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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-10-07T20:07:01Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/57165">
    <title>Caracterização do calor radiogênico e do fluxo térmico da região limítrofe da província Tocantins, Cráton do São Francisco e Bacia do Parnaíba</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/57165</link>
    <description>Título: Caracterização do calor radiogênico e do fluxo térmico da região limítrofe da província Tocantins, Cráton do São Francisco e Bacia do Parnaíba
Autor(es): Carvalhêdo, Alice Louzada da Costa
Resumo: A área de estudo da pesquisa compreende as porções central e norte da Província Estrutural Tocantins&#xD;
e seus limites com o Cráton do São Francisco, a Bacia do Parnaíba e pequena parte do Cráton Amazônico. Geograficamente, abrange regiões dos estados de Goiás, Distrito Federal, Bahia, Piauí, Maranhão e Pará. No contexto geológico, a região é caracterizada por eventos orogênicos neoproterozoicos relacionados à Província Tocantins e extremo oeste do Cráton do São Francisco, além de processos paleoneoproterozóicos que moldaram e retrabalharam este embasamento. Inclui a porção sudoeste da bacia sedimentar do Parnaíba, um sag intracratônico com feições tectono-magmáticas e a&#xD;
porção oeste cratônica arqueana do Cráton do São Francisco, estabilizado e de espessura crustal variada. Ou seja, a região apresenta litosferas com características distintas que ainda são objeto de estudo da geologia e também da geofísica, pois apresentam variações laterais e verticais que podem ser&#xD;
investigadas a partir das propriedades físicas das rochas como densidade, susceptibilidade, Vp/Vs,&#xD;
radiação gama e condutividade térmica. Além disso, fazem parte da área de estudo importantes províncias minerais com potencial e interesse econômico a partir de mineralizações em estanho e elementos terras raras - Província Estanífera de Goiás; urânio, ouro e cobre - Província Carajás. Deste&#xD;
modo, o principal objetivo desta pesquisa é contribuir ao conhecimento geotectônico da região a partir&#xD;
de feições geotectônicas identificadas por meio da caracterização geotermal dessa área. A caracterização geotermal envolve parâmetros como a estimativa da produção de calor radiogênico (A0), da&#xD;
superfície Curie (isoterma de 580 ºC) e da análise do fluxo de calor em superfície e subsuperfície,&#xD;
bem como a integração com a geofísica, geologia e dados petrofísicos. A pesquisa visa discriminar&#xD;
ambientes tectônicos e identificar potenciais associações com variações de estabilidade crustal, diferentes idades e ocorrências minerais que apresentem potencial econômico. Os dados geofísicos aéreos, terrestres, orbitais e de poços, revelaram o comportamento do fluxo térmico de 22,1-169,1&#xD;
mW/m², gradiente geotermal de 15,17-58 °C/km, profundidade Curie de 10-38,2 km e produção de&#xD;
calor radiogênico superficial de 0,39-42,09 μW/m³. A partir da análise de malhas, imagens, perfis&#xD;
geofísico-geológicos, e estatística descritiva, foram caracterizados domínios e subdomínios geotérmicos associados a zonas de sutura, exposição de embasamento, crosta cratônica, granitos radiogênicos, hot spots, e sistemas de zonas de cisalhamento. Anomalias térmicas, como de 90-100 mW/m² na&#xD;
Província Tocantins e picos de 105-170 mW/m² na Bacia do Parnaíba, estão associadas a zonas de&#xD;
sutura tectônica com a Placa São Franciscana e com a Amazônica. Em superfície, essas anomalias se&#xD;
correlacionam a feições estruturais como as regiões de embasamento exposto (Bloco Cavalcante Natividade e janela estrutural em São Desidério), bem como as zonas de falhas Rio dos Bois, Cruz das&#xD;
Almas e São Domingos. A integração com a literatura permitiu interpretar essas assinaturas em termos da crosta e do manto superior. Três áreas alvo foram delimitadas para maior investigação e detalhamento: A Província Estanífera de Goiás, o Bloco Cavalcante-Natividade e a Província Carajás.&#xD;
Na Província Estanífera de Goiás, a pesquisa caracterizou o calor radiogênico (A0) de granitos Tipo&#xD;
