Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/3623
Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2008_CiroInacioMarcondes.pdf1,08 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Título: Limite : o poema em filme
Autor(es): Marcondes, Ciro Inácio
Orientador(es): Müller Júnior, Adalberto
Assunto: Cinema e literatura
Data de publicação: Mar-2008
Referência: MARCONDES, Ciro Inácio. Limite: o poema em filme. 2008. 124 f. Dissertação (Mestrado em Literatura)-Universidade de Brasília, Brasília, 2008.
Resumo: “Limite: o poema em filme” se propõe a investigar quais as relações entre a poesia no cinema e na literatura a partir do filme Limite (1931), de Mário Peixoto. O que faz com que um filme possa ser considerado um poema? Quais os antecedentes, dentre os elementos que compõem o fenômeno poético, que permitem que ele se expresse não apenas em palavras, mas também em imagens? Limite, o famoso clássico de vanguarda silencioso de Mário Peixoto, apresenta características específicas que nos conduzem a entendê-lo não como narrativo (não conta uma história), mas como poema, não apenas por sua estrutura não-usual, mas por sua carregada simbologia, que o distancia do enredo e o aproxima da sensibilidade, de idéias transcendentes e das relações paradoxais que se estabelecem entre o homem e as coisas. Isso conduz a uma investigação a respeito da própria natureza do poético, de sua insolúvel ambigüidade e de seu eterno projetar-se para os problemas sem solução. Por fim, o estudo de Limite se une à estética transcendental de Kant para procurar entender o filósofo a partir do filme, e o filme a partir do filósofo. _________________________________________________________________________________________ ABSTRACT
“Limite: poem on film” proposes to investigate which are the relations between poetry in cinema and literature starting from Mário Peixoto’s film Limite (1931) as a paradigm. What makes a film to be considered a poem? Which are the antecedents, between the elements that compose the poetic phenomenon, that allows poetry to express not only in words, but also in images? Limite, Mário Peixoto’s famous avant-garde silent classic, shows specific characteristics that lead us to understand it not as a narrative film (it doesn’t tell a story), but as a poem-structured composition, not only because of its nonusual structure, but also for its heavy symbology, that distances it from an usual plot and approximates it to sensibility, to transcendent ideas and to paradoxal relations between men and things. That lead to an investigation of the poetics own nature, of its inextricable ambiguity and of its eternal projecting to insoluble problems. Finally, this Limite study joins to Kant’s transcendental aesthetics trying to understand the philosopher from the film’s contingencies, and the film from the philosopher’s contingencies.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Teoria Literária e Literaturas, 2008.
Aparece nas coleções:TEL - Mestrado em Literatura (Dissertações)

Mostrar registro completo do item Recomendar este item Visualizar estatísticas



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.