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Título: Trajetórias do desenvolvimento : o BID e o financiamento do patrimônio cultural na América Latina e Caribe
Autor(es): Guia, George Alex da
Orientador(es): Schvarsberg, Benny
Assunto: Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)
Financiamento internacional
América Latina - cultura
Patrimônio cultural
Data de defesa: 21-Fev-2018
Referência: GUIA, George Alex da. Trajetórias do desenvolvimento: o BID e o financiamento do patrimônio cultural na América Latina e Caribe. 2018. 287 f., il. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: O projeto político-discursivo de expansão e modernização capitalista posto em prática por instituições financeiras globais, como é o caso do Fundo Monetário Internacional-FMI, Banco Mundial-BIRD e demais bancos regionais de desenvolvimento influenciou não apenas a gestão dos recursos públicos, mas, sobretudo, a economia política do desenvolvimento e seu par, o subdesenvolvimento. Sob este contexto, a tese abarca os diálogos históricos entre o significado e a geografia do dinheiro a partir da perspectiva dos projetos de desenvolvimento do patrimônio cultural postos em prática pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento-BID no período de 1960-2010. O cerne da análise é a política do BID para o financiamento do patrimônio cultural que, longe de ser um mero instrumento técnico e financeiro, no contexto da globalização, não é cultural nem politicamente neutra. Nessa genealogia, aborda a trajetória das práticas discursivas e a geografia dos fluxos de capital e as evidências deste percurso na recuperação dos bairros históricos de Valparaíso no Chile e na engenharia financeira do Programa MONUMENTA no Brasil. A partir dos conceitos de hegemonia e economia política retoma-se uma tradição teórica que transita entre o capital, tempo e espaço e que aposta na descrição- discursiva, geográfica e histórica- como processo de produção de sentidos e significados. É dentro dessa perspectiva que se aborda conceitos como discurso, política, poder e memória que seriam formas de produção atuantes nos projetos de desenvolvimento. Não menos importante, a pesquisa destaca que se faz necessária uma revisão do ideário patrimônio culturaldesenvolvimento em direção a uma nova ‘gramática’ e prática mais próxima à vida social, cultural e econômica dos bens culturais e de suas populações.
Abstract: The political-discursive project of capitalist expansion and modernization put into practice by global financial institutions, such as the International Monetary Fund-IMF, World Bank-, and other regional development banks. They have influenced not only the management of public resources but, above all, the political economy of development and i underdevelopment. In this context, the thesis covers the historical dialogues between the meaning and the geography of money from the perspective of the cultural heritage development projects put in place by the Inter-American Development Bank-IDB in the period 1960-2010. The essential crux of the analysis is the IDB's policy for financing cultural heritage, far from being a mere technical and financial instrument in the context of globalization, is neither culturally nor politically neutral. In this genealogy, it addresses the trajectory of discursive practices and the geography of capital flows and an evidences of this course in the recovery of the historic quarters of Valparaíso in Chile and the financial engineering of the MONUMENTA Program in Brazil. From the concepts of hegemony and political economics, a theoretical tradition takes place between capital, time and space, and which is based on description-discursive, geographical and historical-as a process of production of senses and meanings. Within this perspective approaches concepts such as discourse, politics, power and memory that would be forms of production that are active in development projects. On the whole, he research highlights a revision of the cultural heritage-developmental ideology as necessary in the direction of a new 'grammar' and practice t closer to the social, cultural and economic life of cultural assets and their populations.
Resumen: El proyecto político-discursivo de expansión y modernización capitalista puesto en práctica por instituciones financieras globales, como es el caso del Fondo Monetario Internacional-FMI, Banco Mundial-BIRD y demás bancos regionales de desarrollo influenció no sólo la gestión de los recursos públicos, sobre todo, la economía política del desarrollo y su par, el subdesarrollo. En este contexto, la tesis abarca los diálogos históricos entre el significado y la geografía del dinero desde la perspectiva de los proyectos de desarrollo del patrimonio cultural puestos en práctica por el Banco Interamericano de Desarrollo-BID en el período 1960-2010. El núcleo del análisis es la política del BID para la financiación del patrimonio cultural que, lejos de ser un mero instrumento técnico y financiero, en el contexto de la globalización, no es cultural ni políticamente neutro. En esta genealogía aborda la trayectoria de las prácticas discursivas y la geografía de los flujos de capital y las evidencias de este recorrido en la recuperación de los barrios históricos de Valparaíso en Chile y en la ingeniería financiera del Programa MONUMENTA en Brasil. A partir de los conceptos de hegemonía y economía política se retoma una tradición teórica que transita entre el capital, tiempo y espacio y que apuesta por la descripción-discursiva, geográfica e históricacomo proceso de producción de sentidos y significados. Es dentro de esa perspectiva que se aborda conceptos como discurso, política, poder y memoria que serían formas de producción actuantes en los proyectos de desarrollo. No menos importante, la investigación destaca que se hace necesaria una revisión del ideario patrimonio cultural-desarrollo hacia una nueva gramática y práctica más cercana a la vida social, cultural y económica de los bienes culturales y de sus poblaciones.
Informações adicionais: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, 2018.
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