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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/7410
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Title: Controle da antractose (Colletotrichum gloeosporioides) em pós-colheita da goiaba (Psidium guajava), produzida em sistema de cultivo convencional e orgânico, pela aplicação de fosfitos, hidrotermia e cloreto de cálcio
Other Titles: Evaluation of hydrothermal and alternative chemical treatments on post-harvest anthracnose of guava from conventional and organic system of fruit production
Authors: Ferraz, Dina Márcia Menezes
Orientador(es):: Blum, Luiz Eduardo Bassay
Assunto:: Fitopatologia
Frutas - cultivo
Goiaba - doenças e pragas
Antracnose
Issue Date: 15-Apr-2011
Citation: FERRAZ, Dina Márcia Menezes. Controle da antractose (Colletotrichum gloeosporioides) em pós-colheita da goiaba (Psidium guajava), produzida em sistema de cultivo convencional e orgânico, pela aplicação de fosfitos, hidrotermia e cloreto de cálcio. 2010. xii, 103 f. Dissertação (Mestrado em Fitopatologia)-Universidade de Brasília, Brasília, 2010.
Abstract: A antracnose [Colletotrichum gloeosporioides (Penz). Sacc.] é um dos problemas mais importantes na pós-colheita de goiabas (Psidium guajava L.). O controle desta doença, na maioria das vezes, é feito com a aplicação de fungicidas. Visando reduzir o uso de fungicidas em pós-colheita de goiaba, avaliou-se o efeito de fosfitos, hidrotermia, cloreto de cálcio (CaCl2) e a combinação destes métodos sobre a antracnose e na perda de massa fresca (PMF), pH, sólidos solúveis totais (SST), acidez titulável (AT) e maturação dos frutos oriundos de produção convencional e orgânica. O patógeno foi isolado de frutos com antracnose oriundos de Brazlândia, DF, de onde também foram coletados os frutos para realização do estudo. Inicialmente, foi feita a assepsia dos frutos (Estágio de maturação 3-4) em álcool 10% por 1 minuto, seguido de hipoclorito de sódio 1,0% por 1 minuto e em água destilada e esterilizada por 1 minuto. Os frutos foram perfurados em três pontos eqüidistantes nos quais foram inoculados 50μl de suspensão 105 conídios/mL e mantidos em câmara úmida (24h; 23ºC; 12h de luz). Em seguida os tratamentos foram aplicados e os frutos foram mantidos em incubador (23ºC; 12h luz) por cinco a 10 dias. As avaliações foram feitas diariamente medindo-se o diâmetro das lesões, o grau de maturação e a freqüência de aparecimento de lesões naturais. Ao final das avaliações realizou-se a análise físico-química dos frutos (PMF, pH, SST, AT). Nos testes com fosfitos foram usados produtos nas doses recomendadas pelos fabricantes e o fungicida Carbendazim (Derosal 1mL p.c./L) imergindo os frutos nas soluções dos produtos por 20 minutos. O tratamento testemunha recebeu água destilada esterilizada por igual período. Os resultados obtidos demonstraram que o diâmetro das lesões obtidas na inoculação do patógeno em frutos de cultivo convencional foi reduzido com a aplicação dos fosfitos. E em fruto de cultivo orgânico a redução se deu com a aplicação do fosfito Zn e do fosfito K. O número de lesões naturais nos frutos de cultivo convencional inoculados foi reduzido com a aplicação dos fosfitos Mg, fosfito Zn e fosfito K. Já o número de lesões naturais em frutos de cultivo convencional não inoculado, foi menor naqueles tratados com o fosfito K, fosfito Zn e o fosfito Ca. No experimento em que se avaliou o fosfito K quanto ao diâmetro das lesões em frutos inoculados todas as doses testadas diferiram da testemunha em frutos de cultivo convencional e orgânico. O resultado apresentado com CaCl2 mostrou redução no diâmetro de lesões inoculadas com as doses de 1, 2 e 2,5% (cultivo convencional) e 1, 1,5 e 2,5% (cultivo orgânico). Com o tratamento hidrotérmico utilizando-se diferentes temperaturas a média do diâmetro das lesões inoculadas diferiu da testemunha em todos os tratamentos. O número de lesões naturais em cultivo orgânico foi reduzido em fruto tratado a 47º, 49° e 51ºC. No experimento envolvendo diferentes tempos de exposição, o tratamento com duração de 10 min (47ºC) mostrou-se mais eficiente no controle da doença. As características físico-químicas e o desenvolvimento fisiológico dos frutos foram afetados por alguns dos tratamentos. Tratamentos de frutos com fosfito, CaCl2 e hidrotérmico retardaram a maturação. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT
