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dc.contributor.advisorBessa, Luiz Fernando Macedo-
dc.contributor.authorPanosso, Carlos Eduardo-
dc.date.accessioned2018-09-21T17:12:00Z-
dc.date.available2018-09-21T17:12:00Z-
dc.date.issued2018-09-17-
dc.date.submitted2018-03-21-
dc.identifier.citationPANOSSO, Carlos Eduardo. Relato etnográfico sobre o Buen Vivir do Equador e do Slow Movement na Itália: “Movimentos de Resistência” e “Utopias Concretas” como alternativas ao desenvolvimento. 2018. 187 f., il. Tese (Doutorado em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/32642-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional, 2018.pt_BR
dc.description.abstractEsta tese consiste num estudo comparado de dois contextos sociais (e suas perspectivas ou mentalidades), aqui chamados de “sociedades do bom viver” - o Buen Vivir no Equador e o Slow Movement na Itália - a partir do método etnográfico. O campo da Economia Criativa foi utilizado como referência para este estudo por suspostamente se tratar de uma “alternativa viável” para a redução de pobreza e para o desenvolvimento (sustentável), de acordo com organismos internacionais como a ONU. Isso ocorreria porque o tipo de desenvolvimento que ela (a EC) fomenta englobaria vários aspectos: o econômico, o ambiental, o cultural e o social, por valorizar e harmonizar a natureza, a cultura, as tradições e o desenvolvimento locais. A justificativa para isso é que, neste campo, o principal insumo utilizado para a produção de riquezas é a criatividade individual e social. Entretanto, antes de entender o seu papel para o desenvolvimento, faz-se necessário identificar qual o “tipo” de desenvolvimento que se almeja e se é o Desenvolvimento o que se almeja, para então verificar se a Economia Criativa se apresenta ou não como opção com viabilidade. Isso porque a ideia de “desenvolvimento” que tem orientado as sociedades ocidentais tem sido fortemente marcada por crises que vão do funcionamento instável da economia propriamente dita às questões sobre a sustentabilidade ambiental e social. É necessário, portanto, revisar o que se espera do desenvolvimento, a partir de outros modos de vida que não o almejam. É nesse sentido que este trabalho é proposto. Ele está dividido em duas partes, além da apresentação na forma de um memorial, da introdução e das considerações finais: Na primeira parte são apresentados os objetos (e lugares) da pesquisa junto com os fundamentos teóricos (e críticos) sobre Desenvolvimento “convencional”, lançando questões sobre alternativas a ele; Na segunda parte do estudo é feito um relato, com um “olhar etnográfico” das mentalidades dos contextos sociais escolhidos supracitados, bem como uma análise dos elementos apresentados no trabalho de campo que poderiam conceituar tais contextos sociais como alternativas ao desenvolvimento e como “movimentos de resistência” ou “utopias concretas”. Além do método etnográfico, são utilizadas as teorias do “decrescimento” (Serge Latouche), da “simplicidade voluntária” (Paul Ariès) e o “antiprodutivismo” (André Gorz) para entende-los como tais.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleRelato etnográfico sobre o Buen Vivir do Equador e do Slow Movement na Itália : “Movimentos de Resistência” e “Utopias Concretas” como alternativas ao desenvolvimentopt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordEconomia - avaliaçãopt_BR
dc.subject.keywordEconomia criativapt_BR
dc.subject.keywordDesenvolvimentopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This thesis consists of a comparative study of two social contexts (and their perspectives or mentalities), here called "societies of good living" - Buen Vivir in Ecuador and Slow Movement in Italy - from the ethnographic method. The field of Creative Economy was used as reference for this study because it is supposed to be a "viable alternative" for poverty reduction and (sustainable) development, according to international organizations such as the UN. This would occur because the type of development that it fosters would encompass various aspects: economic, environmental, cultural and social, for valuing and harmonizing local nature, culture, traditions and development. The justification for this is that, in this field, the main input used for the production of wealth is individual and social creativity. However, before understanding its role for development, it is necessary to identify the "type" of development that is sought and if it is the Development that is desired, then to verify if the Creative Economy presents itself or not as an option with viability. This is because the idea of "development" that has guided Western societies has been strongly marked by crises ranging from the unstable functioning of the economy itself to issues of environmental and social sustainability. It is therefore necessary to review what is expected of development, from other ways of life that do not aim for it. It is in this sense that this work is proposed. It is divided into two parts, in addition to the presentation in the form of a memorial, presentation and final considerations: The first part presents the research objects (and places) together with the theoretical (and critical) foundations of conventional Development, launching questions about alternatives to it; In the second part of the study an account is made of an "ethnographic" view of the mentalities of the chosen social contexts mentioned above, as well as an analysis of the elements presented in the fieldwork that could conceptualize such social contexts as alternatives to development and as " resistance "or" concrete utopias ". In addition to the ethnographic method, theories of "decay" and "voluntary simplicity" are used to understand them as such.pt_BR
dc.description.abstract2Esta tesis consiste en un estudio comparativo de dos contextos sociales (y sus perspectivas o mentalidades), aquí llamados "sociedades del buen vivir" - el Buen Vivir en Ecuador y el Slow Movement en Italia - a partir del método etnográfico. El campo de la Economía Creativa fue utilizado como referencia para este estudio por supuestamente se trata de una "alternativa viable" para la reducción de pobreza y para el desarrollo (sostenible), de acuerdo con organismos internacionales como la ONU. Esto ocurrir porque el tipo de desarrollo que ella (la EC) fomenta englobaría varios aspectos: el económico, el ambiental, el cultural y lo social, por valorizar y armonizar la naturaleza, la cultura, las tradiciones y el desarrollo locales. La justificación para ello es que, en este campo, el principal insumo utilizado para la producción de riquezas es la creatividad individual y social. Sin embargo, antes de entender su papel para el desarrollo, es necesario identificar cuál es el "tipo" de desarrollo que se anhela y si es el Desarrollo lo que se anhela, para entonces verificar si la Economía Creativa se presenta o no como opción con viabilidad. Esto porque la idea de "desarrollo" que ha orientado a las sociedades occidentales ha sido fuertemente marcada por crisis que van del funcionamiento inestable de la economía propiamente dicha a las cuestiones sobre la sostenibilidad ambiental y social. Es necesario, por lo tanto, revisar lo que se espera del desarrollo, a partir de otros modos de vida que no lo anhelan. Es en este sentido que este trabajo es propuesto. En la primera parte se presentan los objetos (y lugares) de la investigación junto con los fundamentos teóricos (y críticos) del desarrollo convencional, lanzando, en la primera parte, cuestiones sobre alternativas a él; En la segunda parte del estudio se hace un relato, con una "mirada etnográfica" de las mentalidades de los contextos sociales escogidos arriba citados, así como un análisis de los elementos presentados en el trabajo de campo que podrían conceptuar tales contextos sociales como alternativas al desarrollo y como "movimientos de" resistencia "o" utopías concretas ". Además del método etnográfico, se utilizan las teorías del "decrecimiento" y de la "simplicidad voluntaria" para entenderlos como tales.pt_BR
Aparece nas coleções:PPGDSCI - Doutorado em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional (Teses)

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