A, como os Maciços Pedra Branca e Serra Dourada, por meio da gamaespectrometria aérea e modelo&#xD;
de densidade. Esses granitos exibem valores elevados e anômalos de A0 (5,5-15 μW/m³), classificando-os como High Heat Production Granites, associados a zonas mineralizadas em estanho e elementos terras raras. A integração do A0 com imagens RGB, magnetometria e dados geológicos mostrou que anomalias térmicas coincidem com zonas mineralizadas, validando a metodologia por comparações com granitos HHPG nacionais e globais. Na Província Carajás, na borda leste do Cráton&#xD;
Amazônico, granitos paleoproterozoicos anorogênicos, Tipo A (Cigano, Rio Branco e Gogó da Onça)&#xD;
e alcalinos (Estrela) foram analisados por gamaespectrometria, e apresentaram calor radiogênico (A0)&#xD;
anômalo (5,0-19,9 μW/m³), que também os classifica como High Heat Production Granites. Na pesquisa ocorre a investigação entre as assinaturas radiogênicas e zonas mineralizadas em elementos&#xD;
terras raras, e urânio, bem como ouro e cobre. A integração das áreas alvo demonstra que High Heat&#xD;
Production Granites são marcadores de processos tectônicos e mineralizantes, influenciados por feições paleoproterozoicas e neoproterozoicas. A metodologia, validada por dados geológicos e comparações com dados globais, oferece uma ferramenta robusta para modelagem geotérmica e prospecção&#xD;
mineral, com implicações para a geodinâmica regional e global. Os resultados obtidos contribuíram&#xD;
para o entendimento da evolução litosférica do Brasil Central e da amalgamação do Gondwana Ocidental, além de propor novos caminhos para prospecção mineral.
Informações adicionais: Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geociências Aplicadas e Geodinâmica, 2025.</description>
    <dc:date>2026-10-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/57164">
    <title>Contribuições para estudos tectônicos e hidrológicos a partir de análise de séries temporais de coordenadas GNSS no Brasil</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/57164</link>
    <description>Título: Contribuições para estudos tectônicos e hidrológicos a partir de análise de séries temporais de coordenadas GNSS no Brasil
Autor(es): Almeida, Yellinson de Moura
Resumo: O posicionamento por GNSS (Global Navigation Satellite Systems) é&#xD;
fundamental para estudos tectônicos, geodinâmicos e hidrológicos. No Brasil, a&#xD;
Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS (RBMC) tem&#xD;
operado estações com alta precisão, permitindo um avanço significativo nas&#xD;
possibilidades de utilização desses dados em diversas áreas. No entanto,&#xD;
ainda não se conhece completamente a influência das características regionais&#xD;
e locais na estimativa de incertezas nas coordenadas GNSS no Brasil. Essas&#xD;
informações são fundamentais para a integração de dados geodésicos e&#xD;
geofísicos na determinação de modelos tectônicos e hidrológicos. Nesse&#xD;
sentido, este trabalho buscou analisar as estações GNSS da RBMC quanto ao&#xD;
nível e tipo de ruído, em especial o ruído causado pela instabilidade das&#xD;
monumentações geodésicas. Também se buscou analisar como características&#xD;
geológicas influenciam a correlação entre séries temporais GNSS e variações&#xD;
do armazenamento de água provenientes da missão GRACE. Os resultados&#xD;
mostraram que parte das estações GNSS da RBMC são afetadas pelo random&#xD;
walk, detectado pela análise de índice espectral e magnitude de ruído. Essas&#xD;
estações estão majoritariamente localizadas em zonas costeiras ou próximas&#xD;
de grandes cursos hídricos. Além disso, a análise de correlação entre GNSS e&#xD;
GRACE mostrou que a variabilidade de características geológicas influencia as&#xD;
séries temporais GNSS e, consequentemente, suas correlações com as&#xD;
observações gravimétricas, que possuem caráter regional. A caracterização&#xD;
geológica dos locais onde as estações GNSS estão materializadas também&#xD;
contribui para a análise do comportamento da superfície em resposta à carga&#xD;
hidrológica.
