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Title: Heidegger e Lacan : a linguagem do ponto de vista ontológico e da prática analítica
Authors: Santos, Ívena Pérola do Amaral
Advisor: Silva Neto, Norberto Abreu e
Keywords: Heidegger, Martin, 1889-1976
Lacan, Jacques, 1901-1981
Psicanálise
Issue Date: Mar-2009
Submit Date: Mar-2009
Citation: SANTOS, Ívena Pérola do Amaral. Heidegger e Lacan: a linguagem do ponto de vista ontológico e da prática analítica. 2009. 189 f. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica e Cultura)-Universidade de Brasília, Brasília, 2009.
Abstract: Este estudo busca encontrar na teoria psicanalítica de Jacques Lacan, formulada a partir do entendimento de que o inconsciente estrutura-se como uma linguagem, elementos que correspondam às analises efetuadas por Martin Heidegger da estrutura do Dasein e sobre a questão do Ser. Por se tratarem de âmbitos conceituais distintos, uma exposição sobre a diferença entre o ontológico e o ôntico mostra-se necessária, e esta é apresentada a partir do pensamento heideggeriano. Após a exposição da teoria da linguagem que cada autor propõe, buscar-se-á responder a pergunta sobre a possibilidade de uma aproximação entre ambos, tendo-se em mente que eles não se equivalem nem se subordinam, como também não representam um a continuidade do outro. O que anima o presente estudo é a visão de homem comum aos dois autores: seja ele Dasein ou sujeito, o homem não permite uma interpretação naturalizante nem substancializadora. Os principais textos utilizados foram Ser e Tempo e Seminários de Zollikon, de Heidegger, e Escritos e os seminários de 1955 a 1969, de Lacan. Para este estudo foi realizada uma pesquisa bibliográfica, donde se constatou que há poucas referências que tratam de um diálogo entre Heidegger e Lacan, pelo menos na língua portuguesa. O que se concluiu foi que, nos primeiros anos do ensino de Lacan, Heidegger de fato é presença constante em suas elaborações, particularmente quanto à linguagem ser o que constitui o sujeito enquanto reveladora da verdade em relação ao seu desejo. As divergências conceituais e metodológicas que efetivamente ocorrem não são consideradas para que se garanta a integridade de cada pensador no seu campo de investigação. ___________________________________________________________________________________ ABSTRACT
This paper intends to find in Jacques Lacans psychoanalytic theory, formulated from the understanding that unconsciousness is structured as a language, elements that correspond to analysis accomplished by Martin Heidegger of the structure of Dasein and about the question of Being. Dealing distinct conceptual scopes, an exposition about the difference between ontological and ontic is necessary and is presented from Heideggers thinking. After exposing the theory of language that each author propose, an answer is searched on the question about the possibility of an approximation between them, keeping in mind that they are not equivalent nor subordinating, as they do not represent a continuity involving one or another. What animates the present study is the concept of human being usual to both authors, being it the Dasein or the subject, human beings do not allow a naturalizing nor substantialize interpretation. The main texts used are Heideggers Being and Time and Zollikon Seminars and Lacans Écrits and the seminars from 1955 until 1969. To this study was realized a bibliographic research, in which it was concluded that are few bibliographic references, at least in Portuguese, of a dialog between Heidegger and Lacan. The conclusion is that, in the first years of Lacans taught, Heidegger is, in fact, a constant presence in his thinking, particularly in the language that constitutes the subject, as a revealer of truth relative to his desire. The conceptual methodological divergence that effectively occurs is not considered to assure each thinkers integrity in his arena of investigation.
Additional Information: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Clínica, 2009.
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