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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/9359
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Title: Efeitos da meditação prânica sobre o bem-estar físico e emocional e os níveis hormonais de praticantes recentes
Authors: Camelo, Luiz Gonzaga
Orientador(es):: Tosta, Carlos Eduardo
Assunto:: Meditação
Qualidade de vida
Saúde
Hormônios
Issue Date: 3-Oct-2011
Citation: CAMELO, Luiz Gonzaga. Efeitos da meditação prânica sobre o bem-estar físico e emocional e os níveis hormonais de praticantes recentes. 2011. 85 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas)-Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
Abstract: A meditação tem sido cada vez mais utilizada como um instrumento complementar para se alcançar e manter a saúde física e emocional. Existe uma grande variedade de técnicas, baseados em diferentes princípios, mas que geralmente convergem para a busca do equilíbrio físico e emocional, sendo que alguns vão mais além, procurando também o fortalecimento espiritual, o autoconhecimento e a autorrealização. A meditação prânica, que se inclui nesta última categoria, se baseia nos princípios da filosofia védica e, especialmente, na antiga medicina ayurvédica indiana que considera a doença como decorrente de desequilíbrios em quaisquer das dimensões do ser humano: física, mental/emocional, espiritual ou social. O presente estudo faz parte de um projeto maior que pretende estabelecer o impacto psiconeuroendocrinoimunológico da meditação prânica. Objetivo: Avaliar a influência da meditação prânica sobre a qualidade de vida, a saúde física e emocional e os níveis hormonais de praticantes recentes. Participantes e metodologia: Setenta e quatro indivíduos da comunidade, de ambos os sexos, com idade variando de 20-73 anos, participaram de curso de meditação prânica durante 10 semanas e se comprometeram a meditar diariamente durante 20 minutos. Nas semanas 1, 5 e 10 de prática meditativa foram aplicados questionários de avaliação médica e de qualidade de vida e as escalas de Beck para ansiedade e depressão, além de colhidas amostras para dosagem plasmática de cortisol e corticotrofina e de melatonina salivar. Resultados: A meditação prânica causou aumento significativo dos escores de qualidade de vida quando analisados globalmente (p<0,0001). A análise por domínios mostrou aumento da qualidade de vida apenas no domínio “relações sociais” (p=0,0059). As intercorrências clínicas nos praticantes foram significantemente reduzidas pela meditação a partir da 5ª semana e, mais ainda, na 10ª semana (p<0,0001). Houve redução significativa das manifestações de ansiedade a partir da 5a e, mais ainda, na 10ª semana de prática (p<0,0001) naqueles com nível mínimo (p=0,0137), leve (p=0,0020), ou moderado de comprometimento (p=0,0003). Na 10ª semana de prática de meditação prânica observou-se redução das manifestações da depressão em níveis mínimo (p=0,0009), leve (p=0,0004) e moderada (p<0,0001). Foi comprovada redução dos níveis de corticotrofina plasmática já na 5ª semana de prática, intensificando-se na 10ª semana (p=0,0007). As variações detectadas nos níveis de cortisol plasmático e de melatonina salivar não permitiram definir um padrão de resposta à meditação. Conclusão: A meditação prânica foi capaz de influenciar positivamente o bem- estar físico e o emocional e os níveis plasmáticos de corticotrofina em praticantes recentes e faz do método um candidato para servir como terapia complementar para o restabelecimento e a manutenção da saúde. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT
Meditation has been increasingly used as a complementary tool for achieving and maintaining physical and emotional health. Different techniques of meditation have been used throughout millennia, based on different principles, usually aiming at recovering and maintaining physical and emotional balance. However, some methods of meditation go further and also aim at strengthening self-knowledge, and self-realization. Pranic meditation, which is included in this latter category, is based on the principles of Vedic philosophy, especially in the ancient Indian ayurvedic medicine that considers the disease as caused by imbalances in any of the human dimensions: physical, mental / emotional, spiritual or social. This study is part of a major project to evaluate the psychoneuroendocrinoimmunologic impact of pranic meditation using proper methodology. Objective: The aim of the present investigation was to evaluate the effect of pranic meditation on physical and emotional well-being, and on the hormone levels of recent practitioners. Participants and methodology: Seventy four individuals from the community, of both sexes, 20 to 73 (average 46) years old, with no previous experience in meditation, received 3h-duration weekly classes of pranic meditation during 10 weeks, and accepted to engage with 20-min daily home practices throughout the duration of the investigation. On the beginning (week 1), at the middle (week 5), and by the end of the course (week 10) the practitioners self-evaluated their physical health and quality of life using standardized questionnaires, and their emotional health by means of Beck scales for anxiety and depression. At the same periods, the plasma levels of cortisol and corticotrophin and the salivary concentrations of melatonin were assessed. Results: Pranic meditation caused a significant increase in the scores of quality of life when globally analyzed (p <0.0001). Analysis by domains showed an increase in quality of life only in the "social relations" (p = 0.0059). The intercurrence of clinical events were significantly reduced in those who practice meditation from the 5th week, and even more so, at 10 weeks (p <0.0001). There was a significant reduction of the manifestations of anxiety from the fifth and even more, with 10 weeks of practice (p <0.0001), in those with minimum (p = 0.0137), mild (p = 0.0020), and moderate levels (p = 0.0003). The manifestations of depression decreased by the 10th week of practice in those with minimum (p = 0.0009), mild (p = 0.0004) or moderate levels of depression (p <0.0001). It was demonstrated reduced levels of plasma corticotrophin from the 5th week of practice, and more pronounced at 10 weeks (p = 0.0007). Variations in the levels of plasma cortisol and salivary melatonin failed to set a standard response to meditation. Conclusion: Pranic meditation was able to positively influence the quality of life, physical and emotional well-being, and plasma levels of corticotrophin in recent practitioners, making it a potential candidate to be used as a complementary therapy for restoring and maintaining health.
Description: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, 2011.
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