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Título: Consumo alimentar e entendimento da pirâmide alimentar adaptada em adolescentes fisicamente ativos do Distrito Federal.
Autor(es): Gonçalves, Camila Brandão
Orientador(es): Nogueira, Júlia Aparecida Devidé
Costa, Teresa Helena Macedo da
Assunto: Adolescentes - nutrição
Hábitos alimentares
Exercícios físicos
Data de publicação: 2009
Data de defesa: 2009
Citação: GONÇALVES, Camila Brandão. Consumo alimentar e entendimento da pirâmide alimentar adaptada em adolescentes fisicamente ativos do Distrito Federal. 2009. 154 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação Física)-Universidade de Brasília, Brasília, 2009.
Resumo: Objetivo: Avaliar o consumo alimentar e a compreensão da Pirâmide Alimentar Adaptada para Adolescentes Fisicamente Ativos como um instrumento educativo capaz de melhorar o conhecimento e o entendimento sobre o padrão alimentar saudável em adolescentes fisicamente ativos, bem como avaliar a aceitação do café como alimento funcional e sua influência no bem-estar dessa população. Métodos: 58 adolescentes (53% meninos e 47% meninas) fisicamente ativos (13,73 ± 0,77 anos) do Distrito Federal responderam aos questionários de dados, recordatórios alimentares 24h, e questionários de conhecimento nutricional e de bem-estar nas duas fases da pesquisa (antes e depois da intervenção com intervalo de pelo menos um mês). Os adolescentes foram divididos em dois grupos: o grupo intervenção pirâmide recebeu o material educativo impresso e o grupo intervenção ampla recebeu o material educativo impresso e uma breve explanação oral sobre a pirâmide alimentar e as características funcionais do café. Resultados: A maioria dos adolescentes estudados não consome a quantidade de porções dos grupos alimentares recomendada pela pirâmide alimentar com prevalência de consumo abaixo do recomendado de: 98% para hortaliças, 83% para frutas, 72% para leguminosas, 48% para leite e derivados; e prevalência de consumo acima do recomendado de: 69% para gorduras, 71% para carnes e ovos e 98% para doces e petiscos. A princípio o conhecimento nutricional dos adolescentes foi razoável (59,91 ± 17,82 pontos) e aumentou (p<0,05) após a intervenção (69,09 ± 19,86 pontos), sem diferença significativa entre os tipos de intervenção. O consumo de café aumentou no grupo intervenção ampla e diminuiu (p<0,05) no grupo intervenção pirâmide. A quantidade de consumo do café pelos adolescentes nas duas fases não foi associada ao bem-estar. Conclusão: Os adolescentes fisicamente ativos estudados não possuem hábitos alimentares saudáveis; melhoraram o conhecimento nutricional pelo uso do instrumento educativo da Pirâmide Alimentar Adaptada para Adolescentes Fisicamente Ativos; e aceitaram a indicação do consumo de café como alimento funcional. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT
Purpose: To evaluate food intake and the comprehension of the Adapted Food Pyramid to Physically Active Adolescents as an educational instrument to improve understanding and knowledge about healthy dietary pattern in physically active adolescents, as well as to evaluate the acceptance of coffee as a functional food and its influence in this population well-being. Methods: 58 adolescents (53% male and 47% female) physically active (13,73 ± 0,77 years) from the Federal District answered identification questionnaires, 24h dietary recalls, a nutritional knowledge questionnaire, and a well-being questionnaire in the two phases of the study (before and after intervention; with at least one month interval). The adolescents were divided into two groups: the pyramid intervention group received the printed educational material and the broad intervention group received the printed educational material and a brief oral explanation about the food pyramid and the functional characteristics of coffee. Results: Most of the adolescents studied did not consume the amount of servings recommended by the pyramid food groups, with prevalence of lower than recommended consumption of: 98% for vegetables, 83% for fruit, 72% for legumes, 48% for milk and dairy products; and prevalence of higher than recommended consumption of: 69% for fat, 71% for meat and eggs and 98% for sweets and snacks. At first, the adolescent’s nutritional knowledge was reasonable (59,91 ± 17,82 points), and it increased (p<0,05) after the intervention (69,09 ± 19,86 points), with no significant differences between the intervention groups. The consumption of coffee increased in the broad intervention group and decreased (p<0,05) in the pyramid intervention group. The amount of coffee consumption by the adolescents in the two phases was not associated to well-being. Conclusions: In this study, physically active adolescents did not have healthy dietary habits; they improved their nutritional knowledge with the use of the Adapted Food Pyramid to Physically Active Adolescents; and they accepted the indication of coffee consumption as a functional food.
Descrição: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, 2009.
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UnB - Brasília 50 anos

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