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KARINE ANUSCA MARTINS.pdf1,35 MBAdobe PDFView/Open
Title: Perfil de consumo alimentar de pacientes tabagistas em tratamento, na cidade de Goiânia, em 2006
Other Titles: Profile of food consumption of smoker patients under treatment in Goiânia, Brazil, in 2006.
Authors: Martins, Karine Anusca
Orientador(es):: Fornés, Nélida Antonia Schmid
Assunto:: Tabagismo
Fumo - vício
Alimentos - consumo
Issue Date: 2006
Citation: MARTINS, Karine Anusca. Perfil de consumo alimentar de pacientes tabagistas em tratamento, na cidade de Goiânia, em 2006. 2006. 203 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)-Programa Multiinstitucional de Pós-graduação em Ciências da Saúde, convênio Rede Centro-Oeste UnB/UFG/UFMS, Goiânia, 2006.
Abstract: As alterações que o consumo de cigarros pode provocar na ingestão de alimentos têm sido alvo de inúmeros questionamentos, visto que alguns estudos experimentais mostram que a nicotina e a exposição à fumaça do cigarro podem levar a diminuição do consumo alimentar e à perda de peso. O objetivo do presente estudo foi identificar o consumo alimentar dos participantes da Abordagem Intensiva aos Fumantes do Programa Municipal de Controle do Tabagismo (PMCT) da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, em 2006. Estudo transversal, de caráter descritivo, realizado com 140 pacientes adultos tabagistas (fumantes, fumantes abstêmios e exfumantes). Realizou-se um levantamento com informações referentes às características socioeconômica e demográfica (sexo, idade, estado civil ou situação conjugal, procedência, escolaridade, renda), do hábito tabagístico (tempo de uso do tabaco; o tipo de cigarro; o grau de dependência à nicotina; o número de cigarros/dia e de tentativas para deixar de fumar; os fatores causadores da vontade de fumar; o método utilizado para cessação do hábito; recaída ou lapso e utilização de medicamentos) e antecedentes pessoais e familiares. Utilizou-se o método de freqüência retrospectiva (dos últimos seis meses) de consumo de alimentos, mediante um questionário de freqüência de consumo alimentar validado, para a coleta de informações sobre o hábito alimentar. A tabulação e análise de dados foram realizadas em programa Excel 2003 e SPSS 8,0, respectivamente. Utilizou-se na análise dos dados o Teste Exato de Fisher, Teste t e o coeficiente de correlação de Pearson. A amostra utilizada foi representativa (68,3%) em relação ao número total de pacientes participantes do PMCT. Mais de 85% da população estudada fumava a mais de 20 anos, confirmando o início precoce do hábito tabagístico, entre 7 e 14 anos de idade; 42% apresentou grau de dependência a nicotina elevado e/ou muito elevado; 15% dos pacientes já haviam parado de fumar e a maioria, dentre aqueles que ainda não conseguiram, apresentou redução do número de cigarros fumados/dia. Os alimentos consumidos com maior freqüência em cada um dos grupos estudados foram: óleo vegetal, sal, arroz, café, feijão, açúcar, tomate, pão francês, leite integral líquido, limão, refresco de fruta com açúcar, bife bovino e cerveja (entre as bebidas alcoólicas), os quais definiram o padrão alimentar. Os participantes atenderam a recomendação de glicídios e proteínas/dia e excederam os valores para os lipídios, revelando ser a dieta consumida levemente hiperlipídica; 84,8% (homens) e 79,4% (mulheres) apresentaram um consumo adequado de gorduras saturadas em relação ao valor calórico total ingerido; 54,5% dos homens apresentaram consumo maior que a recomendação de colesterol/dia; 60,7% das mulheres apresentaram um consumo diário de colesterol adequado; 97,0% (homens) e 90,7% (mulheres) excederam a quantidade recomendada de sódio/dia. Verifica-se a necessidade de novos estudos que relacionem o consumo alimentar e o tabagismo para nos auxiliar no controle desse mal que tanto prejudica a sociedade, bem como para planejarmos estratégias e propostas de solução para os problemas detectados. As alterações que o consumo de cigarros pode provocar na ingestão de alimentos têm sido alvo de inúmeros questionamentos, visto que alguns estudos experimentais mostram que a nicotina e a exposição à fumaça do cigarro podem levar a diminuição do consumo alimentar e à perda de peso. O objetivo do presente estudo foi identificar o consumo alimentar dos participantes da Abordagem Intensiva aos Fumantes do Programa Municipal de Controle do Tabagismo (PMCT) da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, em 2006. Estudo transversal, de caráter