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Título: O papel da ingestão proteica na mortalidade e complicações infecciosas em pacientes críticos adultos com nutrição enteral : uma revisão sistemática
Autor(es): Holanda, Thaís Pereira
Orientador(es): Araújo, Wilma Maria Coelho
Assunto: Nutrição enteral
Proteínas
Pacientes críticos
Tratamento dietético
Pacientes hospitalizados
Data de publicação: 8-Out-2018
Referência: HOLANDA, Thaís Pereira. O papel da ingestão proteica na mortalidade e complicações infecciosas em pacientes críticos adultos com nutrição enteral: uma revisão sistemática. 2018. xi, 70 f., il. Dissertação (Mestrado em Nutrição Humana)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: O suporte nutricional ao paciente crítico é um dos principais desafios nas unidades de terapia intensiva. A nutrição adequada pode ajudar no desfecho desses pacientes. As proteínas desempenham um papel fundamental na recuperação e na sobrevivência, devido à sua capacidade de preservar a massa muscular, e pelas funções que desempenham no corpo e devem ser ofertadas ao paciente para minimizar perdas e manter o estado nutricional. Porém, não há consenso na literatura que define a quantidade ideal de proteína que está associada a melhores resultados. Esta revisão foi desenvolvida com o objetivo de identificar, na literatura, a quantidade da recomendação de ingestão de proteínas que está associada a melhores desfechos em pacientes críticos. Este estudo seguiu os itens de relatórios preferenciais para revisões sistemáticas. Os estudos foram coletados através da busca nas bases de dados de pesquisa PUBMED, LILACS, WEB OF SCIENCE, SCIENCE DIRECT, SCOPUS e CINAHL/EMBASE em de 25 de abril de 2017, sem restrições de tempo ou de idioma. Dois revisores selecionaram os artigos de forma independente. Das 1540 citações identificadas, dois estudos preencheram os critérios de inclusão e foram utilizados para análise qualitativa, ambos apresentaram moderado risco de viés. Outros 27 estudos que foram selecionados na segunda fase desta revisão também foram analisados. Os estudos selecionados evidenciaram associação positiva com aporte de proteínas próximo aos valores de referência, em que foi verificado a redução da mortalidade, menor tempo de internação na UTI e menor tempo de ventilação mecânica. Observou-se também que a quantidade de proteína prescrita, não é ofertada e a quantidade de proteína recebida está abaixo dos valores prescritos (<1,2 g/kgPA/dia) e preconizados pelas diretrizes. Há uma necessidade de novos estudos que avaliem a relação entre a administração de proteína efetivamente recebida via nutrição enteral e os desfechos clínicos. Acredita-se que a ingestão ótima de proteínas esteja entre o valor recomendado nas diretrizes, de 1,2 a 2,0g ptn/kgPA/dia.
Abstract: Nutritional support to critical patients is one of the main challenges in intensive care units. Proper nutrition can help in the outcome of these patients. Proteins play a key role in recovery and survival because of their ability to preserve muscle mass and the functions they perform in the body and must be offered to the patient to minimize losses and maintain nutritional status. However, there is no consensus in the literature that defines the optimal amount of protein that is associated with better results. This review was developed with the objective of identifying, in the literature, the amount of recommendation of protein intake that is associated with better outcomes in critically ill patients. This study followed the items of preferential reports for systematic reviews. The studies were collected by searching the databases PUBLISH, LILACS, WEB OF SCIENCE, SCIENCE DIRECT, SCOPUS and CINAHL / EMBASE on April 25, 2017, without time or language restrictions. Two reviewers selected the articles independently. Of the 1540 citations identified, two studies met the inclusion criteria and were used for qualitative analysis, both of which presented moderate risk of bias. Another 27 studies that were selected in the second phase of this review were also analyzed. The selected studies showed a positive association with protein intake close to the reference values, which showed a reduction in mortality, shorter length of ICU stay and shorter time of mechanical ventilation. It was also observed that the amount of protein prescribed is not offered and the amount of protein received is below the prescribed values (<1.2 g / kgPA / day) and recommended by the guidelines. There is a need for further studies that evaluate the relationship between protein administration effectively received via enteral nutrition and clinical outcomes. It is believed that the optimal intake of proteins is between the recommended value in the guidelines, from 1.2 to 2.0g ptn / kgPA / day.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Nutrição, Programa de Pós-Graduação em Nutrição Humana, 2018.
Licença: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
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