e equitativa depende não apenas da&#xD;
existência de recursos e normativas, mas da transformação das práticas pedagógicas&#xD;
e das relações escolares em condições concretas de participação, aprendizagem e&#xD;
permanência qualificada.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Instituto de Química, Instituto de Física, Faculdade UnB Planaltina, Faculdade de Educação, 2026.</description>
      <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/55608</guid>
      <dc:date>2026-08-08T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A educação ambiental no currículo em movimento do Novo Ensino Médio do Distrito Federal : como as políticas são interpretadas para os contextos de prática</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/55607</link>
      <description>Título: A educação ambiental no currículo em movimento do Novo Ensino Médio do Distrito Federal : como as políticas são interpretadas para os contextos de prática
Autor(es): Souza, Amanda Paniago de
Resumo: A Educação Ambiental, ao longo de sua trajetória no Brasil, consolidou-se como&#xD;
dimensão constitutiva das políticas públicas educacionais e como espaço de disputas em&#xD;
torno dos sentidos atribuídos às questões socioambientais. Dessa forma, a pesquisa&#xD;
investiga como a Educação Ambiental é significada nas políticas curriculares do Distrito&#xD;
Federal, especificamente, no Novo Ensino Médio, instituído pela Lei nº 13.415/2017. Os&#xD;
objetos de análise da pesquisa são o Currículo em Movimento do Distrito Federal e o&#xD;
Currículo em Movimento do Novo Ensino Médio do Distrito Federal, com especial&#xD;
atenção às trilhas de aprendizagem e às eletivas orientadas do Catálogo de Itinerários&#xD;
Formativos da área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Nesse sentido, a análise&#xD;
parte do entendimento de que o currículo não é neutro, mas resultado de processos&#xD;
históricos, políticos e discursivos que definem quais conhecimentos são legitimados e&#xD;
como passam a compor a formação escolar. Inicialmente, realiza-se a contextualização&#xD;
histórica da inserção da Educação Ambiental no cenário brasileiro, considerando marcos&#xD;
legais como a Política Nacional do Meio Ambiente, a Constituição Federal Brasileira de&#xD;
1988, a Política Nacional de Educação Ambiental, as Diretrizes Curriculares Nacionais&#xD;
para a Educação Ambiental, os Parâmetros Curriculares Nacionais e a Base Nacional&#xD;
Comum Curricular. Em seguida, examinam-se a Reforma do Ensino Médio, os Temas&#xD;
Contemporâneos Transversais e seus desdobramentos na organização curricular do&#xD;
Distrito Federal, considerando as mudanças provocadas na Formação Geral Básica e no&#xD;
desenvolvimento dos Itinerários Formativos. A pesquisa é de natureza qualitativa e&#xD;
desenvolve-se por meio de levantamento bibliográfico e análise documental,&#xD;
fundamentada em referenciais do campo do currículo. Busca-se identificar as condições&#xD;
de emergência dos enunciados que remetam a Educação Ambiental, as regularidades&#xD;
discursivas que os sustentam e os efeitos de verdade que produzem na configuração&#xD;
curricular. Observa-se que, embora a Educação Ambiental apareça como tema transversal&#xD;
e como possibilidade formativa nos Itinerários Formativos, identificam-se&#xD;
tensionamentos entre discursos que defendem uma Educação Ambiental comprometida&#xD;
com a problematização das desigualdades socioambientais, da justiça ambiental e das&#xD;
relações entre ciência, tecnologia, sociedade e ambiente, bem como enunciados que a&#xD;
aproximam de perspectivas pragmáticas e instrumentalizadas, orientadas à&#xD;
responsabilização individual, à mudança de comportamentos e à adaptação às exigências&#xD;
do desenvolvimento sustentável. Essa configuração evidencia a atuação de racionalidades&#xD;
que deslocam para o sujeito a responsabilidade por enfrentar problemas de ordem&#xD;
estrutural, produzindo uma governamentalidade que projeta o estudante como&#xD;
protagonista, autônomo e corresponsável por sua trajetória formativa. Assim, os&#xD;
documentos curriculares não apenas organizam conhecimentos, mas instituem regimes de&#xD;
verdade que delimitam o que pode ser reconhecido como Educação Ambiental no interior&#xD;
do currículo, legitimando determinadas abordagens e silenciando outras, ao mesmo tempo&#xD;
em que participam da produção de subjetividades alinhadas às expectativas de&#xD;
sustentabilidade, desempenho e autogestão.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Instituto de Química, Instituto de Física, Faculdade UnB Planaltina, Faculdade de Educação, 2026.</description>