Informações adicionais: Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geociências Aplicadas e Geodinâmica, 2025.</description>
    <dc:date>2026-10-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/57163">
    <title>Mapeamento da assinatura de Ni-Cu (Co-Au-PGE) na província Tocantins : o exemplo da intrusão máfica-ultramáfica Barra do Gameleira</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/57163</link>
    <description>Título: Mapeamento da assinatura de Ni-Cu (Co-Au-PGE) na província Tocantins : o exemplo da intrusão máfica-ultramáfica Barra do Gameleira
Autor(es): Mendes, Thiago Lima
Resumo: A Suíte Gameleira é uma suíte composta por intrusões máfica-ultramáficas localizadas&#xD;
no sudeste do Tocantins, em que a Intrusão do Barra do Gameleira (IBG) é a mais&#xD;
significativa dentre elas. Com extensão de 8x9 quilômetros e formato arredondado, a&#xD;
formação se destaca entre as demais por seu potencial de mineralização. A região de&#xD;
estudo encontra-se inserida na Província Tocantins, na porção norte do Orógeno Brasília.&#xD;
Nessa região ocorrem terrenos paleoproterozoicos expostos, como o Terreno AlmasConceição do Tocantins, que são representados principalmente por suítes TTG e&#xD;
sequências meta-vulcanossedimentares (Grupo Riachão do Ouro). De acordo com&#xD;
estudos geológicos e isotópicos, a IBG intrudiu as rochas já representadas pela Suíte TTG&#xD;
e o Grupo Riachão do Ouro. Devido a diferença de composição química entre as rochas&#xD;
ultramáficas e as unidades adjacentes, há um forte contraste de propriedades físicas. O&#xD;
aumento de conteúdo de minerais máficos (maficidade) gera um aumento diretamente&#xD;
proporcional de intensidade de magnetização, e inversamente da radiometria de potássio&#xD;
(K), urânio (U) e tório (Th). A presença de mineralizações sulfetadas, caracterizadas pela&#xD;
assembléia pirrotita, pentlandita, magnetita, calcopirita, causa uma diminuição da&#xD;
resistividade e aumento da cargabilidade, enquanto as litologias estéreis possuem valores&#xD;
muito altos de resistividade e baixos de cargabilidade. Para caracterização da IBG toda,&#xD;
foram utilizados os dados aerogeofísicos do Projeto Tocantins (CPRM 2006) em que&#xD;
foram adquiridos dados magnéticos e radiométricos. Os resultados geofísicos foram&#xD;
integrados à prospecção geoquímica de sedimentos de corrente e concentrado de bateia,&#xD;
realizada pela CPRM, além de dados litogeoquímicos fornecidos pela Cooperbrita LTDA.&#xD;
Com base na correlação dos diferentes métodos com a geologia local, foram definidos&#xD;
três alvos de prospecção mineral: alvo norte, alvo leste e alvo sul. Tendo em vista as&#xD;
mineralizações de Ni-Cu(-Co-Au-PGE), foram realizadas aquisições terrestres de&#xD;
magnetometria, eletrorresistividade e polarização induzida no alvo sul. Os resultados&#xD;
geofísicos foram integrados a dados de geoquímica de solo e, foi elaborado um modelo&#xD;
prospectivo para esse alvo. Além disso, foram coletadas 7 amostras de rocha para&#xD;
realização de medições petrofísicas e descrição macroscópica. As medições petrofísicas&#xD;
foram de suscetibilidade magnética e gamaespectrometria. A partir da integração entre os&#xD;
diferentes métodos e dados, foi possível verificar a eficiência da geofísica no&#xD;
reconhecimento de intrusões máfica-ultramáficas semelhantes às da Suíte Gameleira,&#xD;
bem como da assinatura das possíveis mineralizações sulfetadas. Os dados medidos em&#xD;
laboratório tiveram coerência com os dados inferidos por meio da geofísica aérea, o que&#xD;
corrobora os resultados obtidos. Anomalias geoquímicas indicaram teores anômalos de&#xD;
