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Título: A criança-ator no cinema : jogando na sétima arte
Autor(es): Cruvinel, Tiago de Brito
Orientador(es): Veloso, Jorge das Graças
Assunto: Crianças
Cinema - aspectos sociais
Jogo cinematográfico
Data de publicação: 20-Abr-2018
Referência: CRUVINEL, Tiago de Brito. A criança-ator no cinema: jogando na sétima arte. 2017. 195 f., il. Tese (Doutorado em Arte)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.
Resumo: Esta tese investiga a singularidade da atuação da criança-ator no cinema e tem como objetivo compreender as relações na preparação das crianças-atores, de modo a discutir os possíveis efeitos na formação artística e no desenvolvimento humano das crianças. Por relação entende-se a maneira de perceber o outro, suas atitudes ou comportamentos (Marie-José Chombart de Lauwe, 1991), de forma a respeitar esse outro (a criança) em sua completude. As relações estudadas foram: a criança-ator com o jogo cinematográfico, da crença na ilusão, por meio dos conceitos de Jean Chateau (1987); o roteiro com a criança-ator, por intermédio de uma noção que intitulo criança conselheira; a direção e a preparação de cenas na relação com a criança-ator; e o trabalho artístico infantil com a criança. A pesquisa, de caráter bibliográfico, apresenta como complemento fragmentos extraídos do documentário Jouer Ponette (2006), de Jeanne Crépeau, que, de forma prática, ilustram a discussão teórica. O estudo traz, ainda, a noção de jogo cinematográfico como a prática de a criança-ator atuar no cinema, quando se considera o set de filmagem como espaço de jogo, mediado por regras. Essa noção foi criada com base na separação conceitual de brincadeira e jogo (Nachmanovitch), nos princípios do jogo dramático (Peter Slade), no jogo teatral (Viola Spolin), no conceito de atuação simples e complexa (Michael Kirby) e nos tipos de direção com as crianças-atores (Jacqueline Nacache). Propõese, como resultado da discussão de cunho teórico-reflexivo, um estudo aprofundado dos processos de preparação da criança-ator, mostrando que qualquer relação se torna mais produtiva quando são respeitados os modos de ser e de estar da criança, evitando, assim, possíveis problemas em seu desenvolvimento. As polêmicas e os questionamentos que envolvem a presença da criança no cinema começam a ser respondidos no momento em que se discute a especificidade de sua atuação.
Abstract: This thesis investigates the singularity of the actor-child's acting in cinema and aims to comprehend the relations in coaching actors-children, discussing the possible effects in the artistic formation and human development of the children. Relation is meant as the way to perceive the other, his attitude or behavior (Marie-José Chombart de Lauwe, 1991), in order to respect this other (the child) in its completeness. The relations studied were: the actor-child with the cinematographic game, through the perspective of belief in illusion, by the concepts of Jean Chateau (1987); the script with the actorchild, through a conception named counselor child; the direction/coaching of scenes on the relation with the actor-child; and the relation of artistic work with the actor-child. The research, having a bibliographic approach, presenting as a complement fragments extracted from the documentary Jouer Ponette (2006), by Jeanne Crépeau, which illustrate the theoretical discussion in a practical way. The study also brings the conception of cinematographic game as the practice of the actor-child's acting in cinema, considering the movie set as a game space, mediated by rules. This notion was created based on the conceptual difference of amusement and game (Nachmanovitch); on the principles of Dramatic Play (Peter Slade); on the Theater Games (Viola Spolin); on the concepts of simple and complex acting (Michael Kirby); and on the kinds of direction with the actor-child (Jacqueline Nacache). It is proposed, as a result of the theoretical-reflexive discussion, an in-depth study of the processes of coaching the actor-child, defending that any relations will be more productive when the child’s ways of being (anyone) and being (in the present moment) are respected, thus avoiding possible problems in his/her development. The controversies and questioning evolving the presence of a child on cinema begin to be answered when th specificity of the acting is discussed.
Résumé: Cette thèse explore la singularité du jeu de l'enfant-acteur au cinéma et vise à comprendre les relations dans la préparation des enfants-acteurs, afin de discuter les effets possibles dans la formation artistique et dans le développement humain des enfants. Dans ce cas, la relation est comprise comme la manière de percevoir l’autre, leurs attitudes ou ses comportements (Marie-José Chombart de Lauwe, 1991), afin de respecter cet autre (l’enfant) dans son intégralité. Les relations étudiées étaient: l'enfant-acteur avec le jeu cinématographique à partie de la perspective de la croyance à l'illusion, via le concept de Jean Château (1987); le scénario avec l'enfant-acteur, à travers une notion appelée enfant-conseiller; la direction/préparation des scènes en relation avec l'enfant-acteur; et le travail artistique avec l'enfant. La recherche, de caractère bibliographique, présentant, en complément, des fragments extraits du documentaire Jouer Ponette (2006), de Jeanne Crépeau, qui, d'une manière pratique, illustrent la discussion théorique. L’étude apporte, également, la notion de jeu cinématographique comme la pratique de l'enfant-acteur jouer au cinéma, lorsque le set de filmage est considéré comme espace de jeu médiatisé par des règles. Cette notion a été créée sur la base de séparation conceptuelle d'amusement et jeu (Nachmanovitch); des principes du jeu dramatique; du jeu théâtral (Viola Spolin); du concept de jeu simple et complexe (Michael Kirby) et des types de direction avec les enfants-acteurs (Jacqueline Nacache). Il est proposé comme résultat de discussion théorique-réflexive, une étude approfondie des processus de préparation de l'enfantacteur, montrant que toute relation deviendra plus productive, lorsque ce sont respectés chez l'enfant sa manière d'être (quelqu'un) et sa manière d'être (au moment présent), évitant, ainsi, les problèmes possibles dans son développement. Les polémiques et les questionnements qui impliquent la présence de l'enfant au cinéma commencent à être répondus au moment où la spécificité de leur jeu est discutée.
Informações adicionais: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Artes, 2017.
Licença: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
Aparece nas coleções:IdA - Mestrado em Artes (Dissertações)

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