      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/55607</guid>
      <dc:date>2026-08-04T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Projetos de vida : configuração subjetiva da perspectiva de futuro dos estudantes do ensino médio</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/55604</link>
      <description>Título: Projetos de vida : configuração subjetiva da perspectiva de futuro dos estudantes do ensino médio
Autor(es): Vieira, Luana Halisani Felix de Almeida
Resumo: A dissertação teve por objetivo investigar como os estudantes do Ensino Médio configuram subjetivamente a perspectiva de futuro, no contexto curricular do componente Projeto de Vida e desenvolveu-se sob o referencial teórico da Teoria da Subjetividade de Fernando González Rey. Para a pesquisa, foi adotada a Metodologia Construtiva-Interpretativa, do mesmo autor, realizada em unidade escolar da rede pública de ensino do Distrito Federal, com estudantes do componente curricular Projeto de Vida. A partir da construção-interpretativa desenvolvida no curso da pesquisa pode-se compreender que: os sentidos subjetivos produzidos ao longo da história de vida dos estudantes participantes permeavam suas configurações subjetivas de futuro; instituições religiosas apresentavam maior relevância que a escola no desenvolvimento dos projetos de vida dos participantes; a da perda da função social, constituída na configuração subjetiva social da escola, expressava-se nas configurações subjetivas individuais de perspectivas de futuro.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento, Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Escolar, 2026.</description>
      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/55604</guid>
      <dc:date>2026-08-04T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Corpos, vozes e mulheridades : posicionamentos de educadoras na constituição do self dialógico</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/55605</link>
      <description>Título: Corpos, vozes e mulheridades : posicionamentos de educadoras na constituição do self dialógico
Autor(es): Santo, Marcella Suarez di
Resumo: Esta pesquisa investigou a constituição do eu dialógico das educadoras, examinando como suas relações com o corpo, expressões de feminilidade e posicionamentos presentes em suas narrativas são articuladas. Compreendendo que as identidades são construídas por meio de afirmações e negações nas interações humanas, considera que homens e mulheres realizam expectativas de gênero situadas pela cultura, às vezes reforçando-as e outras desafiando-as. Utilizando uma abordagem qualitativa, o estudo foi conduzido por meio de entrevistas narrativas e círculos de conversa. Inicialmente, entrevistas foram realizadas com dois professores de educação básica. Posteriormente, o curso de extensão Leitura de Imagens na Educação: Corpo, Feminilidade e a Estética do Eu foi oferecido a 14 educadores em reuniões virtuais que utilizaram círculos de conversa e observação participante, utilizando imagens e autoimagens de mulheres como gatilhos para reflexão, mediação dialógica e provocação estética. Todas as reuniões foram registradas com autorização, e a análise temática dialógica foi articulada com a teoria do posicionamento e a Teoria do Eu Dialógico para entender como vozes internas e externas se entrelaçam na constituição do eu. Os resultados indicam que o eu é constituído por meio do confronto de diferentes posições do eu que dialogam, contestam e negociam significados entre cronótopos distintos. Tensões surgiram entre os papéis de educadora, mulher, mãe, profissional, órgão público e corpo íntimo, revelando como o ensino é permeado por expectativas de gênero que moldam práticas, gestos, silêncios e resistências. Mapas semióticos ilustram como os posicionamentos reforçam, desafiam ou contestam construções sociais de gênero, afetando corpos, vozes e práticas profissionais. O estudo destaca o ensino como um espaço de disputa simbólica, onde múltiplas vozes se cruzam na produção de formas de existir e ensinar, transformando corpos e vozes em territórios de negociação de identidade e criação de estética do eu que desafiam os arcabouços normativos.
Informações adicionais: Tese(doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento, Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Escolar, 2026.</description>
      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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