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Título: Mulheres negras 60+ : histórias de vida na velhice
Autor(es): Costa, Denise Ferreira da
Orientador(es): Moura, Leides Barroso Azevedo
Assunto: Interseccionalidade
Decolonialidade
Mulheres negras
Racismo
Velhice
Data de publicação: 17-Mar-2025
Referência: COSTA, Denise Ferreira da. Mulheres negras 60+: histórias de vida na velhice. 2024. 190 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024.
Resumo: A pesquisa Mulheres negras 60+: histórias de vida na velhice – diálogo entre Conceição Evaristo e Ecléa Bosi – estuda o envelhecimento das mulheres negras brasileiras em perspectiva descolonial, em que trata o racismo e os fenômenos machismo, classe, gênero, idadismo em perspectativa interseccional e na relação entre história, cultura e formação da sociedade. O estudo tem como objetivo captar as histórias de vida de mulheres negras 60+ que frequentam o Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (CECON) do Gama no Distrito Federal a partir de uma perspectiva interseccional entre racismo, gênero, idadismo e pobreza, de modo a compreender processos subjetivos gerados na relação entre história, cultura e impactos para velhice da mulher negra brasileira. A metodologia é a pesquisa qualitativa, análise das narrativas orais de mulheres negras 60+ e epistêmico metodológica Escrevivência de Conceição Evaristo em diálogo com estudos de pessoas velhas de Ecléa Bosi. A fundamentação teórica traz contribuições de mulheres referências em pesquisas interseccionais do Feminismo Negro como: Patrícia Collins, Lélia Gonzáles, Sueli Carneiro, etc. e contribuições de Leides Moura e os estudos dos idosos. A análise e discussão dos dados apontou que a vida das mulheres negras brasileiras é impactada pelo racismo brasileiro, potencializando danos à saúde física e mental na fase da velhice. Todavia, as mulheres negras 60+, tanto ao nível individual como coletivo não se veem como vítimas passivas da sociedade racista, apesar das adversidades. O resultados visibilizaram processos de empoderamento e autoafirmação identitária das participantes da pesquisa por se reconhecerem como protagonistas de suas histórias de vida e de suas famílias. Conclui-se, portanto, que as mulheres negras 60+ brasileiras, longe de assumirem posicionamentos de vítimas passivas, atuam na vanguarda da lutas contra a opressão e a iniquidade do racismo interseccional construído ao longo das suas vidas processos de resistência, resiliência e protagonismo na luta contra racismo brasileiro.
Abstract: The research Women black 60+: life stories of old age – dialogue between the work of Conceição Evaristo and Ecléa Bosi – studies the aging of Brazilian black women from a decolonial perspective, in which it deals with racism and the phenomena of machismo, class, gender, ageism, in perspective intersectional and in the relationship between history, culture and the formation of society. The study aims to: capture the life stories of black women 60+ who attend the Coexistance and Bond Strengthening Center (CECON) do Gama in the Federal District, from an intersectional perspective between racism, gender, ageism and poverty, in order to to understand subjective processes generated in the relationship between history, culture and impacts on the old age of black Brazilian women. The methodology is qualitative research, analysis of the oral narratives of black women 60+ and epistemic methodological Writing by Conceição Evaristo in dialogue with studies of old people by Ecléa Bosi. The theoretical foundation brings contributions from women references in intersectional research on Black Feminism such as: Patrícia Collins, Lélia Gonzáles, Sueli Carneiro, etc. and contributions from Leides Moura and studies of the elderly. The analysis and discussion of the data showed that the lives of black Brazilian women are impacted by Brazilian racism, increasing damage to physical and mental health in old age. However, black women 60+, both individually and collectively, do not see themselves as passive victims of a racist society, despite the adversities. Research participants as they recognized themselves as protagonists of their life stories and that of their families. It is concluded, therefore, that Brazilian black women 60+, far from assuming positions of passive victims, they act at the forefront of the fight against oppression and inequity of intersectional racism built throughout their lives through processes of resistance, resilience and protagonism in the struggle against Brazilian racism.
Unidade Acadêmica: Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM)
Programa de pós-graduação: Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional
Licença: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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