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Título: Comunidades quilombolas de Jambuaçu, Moju-PA, contra as agroestratégias do capital : juventude e territorios de R-existências
Autor(es): Santiago, John Cleber Sarmento
Orientador(es): Silva, Ana Tereza Reis da
Assunto: Quilombos
Agroestratégias
Monocultura
Território quilombola
Data de publicação: 6-Mar-2019
Referência: SANTIAGO, John Cleber Sarmento. Comunidades quilombolas de Jambuaçu, Moju-PA, contra as agroestratégias do capital: juventude e territorios de R-existências. 2018. 129 f., il. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Sustentável)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: O campo brasileiro tem sido expropriado desde a colonização. Através da invasão de terras e da expulsão de seus verdadeiros donos, inicialmente pelos colonizadores, depois pelas elites coloniais que se estabeleceram no país e hoje pelas agroestratégias do capital, esse processo de expropriação tem vitimado indígenas, quilombolas, camponeses e demais populações tradicionais. O Território Quilombola de Jambuaçu, localizado no município de Moju-PA, historicamente sofre com as investidas do capital: na década de 1980 com a chegada e a expansão da monocultura do dendê; no ano 2000 com a instalação de tubos de um mineroduto e de uma linha de transmissão de energia; e, no contexto atual, com a possível construção da Ferrovia Paraense (FEPASA). Mas o avanço desses empreendimentos sobre o território e sobre as vidas que ali coexistem, não se deu sem resistência. Esta dissertação analisa as estratégias de luta e resistência, acionadas pelas comunidades de Jambuaçu, no passado e no presente, para fazer frente às agroestratégias do capital. É uma pesquisa engajada que analisa, a partir de processos de intervenção, envolvendo os jovens na luta comunitária, discutindo como tem se dado o protagonismo político da juventude e o papel que desempenha na construção de outras estratégias em defesa do território.
Abstract: The Brazilian countryside has been explored since the colonization. Through land invasion and the eviction of its true owners, first by the colonizers, and then by the colonial elites that established themselves up to this day through the agro-strategies of capital, this eviction process victimizes people of indigenous ethnicities, quilombolas, farming workers, and other traditional people. The Quilombola Territory of Jambuaçu, in the county of Moju – Pará, Brazil, historically suffers from the attacks of capital: in the 1980’s, with the monoculture of palm oil; in the 2000’s with the installation of mining ducts and an energy transmission line; and currently, with the intent of constructing the railroad of the Ferrovia Paraense (FEPASA). Nevertheless, the advancements of these enterprises over the territory and its people’s lives didn’t happen without resistance. In this dissertation, I analyze the strategies of fight and resistance of the communities of Jambuaçu, both former and current, to stand against the agro-strategies of capital. Being it an involved and committed research, I also analyze, from an intervention process involving the quilombola youth in the communal struggle, how the political protagonism of this youth impacts the construction of other strategies to defend the territory.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Centro de Desenvolvimento Sustentável, Mestrado Profissional em Sustentabilidade Junto a Povos e Terras Tradicionais, 2018.
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Aparece nas coleções:CDS - Mestrado em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Dissertações)

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