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Título: O índio no Modernismo : a indianidade em Bartira de Victor Brecheret
Autor(es): Quintal, William Rezende
Orientador(es): Castro, Vera Marisa Pugliese de
Assunto: Índios
Modernismo brasileiro
Cultura - Brasil
Brecheret, Victor, 1894-1955 - crítica e interpretação
Data de publicação: 16-Mai-2018
Referência: QUINTAL, William Rezende. O índio no Modernismo: a indianidade em Bartira de Victor Brecheret. 2018. 145 f., il. Dissertação (Mestrado em Arte)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.
Resumo: O escultor Victor Brecheret (1894-1955), foi uma das maiores referências do modernismo brasileiro e dedicou grande parte de sua obra ao tema do índio. No contexto da primeira metade do século XX, as questões raciais no Brasil eram tratadas pelo Estado a partir da doutrina eugênica, teoria pseudocientífica apoiada por uma parte significativa da elite política e intelectual brasileira que também era adepta do Positivismo. Além disso, o regime Republicano iniciado no Brasil em 1889, com a queda da monarquia, favoreceu políticas de branqueamento da população através da facilitação da imigração europeia, afastamento das populações negras dos centros urbanos e das políticas de assimilação das comunidades indígenas do país. Em sua carreira, não isenta de controvérsia, Brecheret sempre expressou a busca pelo que ele chamava de “um outro nacionalismo” e “uma arte genuinamente nossa”. A obra de Brecheret ainda hoje é criticada pela sua aproximação dos interesses do Estado na exaltação de uma versão oficial da história em monumentos públicos, da mesma forma, nos anos 1920 foi também questionada pela exaltação das que eram consideradas “raças inferiores”, que ele incluía como fundadores na nação. Analisando a escultura Bartira (1954), e considerando o percurso do artista, suas referências e a dimensão que o tema do índio toma em sua obra, busca-se compreender as dinâmicas do modernismo brasileiro relativizando a periodização mais recorrente da História da Arte, partindo da hipótese de que Brecheret buscava poeticamente pelo que é chamado aqui de indianidade e como essa tensão entre forma e conteúdo se processa em sua obra.
Abstract: The sculptor Victor Brecheret (1894-1955) was one of the greatest references of Brazilian modernism and dedicated much of his work to the representation of the Indian theme. In the context of the first half of the twentieth century, racial issues in Brazil were treated by the State from the eugenics doctrine standpoint, a pseudoscientific theory supported by a significant part of the Brazilian political and intellectual elite that was also adept of Positivism. In addition, the Republican regime initiated in Brazil in 1889, with the fall of the monarchy, favored policies of ethnic cleansing through the facilitation of the European immigration, removal of the black population housing from urban centers, and assimilation of the indigenous communities. In his career, which is not without controversy, Brecheret always expressed the search for what he called "another nationalism" and "an art genuinely ours". Brecheret's work is still criticized for its approach to the interests of the state in extolling an official version of history in public monuments, and in the 1920s it was also questioned by the exaltation of those considered as "inferior races" as he included them as founders in the nation in his work. Analyzing the sculpture Bartira (1954), and considering the artist's path, his references and the dimension that the Indian theme took in his work, the aim is to understand the dynamics of Brazilian modernism by relativizing the most recurrent periodization of Art History, starting with from the hypothesis that Brecheret sought poetically for what is called here the indianidade and how this tension between form and content takes place in his work.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Programa de Pós-Graduação em Artes, 2018.
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