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Título: “Sentir que meu trabalho pode impactar positivamente a vida dos cidadãos” : práticas gerenciais e percepções de qualidade de vida no trabalho, bem-estar e mal-estar no trabalho do gestor público federal
Autor(es): Barretto, Rosana Miranda
Orientador(es): Ferreira, Mário César
Assunto: Qualidade de vida no trabalho
Práticas gerenciais
Gestores públicos
Trabalho - aspectos psicológicos
Data de publicação: 8-Ago-2018
Referência: BARRETTO, Rosana Miranda. “Sentir que meu trabalho pode impactar positivamente a vida dos cidadãos”: práticas gerenciais e percepções de qualidade de vida no trabalho, bem-estar e mal-estar no trabalho do gestor público federal. 2018. 130 f., il. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) está no foco do planejamento das organizações por produzir impactos sociais e econômicos e quando analisada sob a perspectiva das práticas gerenciais nos organismos públicos pode-se elucidar mais a sua dinâmica e influência no setor terciário estatal. O objetivo geral do estudo é analisar a relação entre as práticas gerenciais e as percepções de QVT, bem-estar e mal-estar no trabalho de gestores de uma instituição pública brasileira. Além dos objetivos específicos de descrever as características do contexto geral de trabalho, compreender como os gestores caracterizam sua autoavaliação, mapear as fontes de bem-estar e mal-estar no trabalho e caracterizar as percepções das práticas eficientes e ineficientes de gestão. Esta dissertação foi organizada sob a forma de coletânea de dois artigos. Com base na abordagem teórico-metodológica da Ergonomia da Atividade Aplicada à Qualidade de Vida no Trabalho (EAA_QVT), utilizou-se o Inventário de Práticas Gerenciais e Qualidade de Vida no Trabalho (IPG_Pró-QVT). Participaram 289 gestores, correspondendo a 35,63% do efetivo institucional, 42,6% do sexo masculino, idade média de 43,62 anos, 45% da área administrativa e com média de 14,36 anos de serviço público. Encontrou-se diferença significativa entre a escala de heteroavaliação e da autoavaliação (p<0,005). O fator reconhecimento e crescimento profissional (M=5,37) e o fator organização do trabalho (M=5,48) foram os mais críticos na escala do contexto de trabalho e as relações socioprofissionais (M=6,03) a de melhor percepção. Na escala de autoavaliação, a QVT foi percebida globalmente positiva. Na parte de perguntas abertas, encontrou-se que as principais fontes de bem-estar no trabalho foram: relações socioprofissionais harmoniosas, realização profissional, oportunidade de crescimento, gestão prazerosa e sentimento de utilidade social. As fontes geradoras de mal-estar no trabalho foram: injustiça, falta de autonomia e reconhecimento institucional, desmotivação da equipe, organização de trabalho inflexível e condições de trabalho pouco adequadas. Reportando-se as práticas mais eficazes de gestão, encontrou-se: abertura ao diálogo e escuta, reconhecimento, justiça, comunicação e acesso às chefias e as práticas menos eficazes foram: desvalorização, centralização, gestão ineficiente, intransigência, autoritarismo e falta de comunicação. Os resultados direcionam para a relação paradoxal e ambígua nas percepções dos gestores sobre QVT, se por um lado avaliam o contexto geral com coexistência de mal e bem-estar no trabalho, por outro lado auto avaliam suas práticas de gestão com menos crítica e percebendo a QVT positivamente. É decisão estratégica para o setor público a formulação de políticas promotoras de saúde, bem-estar nas organizações e eficiência.
Abstract: Quality of Life at Work (QWL) is in the focus of the organizations planning for producing social and economic impacts and when analyzed from the perspective of managerial practices in public bodies can further elucidate their dynamics and influence in the public service. The general objective of the study is to analyze the relationship between management practices and perceptions of QWL, well-being and ill-being at work of public managers of a Brazilian institution. In addition to the specific objectives of describing the characteristics of the general work context, understand how managers characterize their self-assessment, map the sources of well-being and ill-being at work, and characterize perceptions of good practices and bad management practices. This dissertation was organized in the form of a collection of articles. From the theoretical-methodological approach of the Ergonomics of Applied Activity to Quality of Life at Work (EAA_QVT), the Inventory of Management Practices and Quality of Life at Work (IPG_Pró-QVT) was used. There were 289 managers, corresponding to 35.63% of the institutional staff, 42.6% male, mean age 43.62 years, 45% administrative area and an average of 14.36 years of public service. There was a significant difference between the hetero-evaluation and self-evaluation scales (p <0.005). The recognition and professional growth factor (M = 5.37) and the work organization factor (M = 5.48) were the most critical in the general work context scale and socio-professional relations (M = 6.03) better perception. In the self-evaluation scale, the QWL was perceived as positive overall. In the open questions section, the main sources of well-being at work were: harmonious socio-professional relations, professional achievement, opportunity for growth, pleasant management and a sense of social utility. The sources of ill-being at work were: injustice, lack of autonomy and institutional recognition, team’s demotivation, inflexible work organization and inadequate working conditions. Referring to the most effective management practices, we found: openness to dialogue and listening, recognition, justice, communication and access to leadership and the less effective practices were: devaluation, centralization, mismanagement, intransigence, authoritarianism and lack of communication. The results point to the paradoxical and ambiguous relationship in the managers' perceptions about QWL, if on the one hand they evaluate the general context with coexistence of malaise and well-being in the work, on the other hand they evaluate their management practices with less criticism and perceive the QVT positively. It is a strategic decision for the public sector to formulate policies that promote health, well-being in organizations and efficiency.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2018.
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Aparece nas coleções:PSTO - Mestrado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações (Dissertações)

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