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2019_TácioRodriguesdaSilvaSantos.pdf1,67 MBAdobe PDFView/Open
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dc.contributor.advisorLima, Ricardo Moreno-
dc.contributor.authorSantos, Tácio Rodrigues da Silva-
dc.date.accessioned2019-08-07T19:59:01Z-
dc.date.available2019-08-07T19:59:01Z-
dc.date.issued2019-08-07-
dc.date.submitted2019-02-28-
dc.identifier.citationSANTOS, Tácio Rodrigues da Silva. Efeito de diferentes intervalos de recuperação sobre o desempenho isocinético de indivíduos com doença de Parkinson. 2019. 85 f., il. Tese (Doutorado em Educação Física)—Universidade de Brasília, Brasília, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/35247-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2019.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: O déficit de força muscular em indivíduos com doença de Parkinson resulta em prejuízo ao desempenho funcional. Entretanto, nestes casos, o treinamento resistido melhora a força muscular e o desempenho funcional. Para que estes benefícios ocorram, é necessário que haja uma adequada organização das variáveis agudas do treinamento resistido. A este respeito, a literatura científica se mostra especialmente limitada no que tange o intervalo de recuperação. Objetivo: Analisar o efeito de diferentes intervalos de recuperação sobre o desempenho isocinético de indivíduos com doença de Parkinson. Materiais e Métodos: O Grupo Parkinson (n=11; 69,73 ± 5,72 anos; 1,73 ± 0,05 m; 74,80 ± 13,10 kg; 24,98 ± 4,62 kg/m²) e o Grupo Controle (n= 11; 73,91 ± 5,86 anos; 1,70 ± 0,05 m; 75,97 ± 12,04 kg; 26,20 ± 3,00 kg/m²) foram submetidos a duas avaliações do desempenho isocinético compostas por três séries de 10 repetições a 60°/s, uma com um e outra com dois minutos de recuperação. O melhor desempenho dos grupos foi comparado com teste-t independente. O desempenho de cada grupo ao longo das séries com os diferentes intervalos de recuperação foi avaliado com análise de variância de dois fatores e três níveis. Adicionalmente, o tamanho do efeito foi calculado. Resultado: O Grupo Parkinson apresentou menor Pico de Torque Absoluto (p=0,04; tamanho do efeito=-1,07), Torque a 18 ms Absoluto (p=0,04; tamanho do efeito=-1,07), Trabalho Total Absoluto (p=0,01; tamanho do efeito:-1,24), Trabalho Total Relativo (p=0,02; tamanho do efeito=-1,37), Potência Média Absoluta (p=0,02; tamanho do efeito=-1,32), e Potência Média Relativa (p=0,02; tamanho do efeito=-1,45). Os grupos não diferiram em Pico de Torque Relativo, Torque a 18 ms Relativo, e Fadiga do Trabalho. Ao longo das séries, não houve diferença os entre os intervalos no Pico de Torque, Torque a 18 ms, Trabalho Total, Potência Média, e Fadiga do Trabalho. Conclusão: Apesar do menor desempenho isocinético de indivíduos com doença de Parkinson, um intervalo com um minuto de recuperação é suficiente para a manutenção de desempenho tanto para indivíduos com doença de Parkinson como para seus pares controle.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEfeito de diferentes intervalos de recuperação sobre o desempenho isocinético de indivíduos com doença de Parkinsonpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordParkinson, Doença dept_BR
dc.subject.keywordParkinson, Doença de - reabilitaçãopt_BR
dc.subject.keywordForça muscularpt_BR
dc.subject.keywordDesempenho isocinéticopt_BR
dc.subject.keywordTreinamento de forçapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1Background: Muscle weakness in individuals with Parkinson's disease results in consistent funcional impairment. Furthermore, in theses cases, resistance training improves muscle strength and funcional performance. To secure such benefits, it is necessary make an adequate organization of the acute resistance training variables. In this regard, there is a gap in scientific literature about the rest interval. Purpose: To analyze the effect of dirrerent rest intervals over the isokinetic performance of individuals with Parkinson's disease. Material and Methods: Parkinson's Group (n=11; 69,73 ± 5,72 years; 1,73 ± 0,05 m; 74,80 ± 13,10 kg; 24,98 ± 4,62 kg/m²) and Control Group (n= 11; 73,91 ± 5,86 years; 1,70 ± 0,05 m; 75,97 ± 12,04 kg; 26,20 ± 3,00 kg/m²) took part in two isokinetic evaluations with three sets of 10 repetitions at 60°/s, with one and two minutes between the sets. Indepentent t-tests compared the best performance of the groups, and fatorial analyses of variance compared the performance of each group across the sets with diferente rest intervals. Aditionally, the effect size was calculed. Results: Parkinson Group presented lower Absolute Peak Torque (p=0,04; effect size=-1,07), Absolute Torque at 18 ms (p=0,04; effect size=-1,07), Absolute Total Work (p=0,01; effect size:-1,24), Relative Total Work (p=0,02; effect size=-1,37), Absolute Average Power (p=0,02; effect size=-1,32), and Relative Average Power (p=0,02; effect size=-1,45). The groups did not differ on Relative Peak Torque, Relative Torque at 18 ms, and Work Fatigue. Across the sets, there was no difference between the rest intervals for both groups on Peak Torque, Torque at 18 ms, Total Work, Average Power, and Work Fatigue. Conclusion: Despite the lower isokinetic performance of individuals with Parkinson’s disease, rest intervals of one minute are adequate for both individuals with Parkinson’s disease and their matched controls.pt_BR
Appears in Collections:FEF - Doutorado em Educação Física (Teses)

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