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2008_VilmaMargareteSimao.pdf1,24 MBAdobe PDFView/Open
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dc.contributor.advisorTheodoro, Mário Lisboa-
dc.contributor.authorSimão, Vilma Margarete-
dc.date.accessioned2011-01-03T16:55:43Z-
dc.date.available2011-01-03T16:55:43Z-
dc.date.issued2011-01-03-
dc.date.submitted2008-03-18-
dc.identifier.citationSIMÃO, Vilma Margarete. As trajetórias e a organização do trabalho cooperado e autogestor. 2008. 252 f. Tese (Doutorado em Política Social)-Universidade de Brasília, Brasília, 2008.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/6333-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Departamento de Serviço Social, 2008.en
dc.description.abstractNa presente tese, buscou-se desvelar as mediações das trajetórias ocupacionais na constituição e organização do trabalho a partir de três experiências de cooperativas de produção localizadas em cidades industrializadas do Estado de Santa Catarina. Comparou-se o processo de constituição e os procedimentos na organização, desenvolvimento e gestão do processo de trabalho, bem como a presença da participação autogestora. Deste modo, o objeto de nossa tese é a relação entre a trajetória ocupacional e o modo de organizar e gerir o trabalho coletivo, sem a presença de um patrão e de uma rígida divisão hierárquica do trabalho, com a construção da autonomia coletiva. O estudo de caso comparativo, de caráter qualitativo longitudinal, fundamentou-se em material coletado pelos instrumentos de entrevista, questionário longitudinal, bibliográfico e documental. Os sujeitos do estudo foram os/as cooperados/as de cooperativas de produção. Como referência teórica, nos utilizamos da leitura marxiana acerca da organização e divisão do trabalho, próprio do trabalhador coletivo, e de suas considerações sobre a divisão eqüitativa da produção livre da rigidez hierárquica do trabalho. O estudo nos mostrou que os trabalhadores que constituíram as cooperativas de produção fizeram parte da superpopulação relativa. Visto que, nas trajetórias ocupacionais foi presente o evento de desemprego, de parcialmente empregado e de não inserção no mercado de trabalho. E nenhuma das trajetórias ocupacionais, dos trabalhadores que constituíram uma das cooperativas, foi promissora no sentido de lhes possibilitar uma poupança. Assim, foi comum, entre as cooperativas em estudo, a aquisição dos meios de produção sem uso da poupança adquirida no percurso da vida de trabalhadores. Estes trabalhadores mudam da condição de integrantes da superpopulação relativa para associados de cooperativas de produção por decisão do coletivo, mas, motivados por eventos externos. Estas cooperativas, através dos meios de produção de propriedade coletiva, passam a produzir, sem a presença do patrão e, assim, se transpõem para a condição de produtores associados e autônomos. Na organização do trabalho, os trabalhadores com uma trajetória de inserção na composição do trabalhador coletivo revelaram maior capacidade organizativa. Entrementes, identificamos certa tendência para a reprodução da organização do trabalho, já vivida na empresa empregadora. Embora se faça presente à cooperação voluntária, superação da hierarquia não é realidade nas três cooperativas em estudo. ______________________________________________________________________________ ABSTRACTen
dc.description.abstractThe present work has tried to reveal the existing mediation within occupational and career paths in the constitution and organization of work, from the experiences in three production cooperative groups established in industrialized cities of Santa Catarina state, in Brazil. It has been compared the process of constitution and the procedures for the organization, development and management of the work process, as well as the presence of self-managing participation. Thus, the objective of this paper is to demonstrate the relation between the occupational path and the way how the cooperative work is organized and managed, without the presence of a boss and of a strict hierarchic division, in the formation of collective autonomy. The comparative qualitative and longitudinal case study is based on material collected by interviewing instruments, such as longitudinal bibliographic and documental questionnaires. The subjects of study were partners in production cooperative societies. The theoretical reference is based on readings of Marx’s work referring to work division and organization pertaining to the collective worker, as well as the writer’s ideas on equitative division in the production free of hierarchic rigidity at work. The study has shown that workers from production cooperatives were part of relative super population. Also, unemployment, partially employed and non market inclusion situations have appeared in the occupational and career paths. None of the occupational paths referring to cooperative workers were promising ones, allowing the workers to have some savings. This way, it has been a common situation among studied cooperatives, the acquisition of means of production without the use of savings collected along their working life. Based on collective decision, but motivated by external events, such workers change from the condition of integrants of a relative super population to partners in production cooperatives and, by means of collective property production, work without the presence of the boss, changing to the condition of associated producers and self-employed. In work organization, the workers with a path of insertion in the composition of the collective worker show a greater organizational capacity. In between, it has been identified a certain tendency to reproduce the work organization from the employer company and although volunteer cooperation is present, there is no surpassing of hierarchic organization, in the three studied cooperatives. ______________________________________________________________________________ RESUMÉen
dc.description.abstractDans l’actuelle thèse on a cherché les médiations des trajectoires occupationnelles dans la constituition et organisation du travail à partir de trois expériences de coopératives de production localisées dans l’État de Santa Catarina. Nous avons comparé le processus et les procédures dans l’organisation , le développement et la gestion du processus de travail , ainsi que la présence de la participation autogestionnaire . De cette manière , l’objet de notre thèse est la réalisation entre la trajectoire occupacionnelle et la manière d’organiser et gérer le travail collectif sans la présence d’un patron et d’une rigide division hiérarchique du travail, avec la construction de l’autonomie collective. L’étude du cas comparatif, du caractère qualificatif longitudinal, s’est fondé dans le matériel collecté par des interviews, questionnaires longitudinaux, bibliographies et documentaires. Les sujets d’étude ont été les coopéres et les coopératives de production. Comme référence théorique nous nous sommes servis de la lecture marxiste au sujet de l’organisation et division du travail, spécifique du travailleur collectif et de ses considérations sur la division équitable de la production de la rigidité hiérarchique du travail. L’étude a montré que les travailleurs qui ont constitué les coopératives de production ont fait partie de la superpopulation relative.Étant donné que, dans les trajectoires occupationnelles a été présent l’événement du chomage, de l’employe partiel et de la non insertion au marché du travail. Et aucune des trajectoires occupationnelles, des travailleurs qui ont constitués une des coopératives a été prometteur dans le sens de leur donner la possibilité d’une caisse d’épargne. Ainsi a été commum entre les coopératives en étude, l’aquisition des moyens de production sans l’utilisation de la caisse d’épargne, contractée au long de la vie des travailleurs. Ces coopératives, par les moyens de production de proprieté collective, produisent sans la présence du patron et ainsi deviennent producteurs associés et autonomes. Dans l’organisation du travail, les travailleurs avec une trajectoire d’insertion dans la composition des travailleurs collectif ont démontré une plus grande capacité d’organisation. Entre-temps, nous avons identifié une tendance pour la reproduction de l’organisation du travail , déjà vécu à l’entreprise de l’employer qui embauche. Quoique la coopération volontaire est bien présente, et surmonter l’hiérarchie n’est pas une réalité dans les trois coopératives en étude.en
dc.language.isoPortuguêsen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.titleAs trajetórias e a organização do trabalho cooperado e autogestoren
dc.typeTeseen
dc.subject.keywordPolítica socialen
dc.subject.keywordAdministração - participação dos empregadosen
dc.subject.keywordRelações humanas - trabalhoen
dc.subject.keywordAutogestãoen
dc.location.countryBRAen
Appears in Collections:SER - Doutorado em Política Social (Teses)

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