descritivo, realizado com 140 pacientes adultos tabagistas (fumantes, fumantes abstêmios e exfumantes). Realizou-se um levantamento com informações referentes às características socioeconômica e demográfica (sexo, idade, estado civil ou situação conjugal, procedência, escolaridade, renda), do hábito tabagístico (tempo de uso do tabaco; o tipo de cigarro; o grau de dependência à nicotina; o número de cigarros/dia e de tentativas para deixar de fumar; os fatores causadores da vontade de fumar; o método utilizado para cessação do hábito; recaída ou lapso e utilização de medicamentos) e antecedentes pessoais e familiares. Utilizou-se o método de freqüência retrospectiva (dos últimos seis meses) de consumo de alimentos, mediante um questionário de freqüência de consumo alimentar validado, para a coleta de informações sobre o hábito alimentar. A tabulação e análise de dados foram realizadas em programa Excel 2003 e SPSS 8,0, respectivamente. Utilizou-se na análise dos dados o Teste Exato de Fisher, Teste t e o coeficiente de correlação de Pearson. A amostra utilizada foi representativa (68,3%) em relação ao número total de pacientes participantes do PMCT. Mais de 85% da população estudada fumava a mais de 20 anos, confirmando o início precoce do hábito tabagístico, entre 7 e 14 anos de idade; 42% apresentou grau de dependência a nicotina elevado e/ou muito elevado; 15% dos pacientes já haviam parado de fumar e a maioria, dentre aqueles que ainda não conseguiram, apresentou redução do número de cigarros fumados/dia. Os alimentos consumidos com maior freqüência em cada um dos grupos estudados foram: óleo vegetal, sal, arroz, café, feijão, açúcar, tomate, pão francês, leite integral líquido, limão, refresco de fruta com açúcar, bife bovino e cerveja (entre as bebidas alcoólicas), os quais definiram o padrão alimentar. Os participantes atenderam a recomendação de glicídios e proteínas/dia e excederam os valores para os lipídios, revelando ser a dieta consumida levemente hiperlipídica; 84,8% (homens) e 79,4% (mulheres) apresentaram um consumo adequado de gorduras saturadas em relação ao valor calórico total ingerido; 54,5% dos homens apresentaram consumo maior que a recomendação de colesterol/dia; 60,7% das mulheres apresentaram um consumo diário de colesterol adequado; 97,0% (homens) e 90,7% (mulheres) excederam a quantidade recomendada de sódio/dia. Verifica-se a necessidade de novos estudos que relacionem o consumo alimentar e o tabagismo para nos auxiliar no controle desse mal que tanto prejudica a sociedade, bem como para planejarmos estratégias e propostas de solução para os problemas detectados. As alterações que o consumo de cigarros pode provocar na ingestão de alimentos têm sido alvo de inúmeros questionamentos, visto que alguns estudos experimentais mostram que a nicotina e a exposição à fumaça do cigarro podem levar a diminuição do consumo alimentar e à perda de peso. O objetivo do presente estudo foi identificar o consumo alimentar dos participantes da Abordagem Intensiva aos Fumantes do Programa Municipal de Controle do Tabagismo (PMCT) da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, em 2006. Estudo transversal, de caráter descritivo, realizado com 140 pacientes adultos tabagistas (fumantes, fumantes abstêmios e exfumantes). Realizou-se um levantamento com informações referentes às características socioeconômica e demográfica (sexo, idade, estado civil ou situação conjugal, procedência, escolaridade, renda), do hábito tabagístico (tempo de uso do tabaco; o tipo de cigarro; o grau de dependência à nicotina; o número de cigarros/dia e de tentativas para deixar de fumar; os fatores causadores da vontade de fumar; o método utilizado para cessação do hábito; recaída ou lapso e utilização de medicamentos) e antecedentes pessoais e familiares. Utilizou-se o método de freqüência retrospectiva (dos últimos seis meses) de consumo de alimentos, mediante um questionário de freqüência de consumo alimentar validado, para a coleta de informações sobre o hábito alimentar. A tabulação e análise de dados foram realizadas em programa Excel 2003 e SPSS 8,0, respectivamente. Utilizou-se na análise dos dados o Teste Exato de Fisher, Teste t e o coeficiente de correlação de Pearson. A amostra utilizada foi representativa (68,3%) em relação ao número total de pacientes participantes do PMCT. Mais de 85% da população estudada fumava a mais de 20 anos, confirmando o início precoce do hábito tabagístico, entre 7 e 14 anos de idade; 42% apresentou grau de dependência a nicotina