Ni-Cu(-Co-Au-PGE), correlatos as anomalias de baixa resistividade e alta cargabilidade,&#xD;
o que torna o método da polarização induzida eficiente na identificação de anomalias&#xD;
sulfetadas.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geociências Aplicadas e Geodinâmica, 2023.</description>
    <dc:date>2026-10-07T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/57162">
    <title>Poluição do ar e mortalidade por covid-19 no Brasil</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/57162</link>
    <description>Título: Poluição do ar e mortalidade por covid-19 no Brasil
Autor(es): Silva, Reizane Maria Damasceno da
Resumo: A exposição a poluentes atmosféricos tem sido associada a infecções respiratórias virais,&#xD;
incluindo sarampo, rinovírus, influenza, papeira, e vírus sincicial respiratório. Estudos&#xD;
epidemiológicos na América do Norte, Europa e Ásia sugerem que a exposição à poluição&#xD;
do ar está associada ao aumento da infecção à SARS-CoV-2 e à mortalidade associadas&#xD;
a COVID-19. No entanto, poucas investigações sobre esse tópico foram feitas na América&#xD;
do Sul. O objetivo do estudo, foi avaliar o impacto da poluição do ar nos óbitos por&#xD;
COVID-19 em residentes dos municípios brasileiros com efeito potencial da exposição&#xD;
ao material particulado com diâmetro inferior a 2,5m (MP2,5), dióxido de nitrogênio&#xD;
(NO2) e ozônio (O3). Foi aplicado modelos mistos binomial negativo com inflação de&#xD;
zeros, utilizando as mortes associadas à COVID-19 a nível municipal como desfecho e a&#xD;
média a longo prazo (um ano e dois meses) de MP2,5, NO2, e O3 como exposição. Um&#xD;
efeito randômico para o intercepto com variação por estado foi incluído para contabilizar&#xD;
a potencial correlação das mortes associadas à COVID-19 entre os municípios dentro do&#xD;
mesmo estado. Depois de ajustar o modelo por vários fatores potenciais de confusão,&#xD;
incluindo variáveis meteorológicas, características demográficas, aspectos&#xD;
socioeconômicos, e condições de saúde, foi estimada uma relação positiva entre as mortes&#xD;
por COVID-19 e MP2.5 no Brasil. Em contraste, NO2 mostrou associações negativas em&#xD;
todas as análises e O3 mostrou uma associação positiva marginal. O MP2,5 foi o único&#xD;
poluente com associações positivas em todas as análises (modelos de monopoluente, bipoluente e tri-poluente). Para o modelo monopoluente, na análise principal, estimou-se&#xD;
que um aumento de 1 µg/m3&#xD;
na concentração de MP2,5 foi associado a um aumento de&#xD;
10,22% (95% IC: 9,35; 11,09) nas mortes por COVID-19. No modelo bi-poluente, a&#xD;
associação entre a mortalidade de COVID-19 e MP2,5 apresentou-se semelhante ao&#xD;
modelo monopoluente, enquanto no modelo tri-poluente constatou-se um aumento&#xD;
estimado de 12,31% (95% IC:11,41; 13,22) nas mortes por COVID-19. O3 teve&#xD;
associação positiva apenas no modelo bi-poluente controlado por NO2, com um aumento&#xD;
estimado de 14,98% (95% IC:13,10; 16,89) nas mortes por COVID-19. Como sugerido&#xD;
pela literatura de outros países, os resultados desta pesquisa indicaram que a poluição&#xD;
atmosférica é um importante co-fator no qual pode aumentar o risco de mortalidade da&#xD;
COVID-19 no Brasil. Os efeitos da poluição atmosférica no Brasil são pronunciados,&#xD;
indicando a necessidade de melhores políticas de controle da qualidade do ar.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geociências Aplicadas e Geodinâmica, 2022.</description>
    <dc:date>2026-10-07T00:00:00Z</dc:date>
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