Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/32488
Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2018_HiolenedeJesusMoraesOliveiraChamploni.pdf732,69 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Título: Os filhos da meia-noite, de Salman Rushdie : realismo mágico, história e a alegorização da nação indiana
Autor(es): Champloni, Hiolene de Jesus Moraes Oliveira
Orientador(es): Braga, Cláudio Roberto Vieira
Assunto: Rushdie, Salman, 1947- crítica e interpretação
Realismo fantástico (Literatura)
Índia - civilização
Índia - história
Literatura indiana
Literatura - crítica e interpretação
Data de publicação: 21-Ago-2018
Referência: CHAMPLONI, Hiolene de Jesus Moraes Oliveira. Os filhos da meia-noite, de Salman Rushdie: realismo mágico, história e a alegorização da nação indiana. 2018. 89 f. Dissertação (Mestrado em Linguística)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: Nesta dissertação, discuto a cultura, a história e a nação indiana representadas em Os filhos da meia-noite (1981), principal romance do autor indo-britânico Salman Rushdie, vencedor de importantes prêmios literários. A escolha dessa obra se deu pelo motivo de Rushdie imbricar fato históricos a episódios ficcionais de maneira complexa: no exato momento da independência da Índia, ocorre o nascimento do narrador-personagem do romance, Salim Sinai, juntamente com outras centenas de crianças. Todas elas são dotadas de poderes extraordinários, formando a comunidade dos filhos da meia-noite. Como estratégia narrativa, Rushdie utiliza o Realismo Mágico, que analiso, para recontar e recriar eventos polêmicos ocorridos nos bastidores da história indiana, ao mesmo tempo em que alude à diversidade cultural de seu país. Como referenciais teóricos, ancoro-me em críticos da atualidade, como David Roas, Thomas Bonnici e G. N. S. Raghavam, que teorizam a literatura fantástica, o hibridismo cultural e o projeto nacional indiano.
Abstract: In this dissertation, I discuss Indian culture, History and nation represented in Midnight’s Children (1981), the main novel by Indo-British author Salman Rushdie, winner of important literary awards. I chose this work because Rushdie overlaps historical facts and fictional episodes in a complex manner: at the exactly moment of India's independence, the birth of Salim Sinai, the narrator of the novel, takes place, along with hundreds of other children. All of them are endowed with extraordinary powers, forming the community of the midnight’s children. As a narrative strategy, Rushdie uses Magical Realism, which I analyze, to retell and re-create controversial events in the background of Indian history, while alluding to the cultural diversity of his country. As theoretical references, I am anchored in contemporary critics such as David Roas, Thomas Bonnici and G. N. S. Raghavam, who theorize the fantastic literature, cultural hybridity and the Indian national project.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas, Programa de Pós-Graduação em Linguística, 2018.
Licença: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
Aparece nas coleções:LIP - Mestrado em Linguística (Dissertações)

Mostrar registro completo do item Recomendar este item Visualizar estatísticas



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.