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Título: Efeitos do treinamento resistido unilateral versus bilateral a curto prazo no controle motor e na força em indivíduos com a Doença de Parkinson : um ensaio clínico randomizado
Autor(es): Rêgo, Sacha Clael Rodrigues
Orientador(es): Bezerra, Lidia Mara Aguiar
Assunto: Déficit bilateral
Força muscular
Parkinson, Doença de
Controle motor
Data de publicação: 29-Jan-2019
Referência: RÊGO, Sacha Clael Rodrigues. Efeitos do treinamento resistido unilateral versus bilateral a curto prazo no controle motor e na força em indivíduos com a Doença de Parkinson: um ensaio clínico randomizado. 2018. 63 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação Física)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: Introdução: As pessoas com a doença de Parkinson geralmente possuem um maior acometimento em um lado do corpo. Hipotetiza-se que o treinamento resistido unilateral possa provocar mudanças no controle motor e na força no lado mais afetado pela doença, quando comparado ao treinamento resistido bilateral. Objetivo: Verificar os efeitos dos treinamentos resistidos unilateral versus bilateral no controle motor e na força em indivíduos com a DP. Materiais e Métodos: A amostra foi composta por 17 indivíduos diagnosticados com a DP, divididos de forma aleatória, em grupo de treinamento unilateral [(GTU), n = 9] e grupo de treinamento bilateral [(GTB), n = 8]. Foram realizadas 24 sessões de treinamento resistido. As seis primeiras sessões de treino foram voltadas à familiarização do treinamento. Antes (T0), durante (T12) e após (T24) a intervenção foram coletados dados do controle motor fino, utilizando-se os testes Nine-Hole Peg e o Box and Blocks; dados da força de membros superiores por meio do dinamômetro de preensão palmar e da força de membros inferiores por meio do dinamômetro isocinético, todos os testes foram feitos unilateralmente. Para a análise estatística dos dados foi utilizado uma ANOVA de Friedman [3 (TEMPO) x 4 (GRUPO)] bem como os testes de Mann-Whitney U e Wilcoxon. Resultados: O pico de torque a 60°/s do lado direito no momento T12, no GTU foi significativamente maior que no GTB. O pico de torque do lado direito foi significativamente menor no momento T24 em relação aos momentos T12 e T0 no GTU. Conclusão: O TR unilateral a curto prazo não se mostrou eficiente para provocar mudanças no controle motor e na força no membro mais acometido pela doença por meio do cross-education e nem diminuiu o déficit bilateral.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2018.
Licença: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
Aparece nas coleções:FEF - Mestrado em Educação Física (Dissertações)

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