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Título: Sulfatos e fosfatos em cavernas da Amazônia oriental, Brasil
Autor(es): Figueira, Ricardo Lima
Orientador(es): Horbe, Adriana Maria Coimbra
Assunto: Cavernas
Guano
Espeleotemas
Mineralogia
Mineralização
Data de publicação: 31-Ago-2018
Referência: FIGUEIRA, Ricardo Lima. Sulfatos e fosfatos em cavernas da Amazônia oriental, Brasil. 2018. 58 f., il. Dissertação (Mestrado em Geologia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: Dissolução de carbonatos, evaporitos, arenitos e formações ferríferas bandadas (FFB) a partir da sua exposição ao intemperismo e a variação do lençol freático, num processo que pode levar milhões de anos, podem proporcionar a formação de cavernas e desenvolver espeleotemas. Essas estruturas são depósitos de minerais secundários, formados por precipitação de soluções aquosas, a partir da dissolução de mineral primário solúvel e/ou com aporte externo de substâncias como guano. Em algumas cavernas, os espeleotemas podem ser de sulfatos e fosfatos. Estes, geralmente, são encontrados em complexos graníticos pegmatíticos e em gossans, normalmente derivados do intemperismo de sulfetos, e em solos com acúmulo de guano de aves ou mais raramente em cavernas. Nas cavernas da Amazônia oriental (Carajás), mais precisamente na região da Serra Norte, há cavernas desenvolvidas em consequência do intemperismo da FFB que gerou crostas lateríticas ferro-aluminosas. Nelas ocorrem espeleotemas associados a guano de morcego. Com o objetivo de determinar as condições físico-químicas em que 14 amostras de espeleotemas de sulfato e fosfato em dez cavernas espeleotemas foram desenvolvidos, além de investigar as características mineralógicas, cristalográficas e químicas dessas estruturas ainda não estudas na Amazônia Oriental (Carajás). Foram utilizadas as técnicas analíticas de difratometria de raios-X pelo método de Rietveld, microscopia eletrônica de varredura, microssonda eletrônica, espectroscopia raman, infravermelho, termogravimetria e möusbauer, além das análises química do guano. Além da caracterização, foram determinadas as condições físico-químicas em que os espeleotemas foram desenvolvidos. Esses dados possibilitam um entendimento mais amplo acerca das condições paleoambientais no desenvolvimento dos espeleotemas. Os espeleotemas são do tipo coraloide e estalactite, compostos de aluminita, basaluminita, jarosita, esfeniscidita, fosfosiderita e estrengita. Esses minerais se formaram pela interação química entre o guano e a crosta laterítica que constitui o teto, piso e parede das cavernas em condições ácidas.
Abstract: Dissolution of carbonates, evaporites, sandstones and banded iron ferruginous (BIF’s) from their exposure to weathering and the variation of the water table, in a process that can take millions of years, can provide the formation of caves and develop speleothems. These structures are deposits of secondary minerals, formed by precipitation of aqueous solutions, from the dissolution of soluble primary mineral and or with external supply of substances such as guano. In some caves speleothems may be sulfates and phosphates. These are generally found in pegmatitic granitic complexes and gossans, usually derived from the weathering of sulfides, and in soils with guano accumulation of birds or more rarely in caves. In the caves of Eastern Amazon (Carajás), more precisely in the Serra Norte region, there are caves developed as a consequence of the weathering of the BIF’s that generated ferrous-alumina laterite crusts. There are speleothems associated with bat guano. In order to determine the physico-chemical conditions in which 14 samples of speleothems of sulfate and phosphate in ten caves speleothems were developed, besides investigating the mineralogical, crystallographic and chemical characteristics of these structures not yet studied in the Eastern Amazon (Carajás). They were investigated using X-ray diffractometry by the Rietveld method, scanning electron microscopy, electron microprobe, spectroscopy raman, infrared, thermogravimetry and möusbauer, as well as the chemical analysis of guano. Besides the characterization, the physical-chemical conditions in which the speleothems were developed were determined. These data enable a broader understanding of paleoenvironmental conditions in the development of speleothems. The speleothems are of the coraloid and stalactite type, composed of aluminite, basaluminite, jarosite, spheniscidite, phosphosiderite and strengite. These minerals were formed by the chemical interaction between the guano and the lateritic crust that constitute the ceiling, floor and wall of the caves under acidic conditions.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2018.
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Agência financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Aparece nas coleções:IG - Mestrado em Geologia (Dissertações)

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