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Title: Teste de caminhada de seis minutos : estudo do efeito do aprendizado em portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica
Other Titles: Six minutes walk test : study of the effect of learning in chronic obstructive pulmonary disease patients
Authors: Rodrigues, Sérgio Leite
Mendes, Hélder Fonseca e
Viegas, Carlos Alberto de Assis
Keywords: Teste de caminhada
Doença pulmonar obstrutiva crônica
Issue Date: 2005
Citation: RODRIGUES, Sérgio Leite; MENDES, Hélder Fonseca e; VIEGAS, Carlos Alberto da Assis. Teste de caminhada de seis minutos: estudo do efeito do aprendizado em portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica. Jornal Brasileiro de Pneumologia, v. 20, n. 2, p. 121-125, 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/jbpneu/v30n2/v30n2a08.pdf>. Acesso em: 11 out. 2010.
Abstract: INTRODUÇÃO: Testes de caminhada de seis minutos vêm sendo utilizados de forma crescente para avaliar a efetividade de diferentes opções terapêuticas clínicas e cirúrgicas em pneumopatias. Entretanto, a falta de padronização para a sua realização pode influenciar as aferições, prejudicando a qualidade da avaliação. Nesse sentido, formulamos a hipótese de que os pacientes têm melhor performance com a realização do teste de caminhada de seis minutos após aprendizado. OBJETIVO: Determinar o possível efeito do aprendizado na distância percorrida durante o teste de caminhada de seis minutos em portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica. MÉTODO: Foram analisados, retrospectivamente, 35 prontuários de pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica, encaminhados ao Programa de Reabilitação Pulmonar do Hospital Universitário de Brasília, e que tivessem realizado, em dias alternados, dois testes de caminhada de seis minutos, espirometria e gasometria arterial. O diagnóstico clínico e funcional de doença foi baseado na história de exposição a fator de risco, produção de secreção, dispnéia e prova espirométrica alterada, após o uso de broncodilatador. RESULTADOS: Observamos que as distâncias percorridas no segundo teste de caminhada de seis minutos (515 ± 82 metros) foram maiores que as distâncias percorridas no primeiro (480 ± 85 metros), com valores estatisticamente significativos (p < 0,05). Entretanto, as variáveis esforço muscular, percepção da dispnéia (escala de Borg), saturação periférica da hemoglobina pelo oxigênio, freqüência respiratória e freqüência cardíaca não apresentaram diferença significativa entre os dois testes (p<0,05). CONCLUSÃO: O presente estudo sugere a necessidade de padronização do teste de caminhada de seis minutos, com a realização de pelo menos dois testes para se avaliar a capacidade funcional de pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT
Background: The six minutes walk test has been increasingly utilized to assess the effectiveness of different clinical and surgical treatment options in pulmonary diseases. However lack of standardization for their performance may influence measurements and jeopardize assessment of the functional capacity of patients with cardiopulmonary disease. Objective: To determine the possible effects of learning on the distance covered during the six minute walk test for bearers of chronic obstructive pulmonary disease. Method: A retrospective analysis of 35 medical records of COPD patients referred to the Pulmonary Rehabilitation Program of the University Hospital of Brasília was carried out. On alternate days these patients had performed two six minutes walk tests, spirometry and arterial blood gas analysis. Clinical and functional diagnosis was based upon the history of exposure to risk factors, mucus production, dyspnea and spirometric dysfunction after use of bronchodilators. The Student test was used for the comparison of results that were different. Results: The distances covered in the second six-minute walk test (515 ± 82 meters) were greater than those covered in the first six-minute walk test (480 ± 85 metros), with statistically significant differences (p<0.05). However measurements of the muscular effort and perception of dyspnea (Borg scale), peripheral blood oxygen saturation (SpO2), respiratory and heart rates did not disclose any statistically significant differences between the two tests (p<0.05). Conclusion: The present study suggests that in order to standardize the six minutes walk test, the procedure should be performed at least twice to better assess the functional capacity of patients, bearers of chronic obstructive pulmonary disease.
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