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Título: Abordagem intertemporal da conta corrente : introduzindo câmbio e juros no modelo básico
Autor(es): Andrade, Joaquim Pinto de
Silva, Nelson da
Assunto: Conta corrente
Taxa de juros
Taxa de câmbio
Data de publicação: 2007
Citação: SILVA, Nelson da; ANDRADE, Joaquim Pinto de. Abordagem intertemporal da conta corrente: introduzindo câmbio e juros no modelo básico. Economia Aplicada, v. 11, n. 2, p. 157-187, 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ecoa/v11n2/01.pdf>. Acesso em: 29 out. 2010. doi: 10.1590/S1413-80502007000200001.
Resumo: O modelo padrão da abordagem intertemporal da conta corrente assume as hipóteses restritivas de que todos os bens são comercializáveis e que a taxa de juros internacional é constante. Neste artigo se segue o modelo de Bergin e Sheffrin (2000) para avaliar a dinâmica das transações correntes e a mobilidade de capitais no Brasil. O modelo BS percorre a linha dos modelos de valor presente e possibilita a introdução da taxa de juros e da taxa de câmbio. Os testes do modelo seguem a técnica econométrica desenvolvida por Campbell (1987) e Campbell e Shiller (1987). Os resultados empíricos sugerem que a introdução dos juros e do câmbio no modelo intertemporal não é suficiente para que se consiga explicar consistentemente as flutuações no saldo das transações correntes do Brasil. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT
The standard model of the intertemporal approach of current account assumes restrictive hypothesis that all goods are tradables and that foreign interest rate is constant. In this paper we follow Bergin and Sheffrin's (2000) model to evaluate the dynamic of the current account and the capital mobility in Brazil. BS model follows the line of the present value models and it enables us to insert interest and exchange rates. Tests of the model follow the econometric technique developed by Campbell (1987) and Campbell and Shiller (1987). The empirical results of this work suggest that the introduction of the interest and exchange rates in the intertemporal model is not enough for one to consistently explain the fluctuations of the Brazilian current account balance.
DOI: 10.1590/S1413-80502007000200001
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