elevado e/ou muito elevado; 15% dos pacientes já haviam parado de fumar e a maioria, dentre aqueles que ainda não conseguiram, apresentou redução do número de cigarros fumados/dia. Os alimentos consumidos com maior freqüência em cada um dos grupos estudados foram: óleo vegetal, sal, arroz, café, feijão, açúcar, tomate, pão francês, leite integral líquido, limão, refresco de fruta com açúcar, bife bovino e cerveja (entre as bebidas alcoólicas), os quais definiram o padrão alimentar. Os participantes atenderam a recomendação de glicídios e proteínas/dia e excederam os valores para os lipídios, revelando ser a dieta consumida levemente hiperlipídica; 84,8% (homens) e 79,4% (mulheres) apresentaram um consumo adequado de gorduras saturadas em relação ao valor calórico total ingerido; 54,5% dos homens apresentaram consumo maior que a recomendação de colesterol/dia; 60,7% das mulheres apresentaram um consumo diário de colesterol adequado; 97,0% (homens) e 90,7% (mulheres) excederam a quantidade recomendada de sódio/dia. Verifica-se a necessidade de novos estudos que relacionem o consumo alimentar e o tabagismo para nos auxiliar no controle desse mal que tanto prejudica a sociedade, bem como para planejarmos estratégias e propostas de solução para os problemas detectados. ___________________________________________________________________________________________ ABSTRACT
The changes that cigarettes smoking may cause in food intake have been the focus of great questionings, since some experimental studies show that nicotine and the exposure to the smoke of cigarettes may reduce the consumption of food and increase the loss of weight. The objective of this study was to identify the food consumption of the participants of the Intensive Approach of Smokers in the Municipal Program of Control of the Smoking Habit (PMCT) of the health department of Goiânia, in 2006. It was a cross-section descriptive study within 140 adult patients (smokers, abstain smokers and ex-smokers). Information was colleted concerning socioeconomic and demographic characteristics such (sex, age, as marital status, origin, educational level, income), smoking habit (length of use of tobacco; the type of cigarette; the degree of addiction to the nicotine; the number of cigarettes/ a day and attempts to quit smoking, factors that increase the desire of smoking; the method used to try quitting it; number of relapses fallen again and use of medications) and personal and familiar background. The frequency retrospective (of last the six months) of food consumption method was applied, by means of a valid questionnaire of frequency of food consumption, for the collection of information on practical intake. The analysis of data was carried out in Excel program 2003 and SPSS 8,0. The Accurate Test of Fisher was used in the analysis of the data; t test and the coefficient of correlation of Pearson. The used sample was representative (68.3%) in relation to the total number of participant patients on the PMCT. More than 85% of the studied population smoked for more than 20 years, confirming the early beginning of the smoking habit, between the age of 7 and 14; 42% of the had a high or really high degree of nicotine dependency; 15% of the patients had already stopped smoking and the greater number, among the ones who had not, obtained reduction of the smoked cigarette number/day. The food consumed in each one of the studied groups were: vegetal oil, salt, rice, coffee, beans, sugar, tomato, white bread, whole milk, lemon, refreshment of fruit with sugar, steak of beef and beer (among alcoholic beverages) more frequently, which defined the food pattern. The participants had taken care of to the recommendation of complex sugars and proteins/day and exceeded the values of fat, show a lightly high fat diet consumption; 84.8% of the men and of the 79.4% women had an adequate consumption of saturated fat in relation to total caloric intake; 54.5% of the men had higher intake of cholesterol when compared to the daily recommendation; 60.7% of the women had a daily adequate cholesterol consumption; 97.0% (men) and 90.7% (women) exceeded the recommended amount of sodium/day. We could verify the need of new studies that relate the food consumption to the smoking habit to help control this harmful habit in our society, and also to plan strategies and proposals of solution for the detected problems.
Description: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2006.
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