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Título: Desafios para a ascensão chinesa no Sistema Internacional de Hegemonia das Democracias de Mercado
Outros títulos: Challenges for China’s rise in the International System of Market Democracies’ Hegemony
Autor(es): Viola, Eduardo
Lima, Jean
Assunto: Política externa - China
Política - China
Hegemonia
Data de publicação: Jul-2013
Editora: Associação Brasileira de Relações Internacionais
Referência: VIOLA, Eduardo; LIMA, Jean. Desafios para a ascensão chinesa no Sistema Internacional de Hegemonia das Democracias de Mercado. Carta Internacional, v. 8, n. 2, p. 116-136, jul./dez. 2013. Disponível em: <https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/article/view/117>. Acesso em: 02 ago. 2017.
Resumo: A ascensão chinesa, apesar de despertar apreensão no sistema internacional, também passará por grandes desafios. No plano internacional, a estratégia de adoção de uma política externa assertiva – e até certo ponto agressiva – é contraproducente na busca por aceitação de status e legitimidade como grande potência, pois o Estado chinês é visto como uma ameaça pelos vizinhos. No plano interno, a China possui diversas preocupações no que concerne ao seu regime autoritário, à (in) sustentabilidade de seu vigoroso crescimento e a tensões sociais internas. Conduzir reformas, como um aumento do pluralismo político, assumir claramente compromissos e responsabilidades tanto regionais como globais, além de buscar maior convergência de forma contínua na lógica do sistema internacional de hegemonia das democracias de mercado são posturas fundamentais para a China solucionar certos problemas internos e externos, bem como consolidar seu status de grande potência no século XXI.
Abstract: The China’s rise despite awaken apprehension in the international system, it will also undergo major challenges. Internationally, the strategy of adopting an assertive foreign policy – and to some aggressive point – is counterproductive in the quest for acceptance and legitimacy status as a great power, because the Chinese state is seen as a threat by the neighbors. Domestically, China has several concerns with regard to its authoritarian regime, the (un) sustainability of its vigorous growth, and internal social tensions. Driving reforms as an increase in political pluralism, clearly assuming regional and global commitments and responsibilities, and seek greater convergence on a continuous basis in the logic of the international system of market democracies’ hegemony, are fundamental postures for China to solve some internal and external problems, as well as consolidating its status as a great power in the 21st century.
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