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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/8540
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Title: Força do clima : o papel do consenso intragrupo
Authors: Severino, Aline Fernandes
Orientador(es):: Puente-Palacios, Katia Elizabeth
Assunto:: Grupos de trabalho
Psicologia organizacional
Trabalho - aspectos psicológicos
Issue Date: 21-Jun-2011
Citation: SEVERINO, Aline Fernandes. Força do clima: o papel do consenso intragrupo. 2010. xiii, 99 f., il. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações)-Universidade de Brasília, Brasília, 2010.
Abstract: Estudos que investigam o contexto organizacional defendem que o clima é um importante preditor de estresse do trabalhador. Avanços da pesquisa nesse campo têm evidenciado a importância central exercida pela similaridade das percepções dos trabalhadores a respeito do clima em que desempenham as suas atividades. Essa interpretação similar que os trabalhadores fazem sobre o ambiente de trabalho recebe o nome de força do clima e estudos recentes sugerem que a clareza e consistência das práticas organizacionais favorecem essa similaridade de percepções. Considerando isso, este estudo atentou para a adequação metodológica da investigação do clima organizacional a partir de um delineamento de pesquisa que evidencia o caráter coletivo desse fenômeno. Da mesma forma, tanto o suporte material oferecido pela empresa como o estresse ocupacional podem manifestar-se enquanto fenômenos coletivos. Isto porque a convivência e compartilhamento de experiências favorecem o desenvolvimento de interpretações similares. Desta forma, a pesquisa realizada teve como nível de análise grupos de trabalho nos quais a força do clima, suporte material e estresse ocupacional foram investigados enquanto fenômenos coletivos que surgem a partir de processos de emersão. Considerando isso, o objetivo da pesquisa foi mensurar o papel moderador da força de clima na relação entre o suporte material percebido e estresse ocupacional. Os dados foram coletados em uma empresa pública brasileira. A amostra consistiu de 48.538 empregados, cujas respostas foram utilizadas na análise da confiabilidade das medidas utilizadas. Para o teste de hipóteses, foi utilizada uma amostra de 22.654 respondentes, cujos escores foram agregados no nível do grupo, totalizando 2.083 equipes de trabalho. Obedecendo as exigências teóricas para emersão de construtos, verificou-se previamente o grau de similaridade das percepções individuais dentro de cada unidade de trabalho, de modo a garantir a validade de construto. Para três dos quatro fatores de clima organizacional, a força do clima moderou a relação entre suporte material e estresse ocupacional. As influências moderadoras mostraram a direção esperada: quando a força do clima é alta, a influência da percepção de suporte no estresse é alta e, quando a força do clima é baixa, a relação descrita é mais fraca. Foram discutidos os avanços deste estudo para a compreensão do papel das cognições compartilhadas nos resultados de equipes de trabalho e as implicações práticas do consenso intragrupo no cenário organizacional. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT
Under the perspective of studies about the impact of organizational context on workers' health and well being, organizational climate is considered an occupational stress source. Research advances in this field highlight the central role exerted by the similarity of the perceptions of workers about the climate in which they perform their activities. The consensual understanding that workers have about the work environment has been called climate strength and recent studies suggest that clarity and consistency of organizational practices promote the mentioned similarity of perceptions. Considering that, this study attempted to methodological adequacy of the organizational climate research by choosing a research design that highlights the collective nature of this phenomenon. Likewise, both the material support offered by the company and occupational stress can manifest themselves as collective phenomena. The development of similar interpretations happens through social interactions and exchange of experiences. Thus, the analysis level adopted in this research was the group level in which the climate strength, material support and occupational stress were investigated as collective phenomena. To do so, the lower-level properties were emerged to form collective phenomena considering the bottom-up emergence process. This having been stated, the purpose of this research was to test the moderating role of climate strength on the relation between perceived material support and occupational stress. The data were collected in a Brazilian public company. The study sample was composed of 48,538 workers, whose responses were used to analyze the measures' reliability. For hypothesis testing, the sample was composed of 22,654 participants, who were aggregated at 2,083 work units. Following theoretical assumptions for construct emergence and with the purpose of ensuring construct validity, it was previously verified the within-unit agreement. For three out of four factors of organizational climate, climate strength moderated the impact of material support on occupational stress. The moderator effects discovered here showed the expected direction: when climate strength is high, the influence of units' support on units' stress is high, and when climate strength is low, the aforementioned influence is weakened. Contributions of this study are discussed in the sense of understanding the role of shared cognitions on group work's outcomes as well as practical implications of within- group agreement in organizational context.
Description: Dissertação (mestrado)-Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, 2010.
Appears in Collections:PSTO - Mestrado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações (Dissertações)

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