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dc.contributor.advisorOliveira-Filho, Eduardo Cyrino-
dc.contributor.authorCosta, Danilo Aparecido-
dc.date.accessioned2019-08-07T21:46:23Z-
dc.date.available2019-08-07T21:46:23Z-
dc.date.issued2019-08-07-
dc.date.submitted2019-02-28-
dc.identifier.citationCOSTA, Danilo Aparecido. Efeitos de protetores solares comerciais na sobrevivência, reprodução e desenvolvimento embrionário de caramujo Biomphalaria glabrata (SAY, 1818). 2019. 76 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais)—Universidade de Brasília, Brasília, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/35259-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Planaltina , Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais, 2019.pt_BR
dc.description.abstractAo longo dos últimos anos houve um aumento significativo do uso de protetores solares, principalmente por causa de patologias e efeitos adversos causados pela exposição solar. Consequentemente a ocorrência em ambientes aquáticos de filtros ultravioleta, substâncias ativas desses produtos, também aumentou. A presença dessas substâncias no meio ambiente é algo preocupante tendo em vista que vários estudos ecotoxicológicos demonstraram seus efeitos adversos em organismos aquáticos. No Brasil, a ANVISA através da RDC 69/2016 regulamenta quais substâncias podem ser utilizadas nos produtos e a suas quantidades máximas, entretanto não há recomendações dos órgãos públicos de saúde sobre o uso adequado dos protetores solares. O presente estudo tem como objetivo avaliar os efeitos adversos de dois protetores solares na sobrevivência, reprodução e desenvolvimento embrionário do caramujo aquático Biomphalaria glabrata. O teste de toxicidade aguda, com avaliação da mortalidade, foi realizado com a exposição de indivíduos nas concentrações 3, 6, 9 e 12 g/L para o protetor solar A, e 4, 8 e 12 g/L para o protetor solar B. Foram realizados dois testes de toxicidade crônica, sendo o primeiro realizado com a exposição individual dos organismos às concentrações 0,03 g/L e 0,3 g/L para o protetor solar A, e 0,8 g/L, 2,5 e 4 g/L para o protetor solar B, com a avaliação dos efeitos dos protetores sobre a reprodução do caramujo. O segundo teste crônico foi realizado com exposição das desovas dos caramujos nas concentrações 0,03 g/L e 0,3 g/L para o protetor solar A e 0,4 g/L e 0,8 g/L para o protetor solar B com objetivo de avaliar os efeitos sobre o desenvolvimento embrionário. Os testes demonstraram variedade nos efeitos adversos entre as duas amostras mesmo existindo similaridade entre suas fórmulas. O protetor solar A demonstrou maior toxicidade aguda e maior redução na reprodução do caramujo, enquanto o protetor solar B demonstrou altas taxas de malformações nos embriões expostos. Estes resultados indicam que a mistura das substâncias utilizadas em protetores solares é um fator importante para toxicidade em organismos aquáticos e precisam ser avaliadas antes da comercialização do produto.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEfeitos de protetores solares comerciais na sobrevivência, reprodução e desenvolvimento embrionário de caramujo Biomphalaria glabrata (SAY, 1818)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordOrganismos aquáticospt_BR
dc.subject.keywordCaramujo aquáticopt_BR
dc.subject.keywordBiomphalaria glabratapt_BR
dc.subject.keywordProtetores solarespt_BR
dc.subject.keywordToxicidadept_BR
dc.description.abstract1Over the last few years there has been a significant increase in the use of sunscreens, mainly because of pathologies and adverse effects caused by sun exposure. Consequently the occurrence in aquatic environments of ultraviolet filters, active substances of these products, also increased. The presence of these substances in the environment is a matter concern because several ecotoxicological studies have demonstrated their adverse effects on aquatic organisms. In Brazil, the National Health Surveillance Agency (ANVISA) through RDC 69/2016 regulates which substances can be used in the products and their maximum amounts, however there are no recommendations of the public health agencies on the adequate use of sunscreens. The present study aims to evaluate the adverse effects of two sunscreens on the survival, reproduction and embryonic development of the aquatic snail Biomphalaria glabrata. The acute toxicity test, with mortality assessment, was carried out with the exposure of individuals at concentrations 3, 6, 9 and 12 g/L for sunscreen A, and 4, 8 and 12 g/L for sunscreen B. Two chronic toxicity tests were carried out, the first one was performed with the individual exposure of the organisms at concentrations of 0.03 g/L and 0.3 g/L for sunscreen A, and 0.8, 2, 5 and 4 g/L for the sunscreen B, with the evaluation of the effects of the sunscreens on the reproduction of the snail. The second chronic test was performed with exposure of snail spawnings at concentrations of 0.03 g/L and 0.3 g/L for sunscreen A and 0.4 g/L and 0.8 g/L for sunscreen B to evaluate the effects on embryonic development. The tests demonstrated variety in adverse effects between the two samples even though there was similarity between their formulas. Sunscreen A demonstrated greater acute toxicity and greater reduction in snail reproduction, while sunscreen B demonstrated high rates of malformations in the exposed embryos. These results indicate that the mixing of the substances used in sunscreens is an important factor for toxicity in aquatic organisms and need to be evaluated before the product is marketed.pt_BR
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