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Título: Armando Magalhães Corrêa : gente e natureza de um sertão quase metropolitano
Outros títulos: Armando Magalhães Corrêa : people and nature in an almost metropolitan sertão
Autor(es): Franco, José Luiz de Andrade
Drummond, José Augusto Leitão
Assunto: Rio de Janeiro (RJ)
Conservacionismo
Museu Nacional do Rio de Janeiro
Recursos naturais
População rural
Expansão urbana
Data de publicação: 2005
Referência: FRANCO, José Luiz de Andrade; DRUMMOND, José Augusto. Armando Magalhães Corrêa: gente e natureza de um sertão quase metropolitano. Hist. cienc. saude-Manguinhos [online], v.12, n.3, p.1033-1059, 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n3/22.pdf>. Acesso em: 5 nov. 2010. doi: 10.1590/S0104-59702005000300021.
Resumo: O texto examina o pensamento social e ambiental de Armando Magalhães Corrêa (1889-1944), conforme expresso no livro O sertão carioca (1936). Mostra-se que ele fez parte de uma geração de conservacionistas pioneiros do Brasil, a qual, ao contrário do que geralmente se pensa, soube integrar as dimensões social e natural, aproximando a necessidade de defender a natureza do imperativo de melhorar as condições de vida dos habitantes do interior brasileiro. Ao focalizar as populações do entorno rural da cidade do Rio de Janeiro por volta de 1930, o autor capta num microcosmo as distâncias sociais e culturais entre urbanos e sertanejos brasileiros. Descreve com acuidade o meio natural de uma área em grande parte urbanizada que vai da baixada de Jacarepaguá à Pedra de Guaratiba. Trata das atividades produtivas dos seus habitantes e faz sugestões políticas conservacionistas que vieram a influenciar as políticas governamentais. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT
The article examines the social and environmental thought of Armando Magalhães Corrêa (1889-1944) as expressed in his book O sertão carioca (1936). He was part of a generation of pioneer conservationists in Brazil who—contrary to what is generally believed—were able to bring the social and natural dimensions together, blending the need to defend nature with the imperative of improving the living conditions for people in Brazil's interior. Focusing on people residing in the rural outskirts of Rio de Janeiro city around 1930, Corrêa captures a microcosm that illustrates the social and cultural distances separating Brazilian urbanites and sertão dwellers. He provides clear descriptions of the natural world within a largely urbanized area that stretches from the Jacarepaguá lowlands to Pedra de Guaratiba. He explores the productive activities of the region's inhabitants and makes conservationist suggestions that were to influence governmental policy.
DOI: 10.1590/S0104-59702005000300021
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