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Título: O pensamento sem corrimões : a crise da tradição e a teoria política de Hannah Arend
Autor(es): Regiani, Álvaro Ribeiro
Orientador(es): Assis, Arthur Alfaix
Assunto: Arendt, Hannah, 1906-1975 - crítica e interpretação
Totalitarismo - filosofia
Filosofia política
Tradição (Filosofia)
Data de publicação: 20-Dez-2018
Referência: REGIANI, Álvaro Ribeiro. O pensamento sem corrimões: a crise da tradição e a teoria política de Hannah Arend. 2018. 108 f., il. Dissertação (Mestrado em História)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: A presente dissertação interpreta aspectos da reflexão filosófica e política de Hannah Arendt sobre a tradição, a ideia de progresso e o totalitarismo. Com foco em alguns dos mais importantes temas abordados por Arendt, tais como a ―tradição‖, a ―ruptura da tradição‖, o ―fim da tradição‖ e, principalmente, o ―pensamento sem corrimões‖ a dissertação pretende situar as ideias da autora nos contextos intelectuais do imediato pós-guerra (1945 – 47) e da Guerra Fria (1947 – 91). Dá-se destaque às estratégias elaboradas por Arendt para defender a presença da metafísica na política e, a impertinência de se reificar a ação humana pela ideia de progresso, bem como ao princípio do ―direito de ter direitos‖, à sua tentativa de desvincular a tradição do pensamento filosófico do totalitarismo, e ao conceito político da ―pluralidade humana‖. Na análise desses argumentos e conceitos foi possível compreender como a autora elaborou a teoria política que se faz presente nos seus principais livros, a saber, Origens do totalitarismo (1951) e A condição humana (1958). Contextualizando a produção intelectual de Arendt em duas fases distintas - a da jornalista apátrida entre os anos de 1944 e 1951 e a da docente universitária e teórica da vida pública a partir de 1955 até 1975 –, esta dissertação quer chamar a atenção para a importância do pensamento de Hannah Arendt de modo a demonstrar que ele não só se presta a servir de tema para a história intelectual, mas também ainda se mantém enquanto referência central em debates atuais sobre a natureza da política.
Abstract: This dissertation interprets aspects of Hannah Arendt‘s philosophical and political reflection on tradition, the idea of progress and totalitarianism. Focusing on some of Arendt‘s main themes such as ―tradition‖, ―tradition break‖, ―the end of tradition‖ and especially ―thinking without banisters‖, this work intends to locate her ideas within the intellectual contexts of the immediate post-war (1945-47) and of the Cold War (1947-91). Emphasis is placed on the strategies with which Arendt defended the presence of metaphysics within politcs, her arguments on the implausibility of reifying human action with the aid of the idea of progress, her notion of ―the right to have rights‖, her attempt to disconnect tradition from the philosophical thought of totalitarianism, as well as her political concept of ―human plurality‖. The analysis of these arguments and concepts sponsor this dissertation‘s purpose of understanding how Arendt elaborated the political theory that is manifest in her main books, namely, Origins of Totalitarianism (1951) and The Human Condition (1958). By contextualizing her intellectual production in two different phases - first, that of the stateless journalist between the years 1944 and 1951, and then that of the university professor and theorist of public life from 1955 to 1975 –, this dissertation intends to draw attention to the significance of Arendt‘s thoughts, in order to demonstrate that they not only can be studied as a subject matter of intellectual history but also as central references within current debates on what is politics about.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, Programa de Pós-graduação em História, 2018.
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