Anthracnose [Colletotrichum gloeosporioides (Penz). Sacc.] is one of the most important post-harvest diseases on guava fruits (Psidium guajava L.). Fungicides are constantly used to control this disease. Willing to reduce fungicide use on post-harvest fruits, the main objective of this study was the evaluation of phosphites, hot water, calcium chloride (CaCl2) and the combination of these methods on disease and on fruit quality [fresh mass loss (FML), pH, total of soluble solids (TSS), and titrable acidity (TA)] from conventional and organic system of production. The pathogen was isolated from infected field from Brazlândia/DF/Brazil, the same country, all experimental were harvested. Before the application of treatments in experiments, the fruit (stage 3-4 of maturation) were decontaminated in 10% alcohol (1 min), 1,0% sodium hypochlorite (1 min) and sterilized distilled water (1 min). The fruits were marked on three equidistant points in the median region and in the center of each mark an injury was made (2mm). Then, the fruits were inoculated (50μl of suspension 105 conidia / ml) and placed in humid chamber (23ºC; 24h; light 12h). Then, the treatments were applied and the fruit stored in incubator (23ºC; light 12h) for five to 10 days. Daily, the diameter of lesions, number of lesions and fruit maturity stage were evaluated. At the end of the evaluations, it was carried out a chemical and physical analysis of the fruits FML, TSS, pH, and TA. In the experiments performed with phosphite products the doses recommended by the manufacturers were applied: Phosphite Zn; Phosphite K; Phosphite Mg; Phosphite Ca and fungicide Carbendazim (Derosal 1mL/L). The fruits were dipped the in solutions of these products for 20minutes. Fruits used as test control were dipped in sterile distilled water for an equal period. Phosphite K was also tested in four doses (0.5; 1.0; 1.5; 2.0mL/L). In the tests with CaCl2, also, it was used four doses (1.0; 1.5; 2.0; 2.5%) of the product. Trials with hydrothermal treatments were performed in water at 43, 45, 47, 49 and 51°C (6 min), and for 2, 4, 6, 8 and 10 min (47°C). Combinations of methods were also tested: phosphite K, hydrothermal (47ºC/10min) and CaCl2 (2.0%). Results showed that when phosphites were applied the diameter of lesions, on conventional fruits, was smaller compared to control. In organic fruits the reduction on diameter occurred with applications of phosphite Zn and phosphite K. On inoculated conventional fruits the number of naturally occurring was reduced with application of phosphite Mg, phosphite Zn and phosphite K. Nevertheless, the number of naturally occurring lesions conventional non-inoculated fruits was reduced in fruits treated with phosphite K, posphite Zn and phosphite Ca. All tested doses of phosphite K reduced the diameter of lesions on conventional and organic fruits when compared to the non-treated control. Treatments with CaCl2 (1 to 2,5%) showed reduction on diameter of lesions. Hydrothermal treatments reduced the size of lesions when compared to non-treated control. The number of lesions was reduced with water at 47º, 49° and 51ºC. Ten minutes (47oC) in hot water was the best time to reduce disease on fruit. Some treatments modified the analyzed fruit quality properties. Fruit treatments with phosphite, CaCl2 and hot water retarded fruit maturation.
Description: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Fitopatologia, 2010.
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