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dc.contributor.advisorLeclerc, André-
dc.contributor.authorSouza, Diego Felipe Moraes de-
dc.date.accessioned2018-11-26T18:06:38Z-
dc.date.available2018-11-26T18:06:38Z-
dc.date.issued2018-11-23-
dc.date.submitted2018-06-25-
dc.identifier.citationSOUZA, Diego Felipe Moraes de. Consciência irredutível: considerações acerca da subjetividade ante o paradigma naturalista. 2018. 122 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/33082-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília,Instituto de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, 2018.pt_BR
dc.description.abstractA busca por um modelo teórico naturalista capaz de fornecer respostas para o fenômeno da consciência tem norteado as perspectivas em filosofia da mente no último século. Sobretudo com o advento recente do conhecimento científico na era informacional, a procura de um entendimento acerca da relação entre os estados mentais e seus respectivos substratos físicos que seja conciliável com a abordagem de pesquisa objetivista se fez pauta. Doravante, perspectivas reducionistas da consciência se tornaram uma espécie paradigmática oferecendo visões que postulam desde a identidade plena entre ocorrências mentais e cerebrais até a negação da experiência consciente conforme percebida em primeira pessoa. Posto isso, a presente dissertação se propõe, em um primeiro momento, a apreciar alguns dos principais eixos teóricos que sustentam as vertentes materialistas, expondo objeções mais e menos técnicas a cada um deles. Em outro momento, o trabalho em questão pretende argumentar em defesa da consciência enquanto propriedade irredutível partindo, com destaque, das concepções emergentistas de Chalmers e Searle. Por fim, é chegada a conclusão de que não obstante o poder explicativo das intepretações teórico-metodológicas indiretas, no que concerne especificamente à consciência, qualquer proposta elucidativa que se furte em abarcar em seu bojo a subjetividade da experiência qualitativa parece fadada à incompletude.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleConsciência irredutível : considerações acerca da subjetividade ante o paradigma naturalistapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordConsciênciapt_BR
dc.subject.keywordFilosofia da mentept_BR
dc.subject.keywordReducionismopt_BR
dc.subject.keywordSuperveniênciapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1The search for a naturalistic theoretical model capable of providing answers to the phenomenon of consciousness has guided the perspectives in philosophy of mind in the last century. Especially with the recent advent of scientific knowledge in the information age, the search for an understanding of the relationship between mental states and their respective physical substrates that is reconcilable with the objectivist approach to research has become the norm. Henceforth, reductionist perspectives of consciousness have become a paradigmatic species offering views that postulate from the full identity between mental and brain events to the denial of conscious experience as perceived in the first person. Given this, the present dissertation proposes, at first, to appreciate some of the main theoretical axes that sustain the materialist strands, exposing more and less technical objections to each of them. In another moment, the work in question intends to argue in defense of the consciousness as irreducible property starting, with prominence, of the emergentist conceptions of Chalmers and Searle. Finally, it comes to the conclusion that despite the explanatory power of indirect theoretical-methodological interpretations, as far as consciousness is concerned, any suggestion that fails to encompass the subjectivity of qualitative experience seems bound to be incomplete.pt_BR
Appears in Collections:FIL - Mestrado em Filosofia (Dissertações)

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